Endreo Lincoln: suspeito de matar miss no RJ tem relatos de agressão e passado de violência
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Quem era a candidata a miss, vítima de feminicídio no Rio Endreo Lincoln Ferreira da Cunha, empresário natural de Mato Grosso do Sul e suspeito de matar a modelo e candidata a miss Ana Luiza Mateus, de 29 anos, no Rio de Janeiro, tinha um histórico de violência e passagens pela polícia. O homem foi preso após a morte de um jovem, que caiu no 13º andar de um prédio na Barra da Tijuca, na madrugada de quarta-feira (22), e foi encontrado morto horas depois na cela onde foi detido. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MS no WhatsApp O g1 reuniu informações que revelam um passado violento do crime, envolvendo passagens pela polícia, atropelamento de policial, conflitos familiares e suspeitas de outros crimes contra mulheres. Policial atropelado Endreo Lincoln Ferreira da Cunha Reprodução/TV Globo Em 2011, quando tinha 23 anos, Endreo foi condenado a três anos de prisão em regime aberto por atropelar um policial civil durante uma confusão em uma festa universitária, em Campo Grande. Na ocasião, ele bateu um caminhonete em dois carros estacionados. Em seguida, desobedeceu uma ordem de parada e tentaram fugir, momento em que atropelou o policial. Baleado pelo pai Em 2019, aos 28 anos, Endreo foi baleado pelo próprio pai após uma discussão por causa de uma suposta dívida de R$ 2 milhões. Na época, o pai, Eder Lincoln Gonçalves da Cunha, afirmou que o filho também prometeu R$ 200 mil e outros R$ 10 mil mensais para cursar medicina no Paraguai. Segundo o pai, o pedido foi negado e ele relatou que o filho apresentou problemas psiquiátricos. Morte de miss na Barra e suspeito morto na cela: o que se sabe sobre o caso Ex-namorada de suspeito de feminicídio de candidata a miss relata sequestro e agressões: ‘Tentou me matar asfixiada com cinto’ Candidata a miss morta ao cair de apartamento na Barra já tinha passagem para voltar à Bahia; quem era a modelo Candidata da BA ao Miss Cosmo que morreu após cair de prédio no RJ disse a amiga que se sentiu em ‘gaiola de ouro’ no relacionamento Suspeita de outros crimes contra mulher Além do caso no Rio de Janeiro, o empresário também é suspeito de ter praticado estupro, sequestro, cárcere privado e lesão corporal contra uma mulher de 31 anos, em Campo Grande, em 2025. De acordo com o Superior Tribunal de Justiça (STJ), ele é acusado de ter deferido vários socos na vítima e de forçar com um cinto. Ainda conforme a Justiça, Endreo também é apontado como autor de violência doméstica em outros casos. O feminicídio da modelo Endreo foi preso em flagrante na quarta-feira (22), suspeito de empurrar a namorada, Ana Luiza Mateus, do 13º andar de um prédio no condomínio Alfapark, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio de Janeiro. Testemunhas disseram à polícia que o casal Vivia estava em constante conflito. Segundo relatos, os dois chegaram ao condomínio discutindo. Após a briga, o homem deixou o prédio sozinho, mas retornou depois pouco. Os funcionários do condomínio disseram que orientaram o modelo a deixar o caso local o namorado voltar. Ela chegou a informar que havia comprado uma passagem para voltar para casa, mas decidiu ficar no imóvel. A queda aconteceu por volta das 5h30. Segundo a polícia, o suspeito afirmou que a discussão teria ocorrido porque o jovem queria encerrar o relacionamento. O casal estava junto há cerca de três meses. “Ela não queria mais ter um relacionamento com ele. Então ele falou uma série de impropérios pra ela, xingou disso, algo outro, profundamente a pessoa dela como mulher, aquele aspecto de violência moral, de violência psicológica