Família relata saque de R$ 1,1 milhão após morte de empresário: ‘Funcionários de tantos anos’
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Família relata saque de R$ 1,1 milhão após morte de empresário; Polícia investiga desvio de patrimônio milionário O RJ1 entrou em contato com familiares de empresários que estavam com câncer em estágio terminal e tiveram o patrimônio alvo de um esquema de fraude. Os parentes alegaram ter identificado movimentações suspeitas após a morte da vítima, incluindo um saque de R$ 1,1 milhão. “Infelizmente, foi uma surpresa. A gente não espera que funcionários de tantos anos fizessem isso com ele”, afirmou um familiar. A Polícia Civil realizou, na manhã desta segunda-feira (1º), a Operação Último Suspiro, que tem como alvo uma quadrilha suspeita de aplicar fraudes em escritórios de advocacia e desviar um patrimônio milionário pertencente a um empresário que estava com câncer em estágio terminal. Entre os investigados estão policiais militares. Segundo as investigações da Delegacia de Defraudações, os criminosos foram aproveitados da condição de extrema vulnerabilidade da vítima, que já faleceu, para assumir o controle de empresas detentoras de altos valores em precatórios. De acordo com a polícia, o grupo alterou a composição societária das empresas e transferiu o controle dos negócios para membros da organização criminosa. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça Os familiares disseram ao RJ1 que ficaram a desconfiar da situação ao analisar a documentação das empresas após a morte do empresário. “E daí verificamos que essa empresa, ela havia sido – na verdade – fornecida pra uma outra pessoa, sendo os funcionários dele constantes como gerentes”, relatou o familiar. As apurações apontam ainda para fraudes envolvendo o testamento do empresário. O documento teria sido lavrado apenas duas horas antes da morte da vítima, atribuindo a uma das investigadas as funções de testamentária, inventariante e beneficiária do patrimônio. A ação conta com o acompanhamento da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Os agentes cumprem mandatos de busca e compreensão nos bairros do Valqueire, Centro, Barra da Tijuca, Recreio dos Bandeirantes, Ilha do Governador e Abolição, na Zona Norte e Zona Oeste do Rio. Um dos mandatos é cumprido na residência de um subtenente lotado no 15º BPM (Duque de Caxias), na Baixada Fluminense. A corporação ainda não se pronunciou sobre o caso. Polícia Civil mira quadrilha suspeita de desviar patrimônio milionário de empresário com câncer terminal Reprodução 🟩O Bom Dia Rio está no GloboPop, o novo aplicativo de vídeos curtos verticais da Globo, disponível gratuitamente no seu celular. Lá no app, você pode acompanhar o palco do Bom Dia Rio para não perder nenhum episódio. Baixe o GloboPop.
Família relata saque de R$ 1,1 milhão após morte de empresário; Polícia investiga desvio de patrimônio milionário O RJ1 entrou em contato com familiares de empresários que estavam com câncer em estágio terminal e tiveram o patrimônio alvo de um esquema de fraude. Os parentes alegaram ter identificado movimentações suspeitas após a morte da vítima, incluindo um saque de R$ 1,1 milhão. “Infelizmente, foi uma surpresa. A gente não espera que funcionários de tantos anos fizessem isso com ele”, afirmou um familiar. A Polícia Civil realizou, na manhã desta segunda-feira (1º), a Operação Último Suspiro, que tem como alvo uma quadrilha suspeita de aplicar fraudes em escritórios de advocacia e desviar um patrimônio milionário pertencente a um empresário que estava com câncer em estágio terminal. Entre os investigados estão policiais militares. Segundo as investigações da Delegacia de Defraudações, os criminosos foram aproveitados da condição de extrema vulnerabilidade da vítima, que já faleceu, para assumir o controle de empresas detentoras de altos valores em precatórios. De acordo com a polícia, o grupo alterou a composição societária das empresas e transferiu o controle dos negócios para membros da organização criminosa. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça Os familiares disseram ao RJ1 que ficaram a desconfiar da situação ao analisar a documentação das empresas após a morte do empresário. “E daí verificamos que essa empresa, ela havia sido – na verdade – fornecida pra uma outra pessoa, sendo os funcionários dele constantes como gerentes”, relatou o familiar. As apurações apontam ainda para fraudes envolvendo o testamento do empresário. O documento teria sido lavrado apenas duas horas antes da morte da vítima, atribuindo a uma das investigadas as funções de testamentária, inventariante e beneficiária do patrimônio. A ação conta com o acompanhamento da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Os agentes cumprem mandatos de busca e compreensão nos bairros do Valqueire, Centro, Barra da Tijuca, Recreio dos Bandeirantes, Ilha do Governador e Abolição, na Zona Norte e Zona Oeste do Rio. Um dos mandatos é cumprido na residência de um subtenente lotado no 15º BPM (Duque de Caxias), na Baixada Fluminense. A corporação ainda não se pronunciou sobre o caso. Polícia Civil mira quadrilha suspeita de desviar patrimônio milionário de empresário com câncer terminal Reprodução 🟩O Bom Dia Rio está no GloboPop, o novo aplicativo de vídeos curtos verticais da Globo, disponível gratuitamente no seu celular. Lá no app, você pode acompanhar o palco do Bom Dia Rio para não perder nenhum episódio. Baixe o GloboPop.[/gpt3]










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