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Jorge Messias é, de fato, evangélico?

Por Redação
30 de novembro de 2025
Em Notícias
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Jorge Messias é, de fato, evangélico?
Twitter1128254686redacaobcn@gmail.com



A indicação de mais um aliado de Lula para uma cadeira no Supremo Tribunal Federal (STF) – desta vez, no lugar do ex-ministro Luís Roberto Barroso, que deixou a Corte em outubro –, traz um diferencial em relação aos indicados anteriormente pelo petista na atual gestão: Flávio Dino, ex-ministro do governo, e Cristiano Zanin, ex-advogado de Lula.

Isso porque o atual advogado-geral da União, Jorge Messias, indicado pelo presidente no último dia 20, declarou-se publicamente como evangélico. É, aliás, um dos poucos evangélicos que se apresenta no primeiro escalonamento do governo e, com razão, foi escolhido por Lula para tentar a tarefa de aproximar o governo desse eleitorado.

A escolha de Messias buscou unir alguém politicamente leal ao presidente, mas que também teve perfil religioso. A indicação ocorre no ano pré-eleitoral, em que Lula precisa se aproximar de segmentos evangélicos, que podem ser decisivos na disputa para sua reeleição.

Aliás, é dos evangélicos, que representam 27% da população segundo o último Censo do IBGE, que o petista enfrenta sua maior rejeição: 58% desses segmentos desaprovam o governo, segundo pesquisa Genial/Quaest divulgada no dia 13 de novembro.

Desde o início da gestão atual, Lula enviou Messias para interlocução com evangélicos. Na Marcha Para Jesus de São Paulo, em 2023, o chefe da AGU foi vaiado pelos eleitores ao mencionar o presidente. Nos anos seguintes, ele se apresentou como representante do governo nas edições do evento, mas não citou mais o petista.

Nos últimos dias, lideranças religiosas manifestaram resistência ao nome de Jorge Messias, sobretudo pela longa trajetória ligada ao Partido dos Trabalhadores (PT) e por incertezas quanto à sua posição sobre questões ao cristianismo, em especial à agenda antiaborto.

Para assumir a carga, o indicado precisa ser aprovado na Comissão de Constituição de Justiça (CCJ) do Senado e depois pelo plenário da Casa. No entanto, a resistência dos senadores da oposição, incluindo lideranças da bancada evangélica, pode dificultar a aprovação.

Pastor da igreja de Jorge Messias o define como “conservador-social”

Desde 2016, Messias é membro da Igreja Batista Cristã de Brasília, que possui cerca de 400 membros. Lá, a atual AGU é diácono, isto é, um membro escolhido para prestar apoios diversos – pastoral, administrativo e na organização dos cultos, por exemplo.

A igreja em questão é liderada pelo pastor Sérgio Carazza, que foi secretário-executivo da senadora Damares Alves (Republicanos-DF), no Ministério dos Direitos Humanos, durante a gestão de Jair Bolsonaro.

Em entrevista à Gazeta do PovoCarazza afirmou que Messias “sempre teve uma vida bem atuante e participativa na igreja” e que o aliado de Lula seria, em sua visão, conservador nos costumes, mas defensor de maior intervenção do Estado na Economia.

“O Jorge é um ‘conservador-social’. É um cara a favor da vida, a favor da família e do casamento, com um lado mais voltado à justiça social”, diz.

Segundo o pastor, Messias seria contrário ao aborto. Carazza disse que Messias integra a diretoria do Centro de Reestruturação para a Vida (Cervi) do Distrito Federal – entidade ligada à Igreja Batista Cristã de Brasília, que ampara mulheres que compartilham abortar.

Parecer sobre aborto pesado contra Jorge Messias

Apesar disso, a indicação de Lula para o STF foi bastante criticada por conta de um parecer da AGU, assinado por ele no ano passado, em que defende a derrubada de uma norma do Conselho Federal de Medicina (CFM) que proibia a assistência fetal – método de aborto em gestações com mais de 22 semanas. O parecer em questão foi protocolado nos autos de uma ação proposta pelo PSOL junto ao STF contra a resolução do CFM.

A assistência fetal consiste na injeção de medicamentos no coração do feto para causar parada cardíaca. O parecer de Messias acordado com o pedido do PSOL e pedia que a resolução fosse declarada inconstitucional, permitindo aos médicos a realização do procedimento em questão.

