• Anuncie
  • Contato
  • Home
  • Política
  • Política de privacidade
  • Quem Somos
  • Trabalhe Conosco
  • Menu
    • Política
    • Economia
    • São Paulo
    • Brasil
    • Educação
    • Entretenimento
    • Esportes
    • Saúde
    • Mundo
    • Tecnologia
    • Vídeos
  • Política de privacidade
Sem Resultado
Ver todos os resultados
  • Menu
    • Política
    • Economia
    • São Paulo
    • Brasil
    • Educação
    • Entretenimento
    • Esportes
    • Saúde
    • Mundo
    • Tecnologia
    • Vídeos
  • Política de privacidade
Sem Resultado
Ver todos os resultados
Sem Resultado
Ver todos os resultados

Lula eleva provocações a Trump apostando em inimigo externo

Por Redação
24 de abril de 2026
Em Notícias
A A
Lula eleva provocações a Trump apostando em inimigo externo
Twitter1128254686redacaobcn@gmail.com



O presidente Luís Inácio Lula da Silva (PT) converteu nos últimos dias o confronto com Donald Trump em peça central de sua estratégia para a reeleição. Diante do fortalecimento do principal rival, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e da persistente coleta ao seu governo, o presidente aposta nas provocações a Washington disfarçadas de defesa da soberania do Brasil como forma de angariar o apoio da população.

Na provocação mais recente ao presidente americano, Lula voltou a confessar que levaria jabuticabas para acalmá-lo. Dias antes, em Portugal, zumbiu de Trump, dizendo que era preciso dar o Nobel da Paz para ele parar de fazer guerras. Ao longo de semanas, o petista evocou até a coragem dos cangaceiros para se contrapor ao que chama de autoritarismo do americano.

O governo brasileiro também tentou nesta semana retratar como agressão ao Brasil a expulsão de um delegado da Polícia Federal do posto de oficial de ligação no ICE (agência de combate à imigração ilegal nos EUA). O policial é investigado por manipular o sistema de imigração americano para forçar a deportação do ex-deputado Alexandre Ramagem (PL-RJ), desafeto do governo petista.

Diferente do Brasil, onde o caso recebido ao político com a determinação de Lula de que um agente americano também foi expulso do Brasil pelo princípio diplomático da reciprocidade, o afastamento do delegado brasileiro vem sendo tratado de forma mais contida pelos EUA.

Segundo analistas ouvidos pela Gazeta do Povouma lógica perseguida por Lula é velha conhecida da esquerda no mundo. Ao deslocar o foco para conflitos internacionais, o governo busca reduzir a pressão interna e recompor a base, explorando o discurso de defesa da soberania nacional. Após uma série de provocações a Trump, Lula parece torcer pelas respostas do americano.

No último dia 14, o presidente brasileiro ironizou a possibilidade de interferência de Trump nas eleições brasileiras, afirmando que isso “o ajudaria muito”. Segundo o presidente, não há temor nesse cenário, embora classifique qualquer ingerência estrangeira como violação da soberania. Lula citou ruídos na relação bilateral e criticou quem busca apoio político da Casa Branca.

A prova evidente de que o confronto com os Estados Unidos tem impacto positivo para a popularidade de Lula está no segundo semestre de 2025. Naquele período,barreiras comerciais contra o Brasil anunciadas pela Casa Branca e outras revisões deram melhorias temporárias à imagem de petista, revertendo a curva de desaprovação e propondo uma oposição na defensiva.

Pesquisas de opinião realizadas logo após a tarifaço imposta por Trump indicaram que a ocorrência de Lula ajudou a conter sua queda de popularidade e até promover a recuperação.

Levantamentos da Genial/Quaest apontaram avanço da popularidade do presidente de 40% em maio para 43% em julho e 46% em agosto, enquanto a desaprovação revelou níveis mais elevados para 51%. No mesmo período, a AtlasIntel registrou um pico mais abrupto: no fim de julho, a aprovação chegou a 50,2%, superando numericamente a desaprovação (49,7%) pela primeira vez no ano, antes de recuar em agosto para 47,9%.

A Quaest realizou entrevistas presenciais com 2.000 participantes, margem de erro de dois pontos percentuais e nível de confiança de 95%, captando melhora consistente ao longo dos dois meses. A AtlasIntel utilizou recrutamento digital aleatório, com amostra de 7.334 entrevistados em julho, margem de erro de um ponto e igual nível de confiança, o que favorece a detecção de variações mais rápidas de opinião.

Para o cientista político Márcio Coimbra, Trump funciona como “cabo eleitoral involuntário” de Lula, reeditando a polarização em escala global.

Já o professor Daniel Afonso Silva observa que Lula atua na lógica de “morde e assopra”, tentando extrair ganhos de qualquer movimento de Trump. Ainda assim, ressalta que crises internas — como os casos do INSS e do Banco Master — permanecem como variáveis ​​bem mais sensíveis e ameaçadoras para o plano de reeleição.

Após a guerra do Irã, Lula disparou críticas a Trump dentro e fora do país

A relação entre Lula e Trump deteriorou-se rapidamente após breve ensaio de aproximação. Em poucas semanas, episódios diplomáticos e políticos entraram no diálogo, com o petista elevando o tom contra o americano e acusando-o de agir com ameaças e desprezo ao multilateralismo.

Lula se aproveitou de uma crise sofrida por Trump, que entrou em choque com o papa Leão XIV em abril. Após o papa pedir paz no Irã, Trump disse que ele é terrível em política externa. As rusgas entre os dois progrediram e levaram a um afastamento momentâneo de aliados de Trump, como a primeira ministra italiana Giorgia Meloni e Nigel Farage, do partido Reforma do Reino Unido da Grã-Bretanha.

