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Família da vereadora Luciana Novaes tentará fazer doação de órgãos

Por Redação
29 de abril de 2026
Em Notícias
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Família da vereadora Luciana Novaes tentará fazer doação de órgãos
Twitter1128254686redacaobcn@gmail.com



Família da vereadora Luciana Novaes tentará fazer doação de órgãos
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Morre Luciana Novaes, vereadora eleita após ser vítima de bala perdida no RJ A família da vereadora Luciana Novaes, que teve morte cerebral esta semana, informou que tentará realizar a doação de órgãos da parlamentar. O Programa Estadual de Transplantes já foi acionado. “Até em sua despedida escolheu semear vida: seus órgãos serão doados, gesto que traduz com perfeição quem ela sempre foi — amor que se reparte, cuidado que permanece, hold que continua”, disse a família em um texto (veja mais adiante na reportagem o comunicado na íntegra). O velório foi marcado para segunda-feira (4), às 10 horas, na Câmara Municipal do Rio de Janeiro, no Saguão José do Patrocínio, no Palácio Pedro Ernesto, Praça Floriano, Cinelândia. Luciana foi internada e, segundo a assessoria, sofreu uma “intercorrência súbita e grave, compatível, segundo informações médicas, com rompimento de aneurisma cerebral”, com “piora crítica de seu quadro neurológico”. Na segunda-feira (27), ela entrou no protocolo de exames para confirmar se teve morte cerebral. Luciana era assistente social e tinha 42 anos. Ela ficou tetraplégica após ser atingida por uma bala perdida em 2003, no campus da Universidade Estácio de Sá, no Rio Comprido, Zona Norte do Rio de Janeiro. .Depois do incidente, Luciana se formou em Serviço Social e se pós-graduau em Gestão Governamental. Ela se elegeu vereadora pelo PT por 3 mandatos, o primeiro em 2016, tornando-se a primeira pessoa tetraplégica a ocupar uma cadeira na Câmara Municipal carioca. Em 2023, ela retornará à Câmara Municipal como suplente. As orientações de Luciana Novaes eram especialmente voltadas para sua vivência pessoal como mulher com deficiência e vítima de violência urbana. Ela foi presidente da Comissão dos Direitos da Pessoa com Deficiência na Câmara e autora da Lei 8.781/2025, que institui a Política Municipal de Rotas Acessíveis do Rio, pela locomoção de pessoas com deficiência, mobilidade reduzida e idosos. Também foi autor de projetos que garantiram vagas prioritárias em escolas próximas para alunos com deficiência e processos avaliativos que respeitam as necessidades de estudantes com deficiência intelectual. Luciana defende ainda os direitos dos idosos, inclusão de pessoas em situação de rua, transparência e combate à corrupção e superação da pobreza e desigualdade. Vereadora Luciana Novaes é a primeira vereadora tetraplégica eleita no Rio de Janeiro Henrique Coelho/G1 O que disse a família A família se pronunciou com o seguinte comunicado: “Com o coração profundamente entristecido, comunicamos que querida nossa Vereadora Luciana Novaes descobriu hoje sua jornada terrena, após a notificação médica de morte encefálica. Luciana foi muito mais do que uma mulher pública. Foi luz onde muitas viam escuridão. Foi esperança onde tantos já não estão mais acreditar. Foi traição quando a vida foi bravura. Foi abraço nas causas esquecidas, voz para quem tantas vezes não foi ouvida e representação verdadeira para pessoas que por muito tempo se sentiram invisíveis. encarnou essa luta. ao Rio de Janeiro. Fará falta à política feita com verdade. Fará falta, sobretudo, à luta por inclusão, acessibilidade e respeito, causas que ela abraçou com a própria vida Luciana não parte pequena E permanecerá viva em cada luta justa, em cada gesto de amor e em cada coração que ela tocou. Janeiro, no Saguão José do Patrocínio, localizado no Palácio Pedro Ernesto, Praça Floriano, Cinelândia”. Repercussão O prefeito Eduardo Cavaliere decretou luto de três dias. A Câmara Municipal divulgou uma nota lamentando a morte da ex-vereadora. “O presidente da Câmara Municipal do Rio de Janeiro, Carlo Caiado (PSD), manifesta profundo pesar pelo falecimento da parlamentar, uma mulher que transformou a própria dor em propósito e fez da sua trajetória um exemplo permanente de luta, coragem e amor ao próximo”, diz o texto. “Luciana foi mais do que uma atuante parlamentar. Foi símbolo de perseverança e superação. Mesmo diante de uma das maiores adversidades que alguém pode enfrentar, encontrou forças para reconstruir sua vida e se dedicar ao serviço público com dignidade, sensibilidade e compromisso com quem mais precisa”, prosseguiu. “Ao longo de sua atuação, deixou um legado consistente de quase 200 leis, sempre voltados para a inclusão, a defesa das pessoas com deficiência, dos idosos e da população em situação de vulnerabilidade. Sua voz firme e sua escuta generosa fizeram diferença na vida de milhares de cariocas, olhando não apenas para a cidade, mas para cada indivíduo que fosse visto, acolhido e respeitado.” “Sua história, marcada por fé, resiliência e propósito, seguirá inspirando gerações. Luciana mostrou, na prática, que limites não definem destinos quando há vontade de transformar o mundo ao redor”, emendou.
