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Investigação aponta venda e compartilhamento de vídeos de estupro de menina de 12 anos no Rio

Redação Por Redação
16 de maio de 2026
Em Notícias
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Investigação aponta venda e compartilhamento de vídeos de estupro de menina de 12 anos no Rio
Twitter1128254686redacaobcn@gmail.com



Investigação aponta venda e compartilhamento de vídeos de estupro de menina de 12 anos no Rio
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Vídeos em alta no g1 A Polícia Civil do Rio de Janeiro afirma que o vídeo do estupro coletivo de uma menina de 12 anos em Campo Grande, na Zona Oeste do Rio, foi vendido por alguns menores que registraram o crime. Além disso, os agressores também gravaram uma comemoração após cometerem o abuso. “Um deles estava vendendo por R$ 5. Quer dizer, a imagem dessa menina, a intimidade dessa menina valia R$ 5”, destacou a delegada Fernanda Caterine, da Delegacia de Apoio à Mulher (Deam) de Campo Grande, que investiga o caso. ✅Clique aqui para seguir o canal do g1 RJ no WhatsApp Caso é investigado pela Delegacia de Atendimento à Mulher de Campo Grande, na Zona Oeste do Rio Reprodução/ TV Globo Segundo as investigações, um estudante foi atraído até a casa de um jovem com quem mantinha um relacionamento. No local, outros 7 adolescentes já a aguardavam. De acordo com a delegada, a situação foi corrigida. “Ela não sabia, foi tudo premeditado, armado pelo namorado dela. Chegou, foi abordado e submetido a esse ato sexual, agressões, ofensas durante esse ato”, afirmou. Vítima cercada A vítima foi cercada, agredida e violentada pelo grupo, enquanto o crime era filmado. Após o ataque, a menina voltou para casa, mas não contou o que ocorreu por medo e vergonha. O caso só foi denunciado quando as imagens começaram a se espalhar. O crime aconteceu no dia 22 de abril, mas só aconteceu no tona semanas depois, quando vídeos de violência circularam nas redes sociais e chegaram à mãe da vítima. A adolescente já prestou depoimento. Ela passou por exame de corpo de delito e recebe acompanhamento. A delegada destaca que a vítima precisa de suporte. “Essa menina recebeu todo cuidado. Ela vai ter acompanhamento médico, psicológico e também do conselho tutelar”, disse a delegada. Sede do IML de Campo Grande Reprodução/TV Globo Apreensão dos menores A Justiça determinou a apreensão e a internação provisória dos oito adolescentes envolvidos, com idades entre 12 e 16 anos. Até agora, seis foram apreendidos e dois seguintes sendo procurados. Também foi autorizado a apreensão de celulares e computadores usados ​​pelos suspeitos, que serão analisados ​​para aprofundar as investigações. A delegada ainda destacou a gravidade do caso e a expectativa de responsabilização. “Eu não tenho palavras para descrever. Nós somos mães, pais, e espero que esses adolescentes sejam responsabilizados”, ressaltou Fernanda Caterine. As investigações continuam para identificar todas as denúncias do crime e possíveis envolvidos na disseminação das imagens. A TV Globo não conseguiu contato com as defesas dos menores até a última atualização desta reportagem. 🟩O g1 Rio está no GloboPop, o novo aplicativo de vídeos curtos verticais da Globo, disponível gratuitamente no seu celular. Lá no app, você pode acompanhar o palco do g1 Rio para não perder nenhum episódio. Baixe o GloboPop.
Vídeos em alta no g1 A Polícia Civil do Rio de Janeiro afirma que o vídeo do estupro coletivo de uma menina de 12 anos em Campo Grande, na Zona Oeste do Rio, foi vendido por alguns menores que registraram o crime. Além disso, os agressores também gravaram uma comemoração após cometerem o abuso. “Um deles estava vendendo por R$ 5. Quer dizer, a imagem dessa menina, a intimidade dessa menina valia R$ 5”, destacou a delegada Fernanda Caterine, da Delegacia de Apoio à Mulher (Deam) de Campo Grande, que investiga o caso. ✅Clique aqui para seguir o canal do g1 RJ no WhatsApp Caso é investigado pela Delegacia de Atendimento à Mulher de Campo Grande, na Zona Oeste do Rio Reprodução/ TV Globo Segundo as investigações, um estudante foi atraído até a casa de um jovem com quem mantinha um relacionamento. No local, outros 7 adolescentes já a aguardavam. De acordo com a delegada, a situação foi corrigida. “Ela não sabia, foi tudo premeditado, armado pelo namorado dela. Chegou, foi abordado e submetido a esse ato sexual, agressões, ofensas durante esse ato”, afirmou. Vítima cercada A vítima foi cercada, agredida e violentada pelo grupo, enquanto o crime era filmado. Após o ataque, a menina voltou para casa, mas não contou o que ocorreu por medo e vergonha. O caso só foi denunciado quando as imagens começaram a se espalhar. O crime aconteceu no dia 22 de abril, mas só aconteceu no tona semanas depois, quando vídeos de violência circularam nas redes sociais e chegaram à mãe da vítima. A adolescente já prestou depoimento. Ela passou por exame de corpo de delito e recebe acompanhamento. A delegada destaca que a vítima precisa de suporte. “Essa menina recebeu todo cuidado. Ela vai ter acompanhamento médico, psicológico e também do conselho tutelar”, disse a delegada. Sede do IML de Campo Grande Reprodução/TV Globo Apreensão dos menores A Justiça determinou a apreensão e a internação provisória dos oito adolescentes envolvidos, com idades entre 12 e 16 anos. Até agora, seis foram apreendidos e dois seguintes sendo procurados. Também foi autorizado a apreensão de celulares e computadores usados ​​pelos suspeitos, que serão analisados ​​para aprofundar as investigações. A delegada ainda destacou a gravidade do caso e a expectativa de responsabilização. “Eu não tenho palavras para descrever. Nós somos mães, pais, e espero que esses adolescentes sejam responsabilizados”, ressaltou Fernanda Caterine. As investigações continuam para identificar todas as denúncias do crime e possíveis envolvidos na disseminação das imagens. A TV Globo não conseguiu contato com as defesas dos menores até a última atualização desta reportagem. 🟩O g1 Rio está no GloboPop, o novo aplicativo de vídeos curtos verticais da Globo, disponível gratuitamente no seu celular. Lá no app, você pode acompanhar o palco do g1 Rio para não perder nenhum episódio. Baixe o GloboPop.[/gpt3]

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