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Italian jewellery sector blames Brazil for illegal gold

Por Redação
8 de setembro de 2025
Em Notícias
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Italian jewellery sector blames Brazil for illegal gold
Twitter1128254686redacaobcn@gmail.com


Um dos principais centros de design e fabricação de jóias do mundo, a Itália nesta sexta -feira (5) hospeda a principal feira de ouro da Europa, Vicenzaoro. Entre as peças em exibição no evento, que reúne o Feito na Itália Indústrias de jóias, relojoaria e ourives, parte do ouro se origina do Brasil. Em 2024, os países europeus receberam 42% das exportações de ouro do Brasil, de acordo com dados comerciais oficiais.

Em todo o Atlântico, as autoridades relatam que o ouro extraído ilegalmente na Amazônia continua atravessando o oceano e chegando à Itália, o principal exportador de jóias da Europa. Pelo menos três grandes refinarias italianas – Italpreziosi, Safimet e Chimet – foram nomeadas em investigações pela polícia e costume brasileiras nos últimos três anos (detalhes abaixo).

Para representantes do setor de jóias da Itália, no entanto, a responsabilidade por falhas na rastreabilidade do ouro está no Brasil – uma posição contestada por ambientalistas na própria Itália.

A Confindustria Federorafi (Federação Nacional de Jóias de Ouro, Talheres e Jóias Fabricantes), que representa o setor, disse Repórter Brasil Por e -mail: “Se houver uma falha nos sistemas de controle e rastreabilidade, isso se deve à falta de mecanismos confiáveis ​​por parte das autoridades brasileiras”.

A Federação enfatizou que as empresas italianas “cumprem a legislação atual” e disse que não tinha conhecimento de refinarias na Itália que compram o ouro ilegal brasileiro. “Até onde sabemos, todas as empresas compram ouro acompanhado por documentação regular, certificando a origem legal do metal”.

A Feira Vicenzaoro reúne os principais nomes nos setores de ouro e jóias na Itália todos os anos. A Europa foi o destino de 42% do ouro exportado pelo Brasil em 2024 (foto: Divulgação/Vicenzaoro)
A Feira Vicenzaoro reúne os principais nomes nos setores de ouro e jóias na Itália todos os anos. A Europa foi o destino de 42% do ouro exportado pelo Brasil em 2024 (foto: Divulgação/Vicenzaoro)

Para Martina Borghi, representante do Greenpeace na Itália, o problema está precisamente nos documentos que acompanham o ouro. “Se eles são falsificados ou baseados em fraude – como freqüentemente acontece no Brasil – todo o sistema europeu se torna cúmplice ao aceitá -los sem verificações genuínas”, disse ela. “A indústria italiana lucra diretamente do ouro da Amazônia. Mas quando se trata de transparência, ele se esconde por trás da burocracia”.

História das irregularidades

Investigações recentes de Repórter Brasil revelaram como as refinarias européias, particularmente na Itália, foram fornecidas com suspeita de ouro de origem ilegal.

Em junho, um relatório mostrou que a refinaria italiana Italpreziosi adquiriu o mineral de um importador sob investigação para envolvimento em um esquema ilegal de mineração de ouro em Pará, um estado no bioma da Amazônia. De acordo com as descobertas da polícia, a rede criminal incluía empresas brasileiras que emitiam faturas fraudulentas – às vezes nos nomes das pessoas falecidas – para disfarçar a fonte real do ouro. Os investigadores disseram que parte do ouro veio da mineração ilegal no território indígena de Munduruku.

Em maio do ano passado, Repórter Brasil Também relatou que outra refinaria italiana, Safimet – especializada em refino de metal precioso – havia comprado uma remessa de 5 kg de poeira de ouro escondida a 15 toneladas de carvão. Os oficiais aduaneiros do porto de Santos, em São Paulo, descobriram o ouro não declarado e bloquearam a remessa para a Itália. Embora o ouro tenha representado apenas 0,03% da carga total, seu valor foi estimado em R $ 1,9 milhão – quase três vezes maior que o valor declarado do carvão.

Dois anos antes, o Chimet, outra refinaria italiana, foi citada em investigações policiais como comprador de ouro extraído ilegalmente de minas dentro do território indígena de Kayapó, também em Pará. Repórter Brasil revelou que o Chimet estava listado entre os fornecedores de gigantes da tecnologia como Apple, Google e Microsoft.

Um estudo de 2024 descobriu que o território indígena de Kayapó em Pará foi o mais invadido pela mineração ilegal de ouro, com mais de 13.000 hectares ocupados (foto: Marizilda Crupe/Greenpeace)

Quando abordados na época, todas as três empresas negaram irregularidades. Italpreziosi afirmou que não havia encontrado evidências de ilegalidade no ouro adquirido do importador brasileiro sob investigação. A Safimet disse que fez apenas uma única compra da empresa brasileira alvo da Alfândega e interrompeu o acordo após a apreensão. O Chimet sustentou que suas compras de ouro foram acompanhadas pela documentação que certifica a proveniência legal, além de reconhecer “o risco de que os impactos negativos possam estar associados ao comércio e exportação de minerais de áreas de alto risco”.

