Um dos aliados mais próximos do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), o deputado federal Hélio Lopes (PL-RJ) alterou seu domicílio eleitoral para Roraima, estado por onde pretende disputar uma das duas cadeiras no Senado. A mudança ocorreu no dia 3 de março.
Ao mesmo tempo, o parlamentar mantém-se candidato à vaga no Tribunal de Contas da União (TCU) deixado pela substituição do ministro Aroldo Cedraz. O protagonismo da Corte de Contas em meio ao caso do banco Master atraiu os partidos, que já coloca na mesa do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), outros quatro nomes.
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O Novo decidiu não apoiar Hélio e lançar sua própria candidatura ao TCU, a deputada federal Adriana Ventura (SP). Já o PT conta com o apoio de Motta na indicação do deputado federal Odair Cunha (MG). Para o presidente da Câmara, Odair é “muito dado ao diálogo” e “mesmo sendo do PT, não tem aquele viés ideológico de extrema-esquerda”.
Os outros dois parlamentares no páreo são o deputado federal Gilson Daniel (Podemos-ES), que possui graduação em Ciências Contábeis e mestrado em Finanças, e o deputado federal Danilo Forte (CE), que em meio à resistência da União Brasil em apoiá-lo, deixou o partido.
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As eleições ao Senado por Roraima deverão ter nas urnas nomes como a da ex-prefeita de Boa Vista Teresa Surita (MDB), além do atual governador do estado, Antonio Denarium (PP), que deixará para seu vice, Edilson Damião (Republicanos), a possibilidade de concorrer como cabeça de chapa.
O senador Chico Rodrigues (PSB) quer um novo mandato. Ele deve compor a chapa da esquerda junto com a candidatura de Juscelino Kubitschek Pereira (PT) ao governo do estado. Nomeado da cúpula do MDB, o ex-senador Romero Jucá pretende voltar ao Congresso.

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