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‘Mandaram jogar até a coroa pro alto’: como o tráfico do TCP expulsava moradores das próprias casas

Redação Por Redação
13 de junho de 2026
Em Notícias
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‘Mandaram jogar até a coroa pro alto’: como o tráfico do TCP expulsava moradores das próprias casas
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‘Mandaram jogar até a coroa pro alto’: como o tráfico do TCP expulsava moradores das próprias casas
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Operação mira grupo do TCP que expulsava moradores para tomar imóveis O braço do Terceiro Comando Puro (TCP) que expulsava moradores das próprias casas e extorquia de comerciantes via na posse de imóveis mais uma fonte de lucro. Nesta sexta-feira (12), a Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas e Inquéritos Especiais (Draco-IE) cumpriu 43 mandatos de busca e apreensão contra o bando, que buscava expandir o domínio do Complexo de São Carlos para bairros do entorno, na região central do Rio de Janeiro, como a Cidade Nova. Em um áudio obtido pela polícia, um bandido fala sobre tirar um morador de casa: “O Marlon tava mandando eu jogar até a coroa pro alto e agarrar o imóvel.” Até a última atualização desta reportagem, 3 pessoas tinham sido presas em flagrante. O Tráfico do São Carlos passou a ameaçar moradores e comerciantes da Cidade Nova Reprodução/TV Globo Segundo a Draco, a tática do TCP era asfixiar moradores e comerciantes para forçar a desocupação do imóvel. “O tráfico de drogas desse complexo exigia taxas exorbitantes para continuar o funcionamento, e com isso os comerciantes e moradores se viam obrigados a entregar o imóvel ou serem retirados mesmo”, informou o delegado Jefferson Ferreira. “Pessoas ligadas a essa organização invadiam o imóvel e se diziam ali legítimos possuidores”, emendou. A polícia afirma que esses locais viravam “patrimônio da facção” e eram usados ​​para lavar o dinheiro do tráfico. Os investigadores encontraram escrituras que, segundo eles, foram forjadas em cartório, para dar aparência de legalidade aos imóveis invadidos pelos criminosos. “Eles declararam falsamente que exerciam a posse ali, induzindo a erro as pessoas que estavam comprando esses imóveis”, detalhou o delegado. Segundo a polícia, os criminosos consultaram uma suposta advogada para tirar dúvidas sobre como regularizar os imóveis. Segundo as investigações, um traficante de Minas Gerais que atua na fiscalização de São Carlos como cobranças da população no entorno do complexo. Rafael Carlos da Silva Ferreira, o Parazão, coordena a venda de armas entre Minas e Rio. A polícia descobriu ainda que o chefe principal de São Carlos, Anderson Rosa Mendonça, o Coelho, idade de dentro da cadeia. Além dele, Leonardo Miranda da Silva, o Léo Empada, e Marcílio Cheru de Oliveira também fazem parte do núcleo de comando da facção na comunidade. A Justiça também determinou o bloqueio de cerca de R$ 60 milhões e o sequestro de imóveis, veículos de luxo e outros bens apontados como parte do esquema de ocultação patrimonial da organização.
Operação mira grupo do TCP que expulsava moradores para tomar imóveis O braço do Terceiro Comando Puro (TCP) que expulsava moradores das próprias casas e extorquia de comerciantes via na posse de imóveis mais uma fonte de lucro. Nesta sexta-feira (12), a Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas e Inquéritos Especiais (Draco-IE) cumpriu 43 mandatos de busca e apreensão contra o bando, que buscava expandir o domínio do Complexo de São Carlos para bairros do entorno, na região central do Rio de Janeiro, como a Cidade Nova. Em um áudio obtido pela polícia, um bandido fala sobre tirar um morador de casa: “O Marlon tava mandando eu jogar até a coroa pro alto e agarrar o imóvel.” Até a última atualização desta reportagem, 3 pessoas tinham sido presas em flagrante. O Tráfico do São Carlos passou a ameaçar moradores e comerciantes da Cidade Nova Reprodução/TV Globo Segundo a Draco, a tática do TCP era asfixiar moradores e comerciantes para forçar a desocupação do imóvel. “O tráfico de drogas desse complexo exigia taxas exorbitantes para continuar o funcionamento, e com isso os comerciantes e moradores se viam obrigados a entregar o imóvel ou serem retirados mesmo”, informou o delegado Jefferson Ferreira. “Pessoas ligadas a essa organização invadiam o imóvel e se diziam ali legítimos possuidores”, emendou. A polícia afirma que esses locais viravam “patrimônio da facção” e eram usados ​​para lavar o dinheiro do tráfico. Os investigadores encontraram escrituras que, segundo eles, foram forjadas em cartório, para dar aparência de legalidade aos imóveis invadidos pelos criminosos. “Eles declararam falsamente que exerciam a posse ali, induzindo a erro as pessoas que estavam comprando esses imóveis”, detalhou o delegado. Segundo a polícia, os criminosos consultaram uma suposta advogada para tirar dúvidas sobre como regularizar os imóveis. Segundo as investigações, um traficante de Minas Gerais que atua na fiscalização de São Carlos como cobranças da população no entorno do complexo. Rafael Carlos da Silva Ferreira, o Parazão, coordena a venda de armas entre Minas e Rio. A polícia descobriu ainda que o chefe principal de São Carlos, Anderson Rosa Mendonça, o Coelho, idade de dentro da cadeia. Além dele, Leonardo Miranda da Silva, o Léo Empada, e Marcílio Cheru de Oliveira também fazem parte do núcleo de comando da facção na comunidade. A Justiça também determinou o bloqueio de cerca de R$ 60 milhões e o sequestro de imóveis, veículos de luxo e outros bens apontados como parte do esquema de ocultação patrimonial da organização.[/gpt3]

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