Feminicídio: quem é a mulher morta a pedradas em Campos
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Amanda foi morta apedrejada em Campos Redes Sociais Amanda dos Santos Souza, de 26 anos, foi encontrada morta apedrejada dentro de casa, no bairro da Penha, em Campos dos Goytacazes, Norte Fluminense, na manhã de segunda-feira (8). O principal suspeito, Diego Vitorino da Silva, de 29 anos, é o ex-companheiro. Ele fugiu após o crime, mas foi preso em flagrante em Grussaí, distrito de São João da Barra. Ela era mãe de quatro filhos e Vivia no Parque do Prado, próximo ao bairro da Penha. Segundo familiares e vizinhos, era um jovem dedicado à família e conhecido pela força com que enfrentava as dificuldades do dia a dia. Apesar de já ter registrado três ocorrências contra o ex-companheiro, em 2018, 2024 e março de 2025, por violência doméstica, ela havia desistido da medida protetiva, o que permitiu que o suspeito fosse solto. Ex-companheiro é preso suspeito de feminicídio em Campos Histórico de violência De acordo com a Polícia Civil, Amanda conviveu por anos com episódios de agressões. O ex-companheiro, que já tinha passagens por violência doméstica, foi apontado como o principal suspeito desde o início da investigação. Após o crime, ele fugiu para Grussaí, onde foi localizado e preso em flagrante com base na Lei Maria da Penha. O crime Amanda foi encontrado com lesões graves na cabeça, resultado das pedradas que causaram afundamento de crânios. A brutalidade do caso chocou moradores da região e marcou o terceiro episódio grave de violência contra mulheres em Campos em apenas quatro dias. Segundo a delegada Carla Tavares, ele chamou a vítima para fora de casa porque outras pessoas na residência, a levou para os fundos da casa e conseguiu a discutir com relação a traição, ele forçou a vítima duas vezes para desmaiar ela, como ele conseguiu matar não pois ela estava resistindo, ele pegou a pedrada e acertou duas vezes, ou seja, ele tinha objetivo de ceifar com a vida de Amanda. Repercussão O feminicídio gerou comoção em Campos dos Goytacazes. O corpo de Amanda foi sepultado na terça-feira (9), em meio a familiares e amigos. A Polícia Civil segue investigando o caso e reforçando que denúncias de violência doméstica devem ser registradas para garantir proteção às vítimas.
Amanda foi morta apedrejada em Campos Redes Sociais Amanda dos Santos Souza, de 26 anos, foi encontrada morta apedrejada dentro de casa, no bairro da Penha, em Campos dos Goytacazes, Norte Fluminense, na manhã de segunda-feira (8). O principal suspeito, Diego Vitorino da Silva, de 29 anos, é o ex-companheiro. Ele fugiu após o crime, mas foi preso em flagrante em Grussaí, distrito de São João da Barra. Ela era mãe de quatro filhos e Vivia no Parque do Prado, próximo ao bairro da Penha. Segundo familiares e vizinhos, era um jovem dedicado à família e conhecido pela força com que enfrentava as dificuldades do dia a dia. Apesar de já ter registrado três ocorrências contra o ex-companheiro, em 2018, 2024 e março de 2025, por violência doméstica, ela havia desistido da medida protetiva, o que permitiu que o suspeito fosse solto. Ex-companheiro é preso suspeito de feminicídio em Campos Histórico de violência De acordo com a Polícia Civil, Amanda conviveu por anos com episódios de agressões. O ex-companheiro, que já tinha passagens por violência doméstica, foi apontado como o principal suspeito desde o início da investigação. Após o crime, ele fugiu para Grussaí, onde foi localizado e preso em flagrante com base na Lei Maria da Penha. O crime Amanda foi encontrado com lesões graves na cabeça, resultado das pedradas que causaram afundamento de crânios. A brutalidade do caso chocou moradores da região e marcou o terceiro episódio grave de violência contra mulheres em Campos em apenas quatro dias. Segundo a delegada Carla Tavares, ele chamou a vítima para fora de casa porque outras pessoas na residência, a levou para os fundos da casa e conseguiu a discutir com relação a traição, ele forçou a vítima duas vezes para desmaiar ela, como ele conseguiu matar não pois ela estava resistindo, ele pegou a pedrada e acertou duas vezes, ou seja, ele tinha objetivo de ceifar com a vida de Amanda. Repercussão O feminicídio gerou comoção em Campos dos Goytacazes. O corpo de Amanda foi sepultado na terça-feira (9), em meio a familiares e amigos. A Polícia Civil segue investigando o caso e reforçando que denúncias de violência doméstica devem ser registradas para garantir proteção às vítimas.[/gpt3]

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