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Inea identifica 97 comunidades tradicionais em unidades de conservação do RJ

Por Redação
20 de novembro de 2025
Em Notícias
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Inea identifica 97 comunidades tradicionais em unidades de conservação do RJ
Twitter1128254686redacaobcn@gmail.com



Inea identifica 97 comunidades tradicionais em unidades de conservação do RJ
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Inea identifica 97 comunidades tradicionais em unidades de conservação do RJ Rafael Jannuzzi / Seas Um levantamento inédito do Instituto Estadual do Ambiente (Inea) parceria 97 comunidades tradicionais vivendo dentro de unidades de conservação no estado do Rio. Entre os territórios mapeados, dois se destacam pela forte presença de grupos tradicionais: o Parque Estadual do Desengano, no Norte Fluminense, e a Área de Proteção Ambiental (APA) Estadual Pau Brasil, na Região dos Lagos. O estudo reúne quilombolas, caiçaras, pescadores artesanais, salineiros, sitiantes e indígenas e foi elaborado por uma equipe multidisciplinar de biólogos, geógrafos, engenheiros florestais e turismólogos. O objetivo é subsidiar políticas públicas que melhorem a qualidade de vida desses povos e garantam a preservação de seus modos de vida. “O mapeamento permite enxergar, de forma inédita, a diversidade e a força cultural das comunidades tradicionais. Ao entender melhor seus modos de vida, conseguir aprimorar nossas ações e valorizar saberes que atravessam gerações”, afirmou o secretário estadual de Meio Ambiente e Sustentabilidade, Bernardo Rossi. 📱 Siga o canal do g1 Região dos Lagos no WhatsApp. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Quilombolas em unidades como Desengano e Pau Brasil Entre as 12 comunidades quilombolas identificadas no estado, duas estão justamente nas regiões destacadas: Quilombolas do Parque Estadual do Desengano, que preservam práticas agrícolas e culturais no Norte Fluminense; Comunidades quilombolas da APA Estadual Pau Brasil, na Região dos Lagos, que mantêm tradições e utilizam o território para subsistência e turismo de base comunitária. Outros grupos quilombolas vivem nos parques estaduais da Pedra Branca, Serra da Concórdia e Cunhambebe. Diversidade cultural nas unidades Além dos quilombolas, o estudo acordos: 63 comunidades caiçaras em áreas como Ilha Grande, Paraty e Angra dos Reis; 9 comunidades de pescadores artesanais em unidades como Lagoa do Açu, Tiririca, Maricá, Massambaba, Pau Brasil, Itaipu e Guaratiba; 2 comunidades indígenas no Parque Estadual Cunhambebe e na Reserva Ecológica da Juatinga; 1 comunidade salineira na APA Massambaba; 10 locais em unidades como Pedra Branca, Pedra Selada, Serra da Estrela, Alto Iguaçu e Gericinó-Mendanha. A coordenadora da pesquisa, a bióloga Carolina Marques, destaca que o levantamento ajuda a entender como essas comunidades ocupam e utilizam as unidades de conservação e quais ações são necessárias para garantir a preservação de seus costumes. Saberes tradicionais preservados As comunidades mapeadas mantêm uma relação histórica com os recursos naturais, extraindo apenas o necessário para subsistência. Pescadores artesanais, por exemplo, evitam capturar espécies em período de reprodução; salineiros preservam métodos seculares de produção, como na Salina Glória, em Araruama, uma das últimas do país a manter o processo totalmente artesanal. O Inea já capacitou 216 condutores de visitantes de comunidades tradicionais e, em 2025, criou o Núcleo de Povos e Comunidades Tradicionais, que passou a realizar ações coordenadas de mapeamento, diálogo e reconhecimento desses territórios. “Esses territórios são parte viva das áreas protegidas. Muitas comunidades estão nesses locais antes mesmo da criação das unidades. A escuta ativa é essencial”, afirmou a chefe do núcleo e remanescente do Quilombo Boa Esperança, em Areal, Estefanie Rodrigues. Salinas Massambaba Araruama Fabiano Veneza / Mares
