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Mario Frias dá nova versão sobre investimento de Vorcaro para filme de Bolsonaro

Por Redação
14 de maio de 2026
Em Notícias
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Mario Frias dá nova versão sobre investimento de Vorcaro para filme de Bolsonaro
Twitter1128254686redacaobcn@gmail.com



Após negar inicialmente qualquer participação financeira de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, no filme “Dark Horse”, o deputado Mário Frias (PL-SP) introduziu um tom mais cauteloso em uma segunda manifestação pública nesta quinta-feira (14).

O parlamentar soube aqui que a produção não recebeu “um único centavo” do empresário, contrariando a versão do senador Flávio Bolsonaro (PL), que permitiu ter pedido de dinheiro a Vorcaro para o filme.

Agora, Frias sustenta que a questão envolve uma “diferença de interpretação sobre a origem formal do investimento”, pois o vínculo contratual do projeto teria sido firmado com a empresa Entre Investimentos — e não diretamente com Vorcaro ou o Master —, fazendo uma distinção jurídica sobre a origem dos recursos.

VEJA TAMBÉM:

  • Flávio nega repasse de dinheiro do filme de Bolsonaro para Eduardo: “Mentira, ilação”

Ó local O Intercept Brasil revelou que o senador e pré-candidato à presidência, Flávio Bolsonaro (PL), teria negociado um patrocínio de R$ 134 milhões do banqueiro para financiar o filme sobre a vida do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Segundo a publicação, cerca de R$ 61 milhões foram pagos entre fevereiro e maio de 2025, em seis operações.

“Na condição de produtor executivo do longa-metragem Dark Horse, esclarece que não há contradição material entre os posicionamentos públicos sobre o financiamento do projeto, mas uma diferença de interpretação sobre a origem formal do investimento”, disse o parlamentar, no novo comunicado.

“Quando afirmei anteriormente que não há ‘um centavo do Master’ no filme, referia-me ao fato de que Daniel Vorcaro não é e nunca foi signatário de relacionamento jurídico, assim como o Banco Master nunca figurou como empresa investidora. O nosso relacionamento jurídico foi firmado com a Entre, pessoa jurídica distinta”, acrescentou.

No entanto, relatórios do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) apontam que a Entre Investimentos, que teria intermediado os repasses entre Vorcaro e a produção do filme, completou, recebeu R$ 159,2 milhões de fundos investigados pela Polícia Federal no caso Master, segunda apuração do portal g1.

Frias reforçou que Flávio e o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) “não têm sociedade no filme nem na produtora ou com qualquer outra estrutura ligada ao filme, tendo apenas autorizado o uso de direitos de imagem da família”.

“Também reafirmamos que todo o dinheiro captado foi utilizado exclusivamente na produção do filme Dark Horse, projeto realizado com capital privado e sem qualquer recurso público”, concluiu.

Veja a íntegra da segunda nota de Mario Frias

“Na condição de produtor executivo do longa-metragem Dark Horse, esclarece que não há contradição material entre os posicionamentos públicos sobre o financiamento do projeto, mas uma diferença de interpretação sobre a origem formal do investimento.

Quando afirmei anteriormente que não há “um centavo do Master” no filme, referi-me ao fato de que Daniel Vorcaro não é e nunca foi signatário de relacionamento jurídico, assim como o Banco Master nunca figurou como empresa investidora. Nosso relacionamento jurídico foi firmado com a Entre, pessoa jurídica distinta.

Reitero que o senador Flávio Bolsonaro e o deputado Eduardo Bolsonaro não têm sociedade no filme nem na produtora ou com qualquer outra estrutura ligada ao filme, tendo apenas autorizado o uso de direitos de imagem da família. Reafirmamos também que todo o dinheiro captado foi utilizado exclusivamente na produção do filme Dark Horse, projeto realizado com capital privado e sem qualquer recurso público.”

Veja a íntegra da primeira nota de Mario Frias

“Na condição de produtor executivo do longa-metragem Dark Horse, sobre a trajetória do presidente Jair Bolsonaro, declara:

1. O senador Flávio Bolsonaro não tem qualquer sociedade no filme ou na produtora. Seu papel limita-se à cessão dos direitos de imagem da família e, naturalmente, ao peso que seu sobrenome agrega na hora de atrair investidores interessados ​​em financiar um projeto desse porte — o que é legítimo, esperado e não configura, em si, nada além do óbvio.

2. Como já esclareceu a produtora GOUP Entertainment, não há um único centavo do sr. Daniel Vorcaro em Dark Horse. E, ainda que houvesse, não haveria problema algum: trata-se de relação privada, entre adultos capazes, sem um único real de dinheiro público envolvido. E, na época, não havia qualquer suspeita a ele e seu banco.

3. Dark Horse é uma superprodução em padrão hollywoodiano, com 100% de capital privado, ator de primeira linha, além de diretor e roteirista de renome internacional — com qualidade inédita para retratar o maior líder político brasileiro do século XXI. O projeto é real, será lançado nos próximos meses e, para quem investir, será um negócio bem sucedido.

4. ⁠Desde o anúncio do projeto, Dark Horse vem sendo alvo reiterado de ataques direcionados não apenas à produção do filme, mas também à sua própria visão e exibição futura. Há uma tentativa permanente de descredibilizar a obra perante a opinião pública, investidores e parceiros do setor audiovisual, muitas vezes por motivações políticas e ideológicas claras. Ainda assim, o projeto segue firme, estruturado e respaldado por profissionais experientes da indústria cinematográfica internacional.

5. Por fim, um lembrete pessoal: geri bilhões da Lei Rouanet à frente da Secretaria Especial da Cultura e saí do governo com as mãos limpas. Quem não se enriqueceu com bilhões certamente não iria se sujar pelos R$ 2 milhões que a imprensa agora tenta arrecadar.”

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Tags: A interceptaçãoBanco MestrebolsonarodáDaniel VorcaroEduardoBolsonarofilmeflavio bolsonaroFriasinvestimentoJairBolsonaroMarioNovaparasobreVersãoVorcaro
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