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Juiz de Fora: Abalo Sísmico Anterior à Tragédia das Chuvas Não Vulnerabilizou Encostas, Afirmam Especialistas

Nardel Azuoz Por Nardel Azuoz
4 de maio de 2026
Em Notícias
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Juiz de Fora: Abalo Sísmico Anterior à Tragédia das Chuvas Não Vulnerabilizou Encostas, Afirmam Especialistas

G1

Twitter1128254686redacaobcn@gmail.com

Dois dias antes da trágica chuva que causou 66 mortes em Juiz de Fora no fim de fevereiro, um abalo sísmico de magnitude 2,1 gerou preocupação entre os moradores. Em meio à reconstrução e ao temor de novos deslizamentos, a dúvida sobre a possível influência do tremor na vulnerabilidade das encostas persistia. Especialistas do Centro de Sismologia da Universidade de São Paulo (USP) e do Departamento de Geociências da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) foram consultados e são categóricos: o tremor não tornou as encostas mais suscetíveis à chuva.

O Impacto Sísmico e as Causas Reais da Tragédia

O professor Roberto Marques Neto, do Departamento de Geociências da UFJF e pós-doutor em geociências, explicou que o tremor em Juiz de Fora decorreu de um alinhamento geológico ligado a falhas tectônicas, as quais podem apresentar movimentação futura. No entanto, os deslizamentos que resultaram na tragédia foram desencadeados pela combinação de um volume extremo de chuva e a ocupação de áreas de risco. Juiz de Fora registrou 316,6 mm de chuva na semana da catástrofe e um acumulado mensal de 763,8 mm em fevereiro, superando em mais de quatro vezes a média histórica e tornando-o o mês mais chuvoso já registrado. Segundo o professor, danos por chuva intensa se concentram em áreas de maior vulnerabilidade, e tremores capazes de provocar deslizamentos geralmente possuem magnitude superior a 5, bem acima dos 2,1 registrados na cidade.

Sismologia no Brasil: Tremores Comuns, Baixo Risco

Bruno Collaço, sismólogo do Centro de Sismologia da USP e da Rede Sismográfica Brasileira (RSBR), ressaltou que tremores como o de Juiz de Fora são de baixa intensidade e relativamente comuns no Brasil. Ele enfatizou que eventos desse porte não possuem força para afetar estruturas ou causar deslizamentos graves, e que os impactos de sismos mais fortes são tipicamente imediatos, sem um efeito tardio. Minas Gerais está entre os estados com mais registros sísmicos no país, embora geralmente de baixa intensidade e sem risco significativo. A Zona da Mata, em particular, apresenta uma atividade ainda menor e mais dispersa, com sete ocorrências em Juiz de Fora desde 1986. A percepção desses sismos pela população se deve à sua profundidade rasa, não indicando um risco elevado.

O Verdadeiro Risco: Chuva e Monitoramento Continuam Sendo Cruciais

Diante do cenário, os especialistas reforçam que o foco deve ser o monitoramento contínuo das encostas em áreas de risco, especialmente enquanto o solo permanecer saturado. A população é orientada a seguir rigorosamente os alertas da Defesa Civil. A chuva, mais do que os tremores, permanece como o principal fator de risco e exige atenção constante.

Perguntas Frequentes

Juiz de Fora pode registrar novos tremores?

O professor Roberto Marques Neto indica que novos tremores podem ocorrer devido às características geológicas da região. Contudo, não há, neste momento, qualquer indício de eventos com potencial para causar grandes danos.

Quais áreas da cidade exigem maior atenção?

A identificação precisa de áreas de maior risco sísmico exige uma análise técnica aprofundada do relevo e da estrutura geológica local. Entretanto, o professor menciona que regiões como o entorno do Morro do Cristo e a transição entre a “cidade baixa” e a “cidade alta” merecem especial atenção, dadas suas características de alinhamento geológico e falhas tectônicas antigas.

Fonte: https://g1.globo.com

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Tags: abalo sísmicochuvasdefesa civildeslizamentosencostasGeociênciasjuiz de forarisco geológicoSismologia BrasilTragédia JF
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