Inea identifica 97 comunidades tradicionais em unidades de conservação do RJ Rafael Jannuzzi / Seas Um levantamento inédito do Instituto Estadual do Ambiente (Inea) parceria 97 comunidades tradicionais vivendo dentro de unidades de conservação no estado do Rio. Entre os territórios mapeados, dois se destacam pela forte presença de grupos tradicionais: o Parque Estadual do Desengano, no Norte Fluminense, e a Área de Proteção Ambiental (APA) Estadual Pau Brasil, na Região dos Lagos. O estudo reúne quilombolas, caiçaras, pescadores artesanais, salineiros, sitiantes e indígenas e foi elaborado por uma equipe multidisciplinar de biólogos, geógrafos, engenheiros florestais e turismólogos. O objetivo é subsidiar políticas públicas que melhorem a qualidade de vida desses povos e garantam a preservação de seus modos de vida. “O mapeamento permite enxergar, de forma inédita, a diversidade e a força cultural das comunidades tradicionais. Ao entender melhor seus modos de vida, conseguir aprimorar nossas ações e valorizar saberes que atravessam gerações”, afirmou o secretário estadual de Meio Ambiente e Sustentabilidade, Bernardo Rossi. 📱 Siga o canal do g1 Região dos Lagos no WhatsApp. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Quilombolas em unidades como Desengano e Pau Brasil Entre as 12 comunidades quilombolas identificadas no estado, duas estão justamente nas regiões destacadas: Quilombolas do Parque Estadual do Desengano, que preservam práticas agrícolas e culturais no Norte Fluminense; Comunidades quilombolas da APA Estadual Pau Brasil, na Região dos Lagos, que mantêm tradições e utilizam o território para subsistência e turismo de base comunitária. Outros grupos quilombolas vivem nos parques estaduais da Pedra Branca, Serra da Concórdia e Cunhambebe. Diversidade cultural nas unidades Além dos quilombolas, o estudo acordos: 63 comunidades caiçaras em áreas como Ilha Grande, Paraty e Angra dos Reis; 9 comunidades de pescadores artesanais em unidades como Lagoa do Açu, Tiririca, Maricá, Massambaba, Pau Brasil, Itaipu e Guaratiba; 2 comunidades indígenas no Parque Estadual Cunhambebe e na Reserva Ecológica da Juatinga; 1 comunidade salineira na APA Massambaba; 10 locais em unidades como Pedra Branca, Pedra Selada, Serra da Estrela, Alto Iguaçu e Gericinó-Mendanha. A coordenadora da pesquisa, a bióloga Carolina Marques, destaca que o levantamento ajuda a entender como essas comunidades ocupam e utilizam as unidades de conservação e quais ações são necessárias para garantir a preservação de seus costumes. Saberes tradicionais preservados As comunidades mapeadas mantêm uma relação histórica com os recursos naturais, extraindo apenas o necessário para subsistência. Pescadores artesanais, por exemplo, evitam capturar espécies em período de reprodução; salineiros preservam métodos seculares de produção, como na Salina Glória, em Araruama, uma das últimas do país a manter o processo totalmente artesanal. O Inea já capacitou 216 condutores de visitantes de comunidades tradicionais e, em 2025, criou o Núcleo de Povos e Comunidades Tradicionais, que passou a realizar ações coordenadas de mapeamento, diálogo e reconhecimento desses territórios. “Esses territórios são parte viva das áreas protegidas. Muitas comunidades estão nesses locais antes mesmo da criação das unidades. A escuta ativa é essencial”, afirmou a chefe do núcleo e remanescente do Quilombo Boa Esperança, em Areal, Estefanie Rodrigues. Salinas Massambaba Araruama Fabiano Veneza / Mares[/gpt3]

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