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Mecânico é morto a tiros durante discussão na Baixada Fluminense; assassino escapado

Redação Por Redação
26 de março de 2026
Em Notícias
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Mecânico é morto a tiros durante discussão na Baixada Fluminense; assassino escapado
Twitter1128254686redacaobcn@gmail.com



Mecânico é morto a tiros durante discussão na Baixada Fluminense; assassino escapado
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O mecânico Marlon Jefferson foi morto a tiros na Baixada Fluminense Reprodução/TV Globo Um mecânico foi morto, na tarde de quarta-feira (25), com um tiro no peito em uma rua de Queimados, na Baixada Fluminense. Testemunhas afirmam que um homem chamou Marlon Jefferson para conversar quando ele trabalhou no conserto de um carro. Segundo testemunhas, um homem chamou Marlon Jefferson para conversar enquanto ele trabalhava no concerto de um carro. Durante uma conversa, os dois encontraram um conversador, e o suspeito sacou uma arma, atirou contra o mecânico na Rua Boa Vista, em Vila Alzira, e fugiu em seguida. Marlon tentou correr, mas morreu no meio da rua, com a chave de fenda que estava usando no trabalho em uma das mãos. Ele era dono de um escritório. “A pessoa sacou um revólver, ele correu, atravessou a rua e pertinente: ‘estão querendo me matar’. Ele estava com a chave de fenda na mão, com o alicate, ele estava trabalhando, confusão num carro”, disse Angélica Rezende, cunhada do mecânico. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça Veja os vídeos que estão em alta no g1 Marlon, de 37 anos, era descrito por amigos como uma pessoa bem-humorada. A família afirmou que desconhece qualquer desavença envolvendo a vítima. Parentes foram no Instituto Médico-Legal (IML) na manhã desta quinta-feira (26) para cuidar da liberação do corpo. “Em momento nenhum ele falou de desavenças, de briga, de problema, a gente não sabe de nada, minha irmã não sabe de nada, não houve nada. Não houve um comentário de uma briga, um problema, nada”, disse Angélica. Uma irmã do mecânico postou uma mensagem nas redes sociais: “Que dor. Tiraram você de nós.” Marlon deixa esposa e uma filha de 9 anos. “Ela está desolada, tá perguntando pelo pai, falando o tempo todo ‘cadê meu pai, o que fez?’. Ela não sabe que ele foi assassinado, a gente não contou porque ela tem 9 anos. Eles passaram o final de semana juntos, na noite anterior, ele mandou mensagem pra ela dizendo o quanto ele a amava”, contou a cunhada. A Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) investiga o caso e tenta identificar quem é o homem que atirou em Marlon e a motivação do crime. Marlon Jefferson era dono de um escritório Reprodução/TV Globo
O mecânico Marlon Jefferson foi morto a tiros na Baixada Fluminense Reprodução/TV Globo Um mecânico foi morto, na tarde de quarta-feira (25), com um tiro no peito em uma rua de Queimados, na Baixada Fluminense. Testemunhas afirmam que um homem chamou Marlon Jefferson para conversar quando ele trabalhou no conserto de um carro. Segundo testemunhas, um homem chamou Marlon Jefferson para conversar enquanto ele trabalhava no concerto de um carro. Durante uma conversa, os dois encontraram um conversador, e o suspeito sacou uma arma, atirou contra o mecânico na Rua Boa Vista, em Vila Alzira, e fugiu em seguida. Marlon tentou correr, mas morreu no meio da rua, com a chave de fenda que estava usando no trabalho em uma das mãos. Ele era dono de um escritório. “A pessoa sacou um revólver, ele correu, atravessou a rua e pertinente: ‘estão querendo me matar’. Ele estava com a chave de fenda na mão, com o alicate, ele estava trabalhando, confusão num carro”, disse Angélica Rezende, cunhada do mecânico. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça Veja os vídeos que estão em alta no g1 Marlon, de 37 anos, era descrito por amigos como uma pessoa bem-humorada. A família afirmou que desconhece qualquer desavença envolvendo a vítima. Parentes foram no Instituto Médico-Legal (IML) na manhã desta quinta-feira (26) para cuidar da liberação do corpo. “Em momento nenhum ele falou de desavenças, de briga, de problema, a gente não sabe de nada, minha irmã não sabe de nada, não houve nada. Não houve um comentário de uma briga, um problema, nada”, disse Angélica. Uma irmã do mecânico postou uma mensagem nas redes sociais: “Que dor. Tiraram você de nós.” Marlon deixa esposa e uma filha de 9 anos. “Ela está desolada, tá perguntando pelo pai, falando o tempo todo ‘cadê meu pai, o que fez?’. Ela não sabe que ele foi assassinado, a gente não contou porque ela tem 9 anos. Eles passaram o final de semana juntos, na noite anterior, ele mandou mensagem pra ela dizendo o quanto ele a amava”, contou a cunhada. A Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) investiga o caso e tenta identificar quem é o homem que atirou em Marlon e a motivação do crime. Marlon Jefferson era dono de um escritório Reprodução/TV Globo[/gpt3]

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