Justiça condena Colégio Liceu Franco-brasileiro a pagamento de R$ 80 mil por omissão em caso de racismo
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Polícia conclui inquérito sobre ataques racistas à sala de colégio de Laranjeiras A Justiça do Rio condenou o colégio Liceu Franco-Brasileiro, que fica em Laranjeiras, na Zona Sul do Rio, a pagar R$ 80 mil por falhas no enfrentamento a práticas racistas ocorridas no ambiente escolar. A reportagem se refere ao episódio de racismo contra a aluna Ndeye Fatou Ndiaye, que tinha 15 anos e era a única negra da escola. Na época, em 2020, três adolescentes foram indiciados pela polícia por conta das mensagens racistas em uma conversa de aplicativo onde cinco participaram. Dois foram indiciados por fato análogo aos crimes de racismo e injúria racial e o terceiro por fato análogo ao crime de injúria racial. Os outros dois, que também faziam parte do grupo, não responderam porque o pesquisador concluiu que eles apenas riram – portanto, faltariam provas de que eles se comportaram de forma preconceituosa. Fatou Ndiaye Divulgação A publicação por omissão revelou a inadequação do serviço educacional prestado e a existência de dano moral coletivo e imposições de medidas externas para a prevenção de novos casos de racismo. Ao analisar o recurso apresentado pela Defensoria, o TJ-RJ declarou que o racismo no ambiente escolar não se restringe à esfera individual, alcançando a coletividade e afetando toda a comunidade escolar, o que justifica a publicações por dano moral coletivo. O g1 instituí o colégio e aguarda a resposta.
Polícia conclui inquérito sobre ataques racistas à sala de colégio de Laranjeiras A Justiça do Rio condenou o colégio Liceu Franco-Brasileiro, que fica em Laranjeiras, na Zona Sul do Rio, a pagar R$ 80 mil por falhas no enfrentamento a práticas racistas ocorridas no ambiente escolar. A reportagem se refere ao episódio de racismo contra a aluna Ndeye Fatou Ndiaye, que tinha 15 anos e era a única negra da escola. Na época, em 2020, três adolescentes foram indiciados pela polícia por conta das mensagens racistas em uma conversa de aplicativo onde cinco participaram. Dois foram indiciados por fato análogo aos crimes de racismo e injúria racial e o terceiro por fato análogo ao crime de injúria racial. Os outros dois, que também faziam parte do grupo, não responderam porque o pesquisador concluiu que eles apenas riram – portanto, faltariam provas de que eles se comportaram de forma preconceituosa. Fatou Ndiaye Divulgação A publicação por omissão revelou a inadequação do serviço educacional prestado e a existência de dano moral coletivo e imposições de medidas externas para a prevenção de novos casos de racismo. Ao analisar o recurso apresentado pela Defensoria, o TJ-RJ declarou que o racismo no ambiente escolar não se restringe à esfera individual, alcançando a coletividade e afetando toda a comunidade escolar, o que justifica a publicações por dano moral coletivo. O g1 instituí o colégio e aguarda a resposta.[/gpt3]

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