“Estive com ele [papa Leão XIV] e saí muito bem impressionado. [Quero] seja solidário com ele, porque está correta a crítica que ele fez ao presidente Trump. Ninguém precisa ter medo de ninguém”, disse Lula em entrevista aos órgãos de imprensa alinhados à esquerda.

Lula intensificou as críticas em viagens e entrevistas, defendendo que “líderes não deveriam governar pelo medo” e reagindo ao que chamou de “ingerência dos EUA”.

Nas últimas semanas, Lula elevou o volume em viagens à Colômbia, Espanha, Portugal e Alemanha, com críticas diretas e reiteradas a Trump.

A tensão cresceu com o caso da expulsão do delegado brasileiro, fazendo com que o governo adotasse reciprocidade e suportasse o discurso, mesmo defendendo os canais diplomáticos.

Internamente, o presidente também reforçou a narrativa ao elogiar a atuação da Polícia Federal (PF) na tentativa de forçar a deportação do ex-deputado Alexandre Ramagem. O presidente expôs um cenário de atrito bilateral crescente com Washington em meio à disputa eleitoral no país, coletado à ditadura da Venezuela.

Conflito reforçado sepulta perspectiva de novo encontro entre presidentes

Um eventual encontro entre Lula e Trump em Washington, que chegou a ser cogitado para breve, vem sendo empurrado para o segundo semestre, se ainda ocorrer. O adiamento preserva o conflito em estado latente — condição ideal para exploração política ao longo da pré-campanha. Ao tensionar a relação com Washington, Lula busca associar Trump à direita brasileira, principalmente Flávio.

A estratégia simplifica o debate eleitoral, reforçando a narrativa de confronto entre democracia e “ameaça autoritária”. O movimento também dialoga com fatores externos. Desde o início da guerra dos EUA com o Irã, Lula acompanha o desgaste de Trump junto aos públicos americano e internacional e tenta incorporar esse sentimento à sua retórica.

Lula veja, logo após o início do conflito entre EUA e Israel contra o Irã que a derrota ao governo Trump avançou, atingindo o menor nível de aprovação popular desde sua posse.

Pesquisas de abril de 2026 indicam que a aprovação do presidente Donald Trump nos EUA atingiu seu nível mais baixo no segundo mandato, situando-se entre 36% e 37% em levantamentos recentes. A pesquisa Reuters/Ipsos, realizada online com 4.557 adultos, apontou 36% de aprovação e 62% de desaprovação, impulsionada pela guerra com o Irã e custos elevados.

Os críticos atribuem a derrota nas eleições do primeiro-ministro húngaro Viktor Orban não só à sua proximidade com o ditador russo Vladimir Putin, mas também ao pedido de apoio do aliado Trump.

Em discursos, Flávio Bolsonaro tem frisado que a solução para os problemas do Brasil está nas mãos do brasileiro, evitando qualquer insinuação de pedido de intervenção.

Compartilhe isso:

  • Compartilhar no Facebook(abre em nova janela) Facebook
  • Compartilhar no X(abre em nova janela) 18+
Tags: Alexandre RamagemapostandoBanco Mestredemocraciadonald trumpeleiçõesEleições 2026elevaEUA - Estados Unidosexternoflavio bolsonaroinimigoiráIsraellulapolicia federalprovocaçõesTrumpWashington
Postagem Anterior

Seminarista expulso por “caos” em missa será ordenada pelo papa Leão XIV

Próxima Postagem

Rio terá sistema de estacionamento rotativo 100% digital; testes começaram em agosto

Próxima Postagem

Rio terá sistema de estacionamento rotativo 100% digital; testes começaram em agosto

Deixe o Seu Comentário

PREVISÃO DO TEMPO

Fonte de dados meteorológicos: Wetter 30 tage

IMPOSTO DE RENDA 2026

ENSINO SUPERIOR EAD

CURSO PROFISSÃO RÁPIDA

INVESTIGADOR PROFISSIONAL 11 98806-4613

TERRENO EM JANAÚBA/MG (38) 9.9154-0000

JASMIRA IMÓVEIS (38) 9.8831-0162

CERTIFICADO DIGITAL SEM SAIR DE CASA

JASMIRA IMÓVEIS (38) 9.8831-0162

INVESTIGADOR DIGITAL 11 98806-4613

CURSOS ONLINE

  • Anuncie
  • Contato
  • Home
  • Política
  • Política de privacidade
  • Quem Somos
  • Trabalhe Conosco

© 2024 Rede BCN | Todos os direitos reservados. E-mail: redacao@redebcn.com.br

Sem Resultado
Ver todos os resultados
  • Menu
    • Política
    • Economia
    • São Paulo
    • Brasil
    • Educação
    • Entretenimento
    • Esportes
    • Saúde
    • Mundo
    • Tecnologia
    • Vídeos
  • Política de privacidade

© 2024 Rede BCN | Todos os direitos reservados. E-mail: redacao@redebcn.com.br

Cookies
Servimos cookies. Se acha que está tudo certo, clique em "aceitar tudo". Você também pode escolher que tipo de cookies deseja clicando em "configurações".
Configurações Aceitar tudo
Cookies
Escolha que tipo de cookies aceitar. Sua escolha será salva por um ano.
  • Necessário
    Esses cookies não são opcionais. São necessários para o funcionamento do site.
  • Estatísticas
    Para que possamos melhorar a funcionalidade e a estrutura do site, com base em como o site é usado.
  • Experiência
    Para que o nosso site funcione o melhor possível durante a sua visita. Se você recusar esses cookies, algumas funcionalidades desaparecerão do site.
  • Marketing
    Ao compartilhar seus interesses e comportamento ao visitar nosso site, você aumenta a chance de ver conteúdo e ofertas personalizadas.
Salvar Aceitar tudo
Sair da versão mobile