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Jovens denunciam que fotos tiradas em abordagem policial foram espalhadas em grupos com acusação de roubo no Rio

Redação Por Redação
25 de maio de 2026
Em Notícias
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Jovens denunciam que fotos tiradas em abordagem policial foram espalhadas em grupos com acusação de roubo no Rio
Twitter1128254686redacaobcn@gmail.com



Jovens denunciam que fotos tiradas em abordagem policial foram espalhadas em grupos com acusação de roubo no Rio
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Jovens fotografados durante abordagem policial têm imagens compartilhadas na internet Dois jovens moradores do Morro da Coroa, em Santa Teresa, denunciam terem sido expostos após uma abordagem policial na Lapa, na Região Central do Rio. Segundo as famílias, fotos tiradas por agentes do programa Segurança Presente resultaram de uma circular em grupos de WhatsApp do bairro acompanhados de acusações de envolvimento em assaltos na região. As mães dos rapazes, que pediram para não serem identificados, afirmam que os jovens são inocentes e que se trata de uma situação de racismo. “Negro, de bicicleta, na Lapa, morador de favela”, resumiu uma das mães. “Não havia nada com ele”, disse outra. Segundo elas, os dois jovens, um de 16 anos e outro de 19, voltaram para casa no dia 29 de abril, depois de andar de bicicleta pelo Aterro do Flamengo, quando foram envolvidos por agentes da Segurança Presente na Avenida Mem de Sá, na Lapa. 🟩O g1 Rio está no GloboPop, o novo aplicativo de vídeos curtos verticais da Globo, disponível gratuitamente no seu celular. Lá no app, você pode acompanhar o palco do g1 Rio para não perder nenhum episódio. Baixe o GloboPop. As famílias afirmam que os rapazes foram revistados e nada de irregular foi encontrado. Ainda assim, os policiais fotografaram os rostos dos dois durante a ação. Dias depois, as imagens encontraram uma circular em grupos de mensagens de moradores de Santa Teresa, associando os jovens a roubos ocorridos na região. Jovens denunciam que fotos tiradas em abordagem policial foram espalhadas em grupos com acusação de roubo no Rio Reprodução/TV Globo “Quem tirou as fotos? Foram eles, os policiais”, afirmou uma das mães. Nos prints obtidos pelas famílias, há mensagens que sugerem que os jovens seriam suspeitos de crimes e comentários considerados racistas. Em uma das mensagens, um participante escreve: “A cara dos bonitos aí”. Outro afirma que os jovens não têm “cara de coroinha de igreja” e sugere que os moradores fiquem atentos às imagens. Nem todos concordaram com a exposição. Alguns membros dos grupos questionaram se havia evidências contra os rapazes e alertaram para o risco de injustiça e violência. As mães disseram que só ocorreu a circulação das fotos dias depois, por meio de terceiros. Desde então, segundo elas, os jovens mudaram a rotina e passaram a viver com medo. A Defensoria Pública acompanha o caso e afirma que uma associação de jovens a crimes sem comprovação pode configurar violação de direitos. O órgão pretende oficializar a Polícia Militar para identificar quais agentes estavam no plantão no dia da abordagem e esclarecer se os protocolos de atuação foram cumpridos. “A gente avalia a denúncia na esfera criminal e na civil, incluindo eventual pedido de indenização ao Estado”, afirmou a defensora pública Luciana Motta, coordenadora de Promoção da Equidade Racial e do Núcleo de Combate ao Racismo. O caso é investigado pela Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decradi). A Secretaria de Governo, responsável pela operação Segurança Presente, informou que abriu uma depuração interna e reforçou que o registro fotográfico não faz parte do procedimento padrão das equipes. A pasta afirmou ainda que, caso seja identificado compartilhamento indevido de imagens por agentes da operação, serão impostas as medidas administrativas cabíveis.
Jovens fotografados durante abordagem policial têm imagens compartilhadas na internet Dois jovens moradores do Morro da Coroa, em Santa Teresa, denunciam terem sido expostos após uma abordagem policial na Lapa, na Região Central do Rio. Segundo as famílias, fotos tiradas por agentes do programa Segurança Presente resultaram de uma circular em grupos de WhatsApp do bairro acompanhados de acusações de envolvimento em assaltos na região. As mães dos rapazes, que pediram para não serem identificados, afirmam que os jovens são inocentes e que se trata de uma situação de racismo. “Negro, de bicicleta, na Lapa, morador de favela”, resumiu uma das mães. “Não havia nada com ele”, disse outra. Segundo elas, os dois jovens, um de 16 anos e outro de 19, voltaram para casa no dia 29 de abril, depois de andar de bicicleta pelo Aterro do Flamengo, quando foram envolvidos por agentes da Segurança Presente na Avenida Mem de Sá, na Lapa. 🟩O g1 Rio está no GloboPop, o novo aplicativo de vídeos curtos verticais da Globo, disponível gratuitamente no seu celular. Lá no app, você pode acompanhar o palco do g1 Rio para não perder nenhum episódio. Baixe o GloboPop. As famílias afirmam que os rapazes foram revistados e nada de irregular foi encontrado. Ainda assim, os policiais fotografaram os rostos dos dois durante a ação. Dias depois, as imagens encontraram uma circular em grupos de mensagens de moradores de Santa Teresa, associando os jovens a roubos ocorridos na região. Jovens denunciam que fotos tiradas em abordagem policial foram espalhadas em grupos com acusação de roubo no Rio Reprodução/TV Globo “Quem tirou as fotos? Foram eles, os policiais”, afirmou uma das mães. Nos prints obtidos pelas famílias, há mensagens que sugerem que os jovens seriam suspeitos de crimes e comentários considerados racistas. Em uma das mensagens, um participante escreve: “A cara dos bonitos aí”. Outro afirma que os jovens não têm “cara de coroinha de igreja” e sugere que os moradores fiquem atentos às imagens. Nem todos concordaram com a exposição. Alguns membros dos grupos questionaram se havia evidências contra os rapazes e alertaram para o risco de injustiça e violência. As mães disseram que só ocorreu a circulação das fotos dias depois, por meio de terceiros. Desde então, segundo elas, os jovens mudaram a rotina e passaram a viver com medo. A Defensoria Pública acompanha o caso e afirma que uma associação de jovens a crimes sem comprovação pode configurar violação de direitos. O órgão pretende oficializar a Polícia Militar para identificar quais agentes estavam no plantão no dia da abordagem e esclarecer se os protocolos de atuação foram cumpridos. “A gente avalia a denúncia na esfera criminal e na civil, incluindo eventual pedido de indenização ao Estado”, afirmou a defensora pública Luciana Motta, coordenadora de Promoção da Equidade Racial e do Núcleo de Combate ao Racismo. O caso é investigado pela Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decradi). A Secretaria de Governo, responsável pela operação Segurança Presente, informou que abriu uma depuração interna e reforçou que o registro fotográfico não faz parte do procedimento padrão das equipes. A pasta afirmou ainda que, caso seja identificado compartilhamento indevido de imagens por agentes da operação, serão impostas as medidas administrativas cabíveis.[/gpt3]

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