Importações de áreas de ‘alto risco’

Um estudo publicado em agosto passado pelo think tank brasileiro Instituto Escolhas, que pesquisa setores como mineração, energia e sistemas alimentares, descobriu que 94% do ouro brasileiro importado pelos países da União Europeia vieram de áreas classificadas como “alto risco” de ilegalidade.

Segundo o Instituto, as importações de “alto risco” são as originárias dos estados de Pará, Amazonas e São Paulo. Em Pará e Amazonas, a produção de ouro é amplamente impulsionada por operações de mineração em pequena escala com licenciamento ambiental mais fraco que a mineração industrial. São Paulo, que não produz ouro em si, atua como um canal para a produção proveniente dessas áreas de mineração.

“Nessas regiões, há fortes indicações de ilegalidade na extração e comércio de ouro, e é difícil certificar a origem legal do metal”, afirmou o relatório.

Suíça: a ‘roupa’ do ouro

Apesar das alegações repetidas, a indústria de ouro da Europa continua operando em grande parte inalterada, disseram especialistas Repórter Brasil.

Até agora, a legislação italiana e européia agiu mais como uma cortina de fumaça do que uma barreira real, argumentou Martina Borghi, do Greenpeace. “A cadeia de suprimentos de ouro é opaca. É muito fácil para o ouro ilegal ser misturado com ouro legal e fronteiras cruzadas com documentação aparentemente adequada”, disse ela.

No ano passado, a Itália foi o oitavo maior comprador de ouro brasileiro. Grande parte do ouro que entra na Itália e outros países europeus, no entanto, passa pela primeira vez pela Suíça. Embora não faça parte da União Europeia, a Suíça funciona como um hub. Em 2024, foi o segundo maior destino de exportação de ouro do Brasil, atrás do Canadá.

Comprador com poeira de ouro natural em uma loja em Pará, no coração da Amazônia (foto: Fernando Martinho/Repórter Brasil)

É na Suíça que o ouro é refinado, reclassificado e, de acordo com especialistas, geralmente “lavado”. “A Suíça opera como uma roupa para o ouro extraído de zonas de conflito ou áreas protegidas”, disse Borghi. “Isso deixa o Brasil sujo e chega à Europa com um novo rosto.”

Uma oportunidade perdida

As esperanças de mudança repousavam na nova lei anti-deflorestação da UE (Eudr-a regulamentação da União Europeia sobre produtos sem desmatamento), que entra em vigor em dezembro de 2025.

O regulamento requer importadores de mercadorias como madeira, cacau, café, soja, óleo de palma, borracha e gado para provar que esses produtos não estão ligados ao desmatamento. O ouro, no entanto, apesar de também ter sido extraído das áreas de destruição da floresta, foi deixado de fora da lista.

Os ambientalistas argumentam que a omissão representa uma oportunidade perdida e uma brecha perigosa em uma das poucas ferramentas concretas que a UE criou para conter o desmatamento nos países de fornecedores.

Para o deputado italiano Angelo Bonelli, da aliança verde e de esquerda (alleanza verdi e sinistra), essa ausência mina qualquer tentativa genuína de retardar o fluxo de ouro ilegal. “A Itália deveria liderar a luta contra o ouro do desmatamento. Em vez disso, faz o oposto: protege a indústria e abandona a floresta”, disse ele.

Existem regras, mas a aplicação é fraca

O Greenpeace também está pressionando a aplicação mais forte do regulamento da UE 2017/821, conhecido como regulamentação de minerais de conflito. Em vigor desde 2021, ele estabelece os requisitos de due diligence para as cadeias de suprimentos de ouro, estanho, tântalo e tungstênio de áreas afetadas por conflitos ou de alto risco.

Segundo Borghi, um de seus pontos mais fracos é a lista de países de alto risco. A Suíça, por exemplo, não está incluída. “É claro que a Suíça não é um país em conflito, mas é uma área de alto risco. Queremos que as empresas, incluindo compradores italianos de ouro, provenientes de lá, sejam obrigados a realizar a devida diligência mais rigorosa e pressionar o país mais difícil de rastrear a origem de seu ouro”, disse ela.

A estrutura legal nacional da Itália também é frágil. Somente em 2022 o artigo 518 do Código Penal Italiano introduziu penalidades específicas para o comércio ilícito de metais preciosos. No entanto, mesmo essa legislação não faz referência a territórios protegidos.

“As regras existem, mas a aplicação é fraca”, explicou Borghi. “E não há vontade política insuficiente de mudar isso. Pelo contrário, o que estamos testemunhando é um esforço coordenado para enfraquecer as leis ambientais na Europa. É como se as promessas ambiciosas do acordo verde europeu estivessem sendo revertidas silenciosamente”.

“O sistema foi projetado para não funcionar”, resumiu o MP Bonelli. “Até a Europa – a Itália em primeiro lugar – reconhece sua parcela de responsabilidade neste ciclo, o ouro ilegal continuará atravessando o oceano e a Amazônia continuará a sangrar”.

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Tags: AmazonblamesBrasilBrazilGoldillegalItáliaItalianjewelleryMineração ilegalourosectorVicenzaoro
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