Morre Luciana Novaes, vereadora eleita após ser vítima de bala perdida no RJ A família da vereadora Luciana Novaes, que teve morte cerebral esta semana, informou que tentará realizar a doação de órgãos da parlamentar. O Programa Estadual de Transplantes já foi acionado. “Até em sua despedida escolheu semear vida: seus órgãos serão doados, gesto que traduz com perfeição quem ela sempre foi — amor que se reparte, cuidado que permanece, hold que continua”, disse a família em um texto (veja mais adiante na reportagem o comunicado na íntegra). O velório foi marcado para segunda-feira (4), às 10 horas, na Câmara Municipal do Rio de Janeiro, no Saguão José do Patrocínio, no Palácio Pedro Ernesto, Praça Floriano, Cinelândia. Luciana foi internada e, segundo a assessoria, sofreu uma “intercorrência súbita e grave, compatível, segundo informações médicas, com rompimento de aneurisma cerebral”, com “piora crítica de seu quadro neurológico”. Na segunda-feira (27), ela entrou no protocolo de exames para confirmar se teve morte cerebral. Luciana era assistente social e tinha 42 anos. Ela ficou tetraplégica após ser atingida por uma bala perdida em 2003, no campus da Universidade Estácio de Sá, no Rio Comprido, Zona Norte do Rio de Janeiro. .Depois do incidente, Luciana se formou em Serviço Social e se pós-graduau em Gestão Governamental. Ela se elegeu vereadora pelo PT por 3 mandatos, o primeiro em 2016, tornando-se a primeira pessoa tetraplégica a ocupar uma cadeira na Câmara Municipal carioca. Em 2023, ela retornará à Câmara Municipal como suplente. As orientações de Luciana Novaes eram especialmente voltadas para sua vivência pessoal como mulher com deficiência e vítima de violência urbana. Ela foi presidente da Comissão dos Direitos da Pessoa com Deficiência na Câmara e autora da Lei 8.781/2025, que institui a Política Municipal de Rotas Acessíveis do Rio, pela locomoção de pessoas com deficiência, mobilidade reduzida e idosos. Também foi autor de projetos que garantiram vagas prioritárias em escolas próximas para alunos com deficiência e processos avaliativos que respeitam as necessidades de estudantes com deficiência intelectual. Luciana defende ainda os direitos dos idosos, inclusão de pessoas em situação de rua, transparência e combate à corrupção e superação da pobreza e desigualdade. Vereadora Luciana Novaes é a primeira vereadora tetraplégica eleita no Rio de Janeiro Henrique Coelho/G1 O que disse a família A família se pronunciou com o seguinte comunicado: “Com o coração profundamente entristecido, comunicamos que querida nossa Vereadora Luciana Novaes descobriu hoje sua jornada terrena, após a notificação médica de morte encefálica. Luciana foi muito mais do que uma mulher pública. Foi luz onde muitas viam escuridão. Foi esperança onde tantos já não estão mais acreditar. Foi traição quando a vida foi bravura. Foi abraço nas causas esquecidas, voz para quem tantas vezes não foi ouvida e representação verdadeira para pessoas que por muito tempo se sentiram invisíveis. encarnou essa luta. ao Rio de Janeiro. Fará falta à política feita com verdade. Fará falta, sobretudo, à luta por inclusão, acessibilidade e respeito, causas que ela abraçou com a própria vida Luciana não parte pequena E permanecerá viva em cada luta justa, em cada gesto de amor e em cada coração que ela tocou. Janeiro, no Saguão José do Patrocínio, localizado no Palácio Pedro Ernesto, Praça Floriano, Cinelândia”. Repercussão O prefeito Eduardo Cavaliere decretou luto de três dias. A Câmara Municipal divulgou uma nota lamentando a morte da ex-vereadora. “O presidente da Câmara Municipal do Rio de Janeiro, Carlo Caiado (PSD), manifesta profundo pesar pelo falecimento da parlamentar, uma mulher que transformou a própria dor em propósito e fez da sua trajetória um exemplo permanente de luta, coragem e amor ao próximo”, diz o texto. “Luciana foi mais do que uma atuante parlamentar. Foi símbolo de perseverança e superação. Mesmo diante de uma das maiores adversidades que alguém pode enfrentar, encontrou forças para reconstruir sua vida e se dedicar ao serviço público com dignidade, sensibilidade e compromisso com quem mais precisa”, prosseguiu. “Ao longo de sua atuação, deixou um legado consistente de quase 200 leis, sempre voltados para a inclusão, a defesa das pessoas com deficiência, dos idosos e da população em situação de vulnerabilidade. Sua voz firme e sua escuta generosa fizeram diferença na vida de milhares de cariocas, olhando não apenas para a cidade, mas para cada indivíduo que fosse visto, acolhido e respeitado.” “Sua história, marcada por fé, resiliência e propósito, seguirá inspirando gerações. Luciana mostrou, na prática, que limites não definem destinos quando há vontade de transformar o mundo ao redor”, emendou.[/gpt3]

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