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Missa de sétimo dia da morte de Mãe Carmen é realizada em Salvador

Por Redação
4 de janeiro de 2026
Em Notícias
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Missa de sétimo dia da morte de Mãe Carmen é realizada em Salvador
Twitter1128254686redacaobcn@gmail.com



Missa de sétimo dia da morte de Mãe Carmen é realizada em Salvador
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Missa de 7º dia em memória a Mãe Carmen de Oxaguiã A missa de sétimo dia da morte de Mãe Carmen de Oxaguian, ialorixá à frente do Ilé Ìyá Omi Àṣẹ Ìyámase, conhecida popularmente como Terreiro do Gantois, foi realizada nesta sexta-feira (2), em Salvador. A celebração em memória à ialorixá aconteceu na Igreja Nossa Senhora da Vitória e foi organizada pelo Terreiro do Gantois em conjunto com a Associação de São Jorge Ebé Oxóssi. Marcaram a presença de familiares, filhos e filhas de santo, representantes de comunidades de matriz africana, além de admiradores da trajetória religiosa e social da ialorixá. 📲 Clique aqui e entre no grupo do WhatsApp do g1 Bahia Missa de sétimo dia da morte de Mãe Carmen é realizada em Salvador Reprodução/TV Bahia Mãe Carmen morreu no dia 26 de dezembro. Ela foi internada há duas semanas no Hospital Português, em Salvador, devido a uma forte gripe. A ialorixá foi a quinta religiosa à frente do terreiro. Ela foi iniciada no candomblé aos 7 anos e comandava o Gantois desde 2002. Antes dela, participaram da linha sucessória: Maria Júlia da Conceição Nazareth (1849-1910); Pulchéria Maria da Conceição Nazaré (1910-1918); Maria Escolástica da Conceição Nazaré (1922-1986); Cleusa Millet (1989-1998). Mãe Carmen foi homenageada com a música “A Força do Gantois”, composta pelo sambista Nelson Rufino e lançada em agosto de 2011. Espiritualidade, cultura e ancestralidade Mãe Carmen de Oxaguian Reprodução/TV Globo Nascida em 1926, Carmen Oliveira da Silva era a filha mais nova de Maria Escolástica de Conceição Nazaré, a Mãe Menininha, que também foi ialorixá do Terreiro do Gantois, um dos mais antigos e importantes para a religião afro-brasileira na Bahia. Há 23 anos, Mãe Carmen tinha a responsabilidade de ser a guardiã de um dos pilares da espiritualidade, cultura e ancestralidade negra do Brasil e no mundo. Em maio de 2023, a ialorixá recebeu a comenda Maria Quitéria, uma honraria concedida a mulheres que se destacam em atividades em benefício de Salvador ou da Bahia. Além da importância religiosa, Mãe Carmen promove ações sócio-educativas junto à comunidade do Gantois. No âmbito cultural, ela empreendeu ações externas para acessibilidade às referências da memória da religiosidade de matriz africana na Bahia, com cursos de ritmos e toques, dança, bordados tradicionais, entre outros. Devido ao trabalho para preservação das tradições do diálogo inter-religioso, Mãe Carmen também recebeu a “Medalha dos 5 continentes ou da diversidade cultural”, comenda entregue pela Unesco, em maio de 2010. LEIA TAMBÉM: Daniela Mercury homenageia Mãe Carmen no ‘Pôr do Som’, em Salvador Terreiro do Gantois preserva culto aos orixás na Bahia e mantém trajes e legados milenares dos povos Iorubá Corpo de Mãe Carmen é enterrado após cortejo por terreiros e igreja em Salvador Veja mais notícias do estado no g1 Bahia. Assista aos vídeos do g1 e TV Bahia 💻
Missa de 7º dia em memória a Mãe Carmen de Oxaguiã A missa de sétimo dia da morte de Mãe Carmen de Oxaguian, ialorixá à frente do Ilé Ìyá Omi Àṣẹ Ìyámase, conhecida popularmente como Terreiro do Gantois, foi realizada nesta sexta-feira (2), em Salvador. A celebração em memória à ialorixá aconteceu na Igreja Nossa Senhora da Vitória e foi organizada pelo Terreiro do Gantois em conjunto com a Associação de São Jorge Ebé Oxóssi. Marcaram a presença de familiares, filhos e filhas de santo, representantes de comunidades de matriz africana, além de admiradores da trajetória religiosa e social da ialorixá. 📲 Clique aqui e entre no grupo do WhatsApp do g1 Bahia Missa de sétimo dia da morte de Mãe Carmen é realizada em Salvador Reprodução/TV Bahia Mãe Carmen morreu no dia 26 de dezembro. Ela foi internada há duas semanas no Hospital Português, em Salvador, devido a uma forte gripe. A ialorixá foi a quinta religiosa à frente do terreiro. Ela foi iniciada no candomblé aos 7 anos e comandava o Gantois desde 2002. Antes dela, participaram da linha sucessória: Maria Júlia da Conceição Nazareth (1849-1910); Pulchéria Maria da Conceição Nazaré (1910-1918); Maria Escolástica da Conceição Nazaré (1922-1986); Cleusa Millet (1989-1998). Mãe Carmen foi homenageada com a música “A Força do Gantois”, composta pelo sambista Nelson Rufino e lançada em agosto de 2011. Espiritualidade, cultura e ancestralidade Mãe Carmen de Oxaguian Reprodução/TV Globo Nascida em 1926, Carmen Oliveira da Silva era a filha mais nova de Maria Escolástica de Conceição Nazaré, a Mãe Menininha, que também foi ialorixá do Terreiro do Gantois, um dos mais antigos e importantes para a religião afro-brasileira na Bahia. Há 23 anos, Mãe Carmen tinha a responsabilidade de ser a guardiã de um dos pilares da espiritualidade, cultura e ancestralidade negra do Brasil e no mundo. Em maio de 2023, a ialorixá recebeu a comenda Maria Quitéria, uma honraria concedida a mulheres que se destacam em atividades em benefício de Salvador ou da Bahia. Além da importância religiosa, Mãe Carmen promove ações sócio-educativas junto à comunidade do Gantois. No âmbito cultural, ela empreendeu ações externas para acessibilidade às referências da memória da religiosidade de matriz africana na Bahia, com cursos de ritmos e toques, dança, bordados tradicionais, entre outros. Devido ao trabalho para preservação das tradições do diálogo inter-religioso, Mãe Carmen também recebeu a “Medalha dos 5 continentes ou da diversidade cultural”, comenda entregue pela Unesco, em maio de 2010. LEIA TAMBÉM: Daniela Mercury homenageia Mãe Carmen no ‘Pôr do Som’, em Salvador Terreiro do Gantois preserva culto aos orixás na Bahia e mantém trajes e legados milenares dos povos Iorubá Corpo de Mãe Carmen é enterrado após cortejo por terreiros e igreja em Salvador Veja mais notícias do estado no g1 Bahia. Assista aos vídeos do g1 e TV Bahia 💻[/gpt3]

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