Fogo em câmeras de Caxias: polícia prende homem e apreende dois adolescentes por vandalismo
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Alexandre Dias é suspeito de atear fogo em uma câmera de segurança da Prefeitura de Duque de Caxias Reprodução/TV Globo Um homem foi preso e dois menores apreendidos suspeitos de incendiar câmeras de segurança da Prefeitura de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Um dos flagrantes de vandalismo foi denunciado pelo RJ1 na segunda-feira (30). Segundo as investigações, a ação foi ordenada por traficantes que atuam na região do bairro Jardim Primavera. Imagens de câmeras de segurança mostram o começo da ação por volta das 2h30 da madrugada de domingo. Quatro suspeitos chegaram a um posto de combustíveis em Duque de Caxias em duas motocicletas. Dois deles são menores de idade. De acordo com a polícia, o homem que aparece usando um casaco roxo foi identificado como Alexandre Dias. Ele pede ao frentista que encha uma garrafa PET de dois litros com gasolina. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça Em seguida, os adolescentes pagam em dinheiro e compram mais cinco combustível em um galão de litros. Menos de 10 minutos depois, Alexandre aparece em imagens de monitoramento no bairro Jardim Primavera carregando uma garrafa com gasolina e uma escada. Ele vai até um totem com câmera de vigilância localizada na esquina das avenidas Marquês de Baependi e Raul Travasso. Grupo foi flagrado comprando gasolina para combustão o objeto Reprodução/TV Globo As imagens mostram o suspeito colocando a escada na estrutura, subindo até o equipamento, jogando combustível sobre a câmera e, logo depois, ateando fogo. O totem é tomado rapidamente pelas chamas. Em seguida, o homem foge. Segundo a Prefeitura de Duque de Caxias, uma câmera incendiada faz parte do sistema municipal de vigilância, que conta hoje com cerca de 1.200 equipamentos espalhados pela cidade. A Polícia Civil informou que as imagens do vandalismo foram fundamentais para identificar os envolvidos. Os dois adolescentes flagrados comprando gasolina foram apreendidos. Alexandre Dias, que aparece ateando fogo na câmera, também foi preso. De acordo com as investigações, a região onde aconteceu o ataque é dominada por membros da facção Comando Vermelho. Para a polícia, a destruição das câmeras é uma tentativa de dificultar o monitoramento da área pelas forças de segurança e pela prefeitura. Alexandre Dias foi flagrado pela câmera de segurança Reprodução/TV Globo Segundo o delegado Túlio Pelosi, titular da 60ª D (Campos Elíseos) a ordem para os ataques partiram de crimes ligados à facção. “Eles fazem parte de uma facção criminosa estabelecida em uma comunidade conhecida como Coreia de Saracuruna. A ordem foi dada por esse comando porque a prefeitura de Caxias tem uma ampla rede de câmeras de monitoramento, muitas delas posicionadas próximas às entradas de comunidades. Os líderes determinaram que esses equipamentos foram vandalizados e destruídos”, afirmou o delegado. Ainda segundo a polícia, somente na região central de Duque de Caxias, outras 7 câmeras foram vandalizadas este ano. Pelo menos quatro delas foram danificadas apenas no mês de março. Em nota, a Prefeitura de Duque de Caxias informou que, apesar dos ataques, vai ampliar o sistema de vigilância na cidade. A previsão é instalar duas mil câmeras de monitoramento.
Alexandre Dias é suspeito de atear fogo em uma câmera de segurança da Prefeitura de Duque de Caxias Reprodução/TV Globo Um homem foi preso e dois menores apreendidos suspeitos de incendiar câmeras de segurança da Prefeitura de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Um dos flagrantes de vandalismo foi denunciado pelo RJ1 na segunda-feira (30). Segundo as investigações, a ação foi ordenada por traficantes que atuam na região do bairro Jardim Primavera. Imagens de câmeras de segurança mostram o começo da ação por volta das 2h30 da madrugada de domingo. Quatro suspeitos chegaram a um posto de combustíveis em Duque de Caxias em duas motocicletas. Dois deles são menores de idade. De acordo com a polícia, o homem que aparece usando um casaco roxo foi identificado como Alexandre Dias. Ele pede ao frentista que encha uma garrafa PET de dois litros com gasolina. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça Em seguida, os adolescentes pagam em dinheiro e compram mais cinco combustível em um galão de litros. Menos de 10 minutos depois, Alexandre aparece em imagens de monitoramento no bairro Jardim Primavera carregando uma garrafa com gasolina e uma escada. Ele vai até um totem com câmera de vigilância localizada na esquina das avenidas Marquês de Baependi e Raul Travasso. Grupo foi flagrado comprando gasolina para combustão o objeto Reprodução/TV Globo As imagens mostram o suspeito colocando a escada na estrutura, subindo até o equipamento, jogando combustível sobre a câmera e, logo depois, ateando fogo. O totem é tomado rapidamente pelas chamas. Em seguida, o homem foge. Segundo a Prefeitura de Duque de Caxias, uma câmera incendiada faz parte do sistema municipal de vigilância, que conta hoje com cerca de 1.200 equipamentos espalhados pela cidade. A Polícia Civil informou que as imagens do vandalismo foram fundamentais para identificar os envolvidos. Os dois adolescentes flagrados comprando gasolina foram apreendidos. Alexandre Dias, que aparece ateando fogo na câmera, também foi preso. De acordo com as investigações, a região onde aconteceu o ataque é dominada por membros da facção Comando Vermelho. Para a polícia, a destruição das câmeras é uma tentativa de dificultar o monitoramento da área pelas forças de segurança e pela prefeitura. Alexandre Dias foi flagrado pela câmera de segurança Reprodução/TV Globo Segundo o delegado Túlio Pelosi, titular da 60ª D (Campos Elíseos) a ordem para os ataques partiram de crimes ligados à facção. “Eles fazem parte de uma facção criminosa estabelecida em uma comunidade conhecida como Coreia de Saracuruna. A ordem foi dada por esse comando porque a prefeitura de Caxias tem uma ampla rede de câmeras de monitoramento, muitas delas posicionadas próximas às entradas de comunidades. Os líderes determinaram que esses equipamentos foram vandalizados e destruídos”, afirmou o delegado. Ainda segundo a polícia, somente na região central de Duque de Caxias, outras 7 câmeras foram vandalizadas este ano. Pelo menos quatro delas foram danificadas apenas no mês de março. Em nota, a Prefeitura de Duque de Caxias informou que, apesar dos ataques, vai ampliar o sistema de vigilância na cidade. A previsão é instalar duas mil câmeras de monitoramento.[/gpt3]

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