O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou, nesta quarta (1º), que seu destino político imediato é ser eleito novamente para um quarto mandato, o que ele considera inédito na história da política brasileira. Ele concorrerá à reeleição em outubro ao lado do atual vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB), contra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) pela oposição, além do governador Ronaldo Caiado (PSD-GO) se apresentando como uma “terceira via”.
“Meu destino é ganhar as eleições pela quarta vez, o que será um fato inédito na história do Brasil alguém ser tetra numa eleição presidencial. Eu trabalho com a ideia fixa de que nós ainda não conseguimos arrumar a totalidade dos problemas do povo pobre desse país”, disse Lula em entrevista à TV Cidade de Fortaleza, onde cumpre agenda ao longo do dia.
Lula ainda citou que somente nos governos do PT — em especial os seus mandatos — a economia cresce mais de 3% com distribuição mais ampla da renda, enquanto que outros partidos não alcançam esse patamar do PIB (Produto Interno Bruto, a soma de todos os bens e serviços produzidos no país) e governam com vista a apenas 35% da população, e não a “100% dela”.
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Ainda durante uma entrevista, Lula voltou a criticar o mercado financeiro do país por, intencionalmente, querer que os investimentos do governo sejam feitos apenas para uma parcela da população mais privilegiada, e não com o que considera uma distribuição para a totalidade.
“A elite brasileira, a Faria Lima lá em São Paulo (região da capital paulista tida como o coração do mercado financeiro brasileiro), gostaria que o dinheiro que eu gastasse com ações sociais fosse pra eles, e não para o povo pobre”, atirou Lula.
O presidente petista citou, ainda, indicadores financeiros que atestam o crescimento da massa salarial brasileira, o menor desemprego da história brasileira, entre outros, mas sem citar o endividamento recorde da população que chegou a 79% em fevereiro, com 81,7 milhões de pessoas inadimplentes. Foi um aumento de 38,1% em 10 anos.
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