Outra manifestação recente que tem sido criticada por segmentos evangélicos tem a ver com uma ação protocolada por três associações LGBT que pedem a derrubada de uma lei aprovada em julho pela Assembleia Legislativa do Espírito Santo (ALES). A norma garante aos pais o direito de impedir que seus filhos participem de aulas e atividades ligadas à ideologia de gênero em escolas públicas e privadas.

Em seu parecer, Messias apontou que “há indicações graves na manutenção da vigilância da lei” e que a norma “viola a competência privativa da União para definir diretrizes e bases da educação nacional”. O processo segue em tramitação no Supremo.

VEJA TAMBÉM:

  • Parecer sobre aborto vira munição da oposição contra nomeação de Messias ao STF
  • Opinião: você acha que Jorge Messias será aprovado pelo Senado para o STF?

Liderança da bancada evangélica questiona nome de Jorge Messias

Para a deputada federal Carla Dickson (União Brasil-RN), vice-presidente da Frente Parlamentar Evangélica (FPE) na região Nordeste, há resistências significativas entre lideranças cristãs no Congresso quando à indicação de Messias.

Para o parlamentar, o primeiro ponto tem a ver com nova ação de pareamento do STF com aliados do presidente. “Quando a coisa não dá certo com o Congresso, o Lula vai lá e judicializa diretamente no STF. Seria mais um para compor o quadro de ministros ajoelhados a ele”.

Em relação ao aspecto religioso, Carla avalia que a escolha representa uma ação estratégica de Lula para conquistar o segmento evangélico. A deputada aponta, entretanto, ressalvas ao posicionamento religioso do atual mandatário da AGU.

“Uma pessoa que é a favor da assistência fetal, que é o homicídio intraútero de crianças inocentes, não é cristã. No momento em que você se diz cristão, está dizendo que acredita na Bíblia. E a Bíblia é um livro que protege a vida, portanto, contra o aborto. É a favor da família tradicional, portanto, contra a ideologia de gênero que está espalhada pelas escolas”, declara.

Presidente da bancada evangélica no Senado sinaliza reprovação

UM Gazeta do Povo contatou os senadores Carlos Viana (Podemos-MG) e Damares Alves – respectivamente, presidente e vice-presidente da Frente Parlamentar Evangélica do Senado. Ambos disseram que por agora não se manifestariam sobre Jorge Messias.

No entanto, dias após o anúncio do petista, Carlos Viana (que é presidente da CPMI do INSS) informou que decidiu pautar a votação do pedido de convocação de Messias na CPMI. Há suspeitas de que o aliado de Lula teria ignorado alertas feitos por procuradores da própria AGU desde 2024 sobre irregularidades cometidas por entidades responsáveis ​​por descontos associativos prejudiciais em benefícios previdenciários.

Visão totalmente homologada a Lula em tese de doutorado

A tese de doutorado apresentada por Jorge Messias no ano passado, na Universidade de Brasília (UnB), evidencia o alinhamento estreito do advogado-geral da União a Lula. Na dissertação, de 328 páginas, ele cita 54 vezes o nome de Lula, ignora os episódios de corrupção do PT e diz que o Mensalão e a Lava-Jato receberam graças ao “conservadorismo e autoritarismo do STF”, que teria atuado “de maneira partidarizada em detrimento de interesses do PT”.

Nessa tese, Messias também fez uma série de críticas a projetos políticos divergentes da esquerda e disse que a eleição de Jair Bolsonaro representou uma “trágica ascensão da extrema-direita”, enquanto o retorno de Lula é descrito como uma “reconstrução”. Para a atual AGU, o impeachment de Dilma teria sido um “golpe” e “uma dolorosa derrota daquele projeto político”.

Foi de iniciativa de Jorge Messias a criação da chamada Procuradoria Nacional da União de Defesa da Democracia (PNDD) – apelidada pelos críticos do “Ministério da Verdade” – dentro da AGU, com a promessa de combater judicialmente a desinformação.

Como mostrado pela Gazeta do Povodesde sua criação o PNDD rejeitou todas as denúncias de desinformação apresentadas por adversários do governo. Em setembro, Messias foi um dos membros da gestão Lula que teve o visto revogado pelo governo norte-americano.

A gestão Trump revogou vistos de uma série de autoridades brasileiras consideradas próximas ao ministro Alexandre de Moraes, visto pelo governo dos Estados Unidos como violador de direitos humanos.

Outro lado

UM Gazeta do Povo entrou em contato com Messias e abriu espaço para posicionamento, mas não obteve retorno até o fechamento da reportagem.

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Tags: abortarBancada EvangélicaevangélicoevangélicosfatoJorgejorge messiaslulaMessiasSTF
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