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Morre uma das pacientes que contraíram HIV em órgãos contaminados no RJ

Por Redação
1 de abril de 2026
Em Notícias
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Morre uma das pacientes que contraíram HIV em órgãos contaminados no RJ
Twitter1128254686redacaobcn@gmail.com



Morre uma das pacientes que contraíram HIV em órgãos contaminados no RJ
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Laboratório PCS Saleme, em Nova Iguaçu Reprodução/TV Globo Uma das pacientes que passaram a conviver com o HIV após receber um transplante de órgão infectado no Rio de Janeiro morreu aos 64 anos. A causa da morte, ocorrida no último dia 18, ainda está sendo investigada. A mulher foi acompanhada pela Secretaria de Estado de Saúde desde a revelação do caso, em outubro de 2024, que está relacionado a falhas em exames laboratoriais do PCS LAB Saleme e ocorreu em seis pacientes infectados. Os outros continuam vivos e fazendo tratamento. Entre fevereiro e abril de 2025, a Justiça do Rio realizou audiências para apurar o episódio, ouvindo os pacientes e testemunhas do Ministério Público. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça Infecção de órgãos para transplante por HIV segue sem condenados 1 ano após exposição do caso Falsos negativos O caso veio à tona em 11 de outubro de 2024. Seis pacientes receberam órgãos infectados pelo vírus HIV após resultados falsos negativos emitidos pelo Laboratório PCS Saleme, com sede em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. As investigações apontaram que a empresa deixou de realizar alguns testes obrigatórios para reduzir custos. O RJ2 teve acesso exclusivo aos laudos que indicavam que os órgãos dos doadores não eram reagentes para HIV, ou seja, que os testículos não apontavam a presença do vírus. Um dos documentos foi assinado por Walter Vieira, e outro por Jaqueline Íris Bacellar de Assis. O laboratório, que havia sido contratado sem licitação pela Fundação Saúde, foi interditado logo após a divulgação do caso. De acordo com a denúncia do Ministério Público, os acusados ​​“têm plena ciência de que pacientes que recebem órgãos transplantados tomam imunossupressores para evitar a infecção, e que a aquisição de qualquer doença em um organismo já fragilizado, principalmente HIV, seria devastadora.” Segundo a Secretaria de Estado de Saúde, o Laboratório PCS Saleme foi interditado e a sindicância interna apontou falhas em processos que já foram corrigidos. Seis réus aguardam julgamento Seis réus aguardam julgamento após pacientes recebendo órgãos infectados Reprodução/TV Globo O julgamento do caso começou em fevereiro de 2025 na 2ª Vara Criminal de Nova Iguaçu. Os seis réus são acusados ​​de associação criminosa, lesão corporal gravíssima, falsidade ideológica e falsificação de documento particular. São réus no processo os sócios do laboratório, Walter Vieira e Matheus Sales Teixeira Vieira — pai e filho —, além dos funcionários Jaqueline Íris Barcellar de Assis, Ivanilson Fernandes dos Santos, Cléber de Oliveira Santos e Adriana Vargas dos Anjos. Todos chegaram a ser presos, mas cinco deles responderam ao processo em liberdade. Apenas Jacqueline está em prisão domiciliar. Em julho do ano passado, o Ministério Público firmou um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com o governo do estado para garantir a indenização das vítimas. Testes de HIV Reprodução/TV Globo Nota da Secretaria Estadual de Saúde “A Secretaria de Estado de Saúde (SES-RJ) lamenta profundamente o falecimento do paciente, que aconteceu em 18/03, após internação em unidade especializada. familiares.”
Laboratório PCS Saleme, em Nova Iguaçu Reprodução/TV Globo Uma das pacientes que passaram a conviver com o HIV após receber um transplante de órgão infectado no Rio de Janeiro morreu aos 64 anos. A causa da morte, ocorrida no último dia 18, ainda está sendo investigada. A mulher foi acompanhada pela Secretaria de Estado de Saúde desde a revelação do caso, em outubro de 2024, que está relacionado a falhas em exames laboratoriais do PCS LAB Saleme e ocorreu em seis pacientes infectados. Os outros continuam vivos e fazendo tratamento. Entre fevereiro e abril de 2025, a Justiça do Rio realizou audiências para apurar o episódio, ouvindo os pacientes e testemunhas do Ministério Público. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça Infecção de órgãos para transplante por HIV segue sem condenados 1 ano após exposição do caso Falsos negativos O caso veio à tona em 11 de outubro de 2024. Seis pacientes receberam órgãos infectados pelo vírus HIV após resultados falsos negativos emitidos pelo Laboratório PCS Saleme, com sede em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. As investigações apontaram que a empresa deixou de realizar alguns testes obrigatórios para reduzir custos. O RJ2 teve acesso exclusivo aos laudos que indicavam que os órgãos dos doadores não eram reagentes para HIV, ou seja, que os testículos não apontavam a presença do vírus. Um dos documentos foi assinado por Walter Vieira, e outro por Jaqueline Íris Bacellar de Assis. O laboratório, que havia sido contratado sem licitação pela Fundação Saúde, foi interditado logo após a divulgação do caso. De acordo com a denúncia do Ministério Público, os acusados ​​“têm plena ciência de que pacientes que recebem órgãos transplantados tomam imunossupressores para evitar a infecção, e que a aquisição de qualquer doença em um organismo já fragilizado, principalmente HIV, seria devastadora.” Segundo a Secretaria de Estado de Saúde, o Laboratório PCS Saleme foi interditado e a sindicância interna apontou falhas em processos que já foram corrigidos. Seis réus aguardam julgamento Seis réus aguardam julgamento após pacientes recebendo órgãos infectados Reprodução/TV Globo O julgamento do caso começou em fevereiro de 2025 na 2ª Vara Criminal de Nova Iguaçu. Os seis réus são acusados ​​de associação criminosa, lesão corporal gravíssima, falsidade ideológica e falsificação de documento particular. São réus no processo os sócios do laboratório, Walter Vieira e Matheus Sales Teixeira Vieira — pai e filho —, além dos funcionários Jaqueline Íris Barcellar de Assis, Ivanilson Fernandes dos Santos, Cléber de Oliveira Santos e Adriana Vargas dos Anjos. Todos chegaram a ser presos, mas cinco deles responderam ao processo em liberdade. Apenas Jacqueline está em prisão domiciliar. Em julho do ano passado, o Ministério Público firmou um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com o governo do estado para garantir a indenização das vítimas. Testes de HIV Reprodução/TV Globo Nota da Secretaria Estadual de Saúde “A Secretaria de Estado de Saúde (SES-RJ) lamenta profundamente o falecimento do paciente, que aconteceu em 18/03, após internação em unidade especializada. familiares.”[/gpt3]

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Tags: contaminadoscontraíramdasHIVmorreórgãospacientesuma
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