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Fundador do Alzirão conta como festa começou com uma televisão na calçada e amigos expulsos de casa

Redação Por Redação
13 de junho de 2026
Em Notícias
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Fundador do Alzirão conta como festa começou com uma televisão na calçada e amigos expulsos de casa
Twitter1128254686redacaobcn@gmail.com



Fundador do Alzirão conta como festa começou com uma televisão na calçada e amigos expulsos de casa
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Fundador do Alzirão conta como festa começou com uma televisão na calçada e amigos A tradição do Alzirão, na Tijuca, Zona Norte do Rio, começou há quase cinco décadas. Centenas de pessoas se reúnem na rua Alzira Brandão para acompanhar a estreia da Seleção do Brasil na Copa do Mundo na tarde deste sábado (13), mas muitos deles não imaginam que tudo começou por acaso. Antes dos telões, dos shows e da multidão, havia apenas uma televisão na calçada e um grupo de amigos que não queria perder um jogo do Brasil. É assim que começou a história do Alzirão, uma das festas mais tradicionais da Copa do Mundo do Rio de Janeiro, que chega este ano à sua 14ª edição e completa 48 anos de existência. “Nunca falou por uma situação tão corrida quanto esta, mas vai dar tudo certo”, diz Ronaldo Saliba, um dos fundadores do evento. “O Alzirão é uma tradição. Estamos fazendo hoje 48 anos. A peteca não pode cair.” Fundador do Alzirão conta como festa começou com uma televisão na calçada e amigos expulsos de casa Reprodução/TV Globo A história começou durante a Copa de 1978. Segundo Ricardo Ferreira, um dos criadores da festa, tudo aconteceu por acaso. O grupo assistiu a uma partida da Seleção na casa de Ronaldo quando uma comemoração mais empolgada terminou em confusão. “Eu soltei um morteiro na casa dele, mas o morteiro, em vez de sair, entrou para dentro da casa. Furou o sofá da sala e fez alguns estragos”, lembra Ricardo. “A mãe dele expulsou a gente. Aí descemos para a esquina e eu falei: ‘espera que você resolva’. Fui em casa, peguei uma televisão e ficamos olhando ali.” A improvisação virou tradição. A cada Copa, mais pessoas apareciam para acompanhar os jogos. O encontro cresceu, ganhou estrutura, shows e telões. Na década de 1990, o evento já atraiu multidões e precisou se profissionalizar. 🟩O g1 Rio está no GloboPop, o novo aplicativo de vídeos curtos verticais da Globo, disponível gratuitamente no seu celular. Lá no app, você pode acompanhar o palco do g1 Rio para não perder nenhum episódio. Baixe o GloboPop. “Chegou um momento em que cresceu demais. Tiago que organizou tudo e criou uma associação com CNPJ”, conta Ricardo. Hoje, o Alzirão é um dos símbolos das Copas do Mundo no Rio. Uma festa que reúne gerações de torcedores e moradores da Tijuca que fizeram da rua uma espécie de arquibancada a céu aberto. Para Nilton Gonçalves Afonso, que acompanha o evento há anos, o sucesso está no clima criado durante os jogos. “Virou uma tradição do Rio. É uma satisfação muito grande. O mais interessante é que cria um ambiente de confraternização, amizade e respeito.” A tradição também atravessa gerações. Rafaela Bressane diz que cresceu bastante junto com o evento. “Tenho 40 anos de idade e 40 anos de Alzirão. A expectativa é sempre acreditar que a gente pode trazer o hexa. E hoje posso trazer meus filhos para curtir isso.” Depois de quase cinco décadas, o espírito continua o mesmo grupo de amigos reunidos em uma esquina da Tijuca: torcer junto pela Seleção Brasileira. E, se depender dos fundadores, a tradição ainda tem muitas Copas pela frente. “Ficamos muito tristes por não termos feitos em 2022”, lembra Ronaldo Saliba. “Agora a alegria vai ser dobrada.”
Fundador do Alzirão conta como festa começou com uma televisão na calçada e amigos A tradição do Alzirão, na Tijuca, Zona Norte do Rio, começou há quase cinco décadas. Centenas de pessoas se reúnem na rua Alzira Brandão para acompanhar a estreia da Seleção do Brasil na Copa do Mundo na tarde deste sábado (13), mas muitos deles não imaginam que tudo começou por acaso. Antes dos telões, dos shows e da multidão, havia apenas uma televisão na calçada e um grupo de amigos que não queria perder um jogo do Brasil. É assim que começou a história do Alzirão, uma das festas mais tradicionais da Copa do Mundo do Rio de Janeiro, que chega este ano à sua 14ª edição e completa 48 anos de existência. “Nunca falou por uma situação tão corrida quanto esta, mas vai dar tudo certo”, diz Ronaldo Saliba, um dos fundadores do evento. “O Alzirão é uma tradição. Estamos fazendo hoje 48 anos. A peteca não pode cair.” Fundador do Alzirão conta como festa começou com uma televisão na calçada e amigos expulsos de casa Reprodução/TV Globo A história começou durante a Copa de 1978. Segundo Ricardo Ferreira, um dos criadores da festa, tudo aconteceu por acaso. O grupo assistiu a uma partida da Seleção na casa de Ronaldo quando uma comemoração mais empolgada terminou em confusão. “Eu soltei um morteiro na casa dele, mas o morteiro, em vez de sair, entrou para dentro da casa. Furou o sofá da sala e fez alguns estragos”, lembra Ricardo. “A mãe dele expulsou a gente. Aí descemos para a esquina e eu falei: ‘espera que você resolva’. Fui em casa, peguei uma televisão e ficamos olhando ali.” A improvisação virou tradição. A cada Copa, mais pessoas apareciam para acompanhar os jogos. O encontro cresceu, ganhou estrutura, shows e telões. Na década de 1990, o evento já atraiu multidões e precisou se profissionalizar. 🟩O g1 Rio está no GloboPop, o novo aplicativo de vídeos curtos verticais da Globo, disponível gratuitamente no seu celular. Lá no app, você pode acompanhar o palco do g1 Rio para não perder nenhum episódio. Baixe o GloboPop. “Chegou um momento em que cresceu demais. Tiago que organizou tudo e criou uma associação com CNPJ”, conta Ricardo. Hoje, o Alzirão é um dos símbolos das Copas do Mundo no Rio. Uma festa que reúne gerações de torcedores e moradores da Tijuca que fizeram da rua uma espécie de arquibancada a céu aberto. Para Nilton Gonçalves Afonso, que acompanha o evento há anos, o sucesso está no clima criado durante os jogos. “Virou uma tradição do Rio. É uma satisfação muito grande. O mais interessante é que cria um ambiente de confraternização, amizade e respeito.” A tradição também atravessa gerações. Rafaela Bressane diz que cresceu bastante junto com o evento. “Tenho 40 anos de idade e 40 anos de Alzirão. A expectativa é sempre acreditar que a gente pode trazer o hexa. E hoje posso trazer meus filhos para curtir isso.” Depois de quase cinco décadas, o espírito continua o mesmo grupo de amigos reunidos em uma esquina da Tijuca: torcer junto pela Seleção Brasileira. E, se depender dos fundadores, a tradição ainda tem muitas Copas pela frente. “Ficamos muito tristes por não termos feitos em 2022”, lembra Ronaldo Saliba. “Agora a alegria vai ser dobrada.”[/gpt3]

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