contra a mulher, extremamente abusivo, e ele diz apenas o seguinte, eu sou o culpado, independentemente de eu ter feito ou não alguma coisa, eu sou o pesar disso tudo, essas são as palavras dele”, afirma o delegado Renato Martins, da Delegacia de Homicídios da Capital. Relação conflituosa Ana Luiza Mateus e o namorado, preso pela morte dela, Endreo Lincoln Reprodução/TV Globo Segundo o delegado Renato Martins, diversas testemunhas contando que o relacionamento foi marcado por conflitos e discussões recorrentes. “Havia entre eles uma relação muito abusiva, e uma discussão acalorada há alguns dias e nesta madrugada houve especialmente uma espécie de guerra entre eles que foi muito ouvida por vizinhos, pelos funcionários do condomínio.” “Além disso, temos também mensagens trocadas entre a vítima e parentes, entre a vítima e amigos, entre a vítima e o próprio autor do fato. Então, todos esses elementos convergem num único indício de que o autor é partícipe dessa ação criminosa, desse feminicídio praticado contra esse jovem”, acrescentou o delegado. Quem era a modelo Ana Luiza Mateus, de 29 anos, caiu do 13° andar de um prédio localizado na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro Reprodução/Redes Sociais Ana Luiza Mateus era natural de Teixeira de Freitas, no sul da Bahia. Ela morava no Rio de Janeiro havia cerca de um ano, onde dividia apartamento com uma amiga enquanto conciliava a rotina profissional. Além de modelo, Ana também foi psicóloga e maquiadora profissional. Ela chegou a desfilar no São Paulo Fashion Week e trabalhou em uma agência de modelos na capital fluminense. Em 2024, participou do concurso Miss Teixeira de Freitas, mas não venceu. Ana Luiza Mateus compartilha viagens e rotina fitness nas redes sociais Reprodução/Redes Sociais Veja vídeos de Mato Grosso do Sul:
Quem era a candidata a miss, vítima de feminicídio no Rio Endreo Lincoln Ferreira da Cunha, empresário natural de Mato Grosso do Sul e suspeito de matar a modelo e candidata a miss Ana Luiza Mateus, de 29 anos, no Rio de Janeiro, tinha um histórico de violência e passagens pela polícia. O homem foi preso após a morte de um jovem, que caiu no 13º andar de um prédio na Barra da Tijuca, na madrugada de quarta-feira (22), e foi encontrado morto horas depois na cela onde foi detido. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MS no WhatsApp O g1 reuniu informações que revelam um passado violento do crime, envolvendo passagens pela polícia, atropelamento de policial, conflitos familiares e suspeitas de outros crimes contra mulheres. Policial atropelado Endreo Lincoln Ferreira da Cunha Reprodução/TV Globo Em 2011, quando tinha 23 anos, Endreo foi condenado a três anos de prisão em regime aberto por atropelar um policial civil durante uma confusão em uma festa universitária, em Campo Grande. Na ocasião, ele bateu um caminhonete em dois carros estacionados. Em seguida, desobedeceu uma ordem de parada e tentaram fugir, momento em que atropelou o policial. Baleado pelo pai Em 2019, aos 28 anos, Endreo foi baleado pelo próprio pai após uma discussão por causa de uma suposta dívida de R$ 2 milhões. Na época, o pai, Eder Lincoln Gonçalves da Cunha, afirmou que o filho também prometeu R$ 200 mil e outros R$ 10 mil mensais para cursar medicina no Paraguai. Segundo o pai, o pedido foi negado e ele relatou que o filho apresentou problemas psiquiátricos. Morte de miss na Barra e suspeito morto na cela: o que se sabe sobre o caso Ex-namorada de suspeito de feminicídio de candidata a miss relata sequestro e agressões: ‘Tentou me matar asfixiada com cinto’ Candidata a miss morta ao cair de apartamento na Barra já tinha passagem para voltar à Bahia; quem era a modelo Candidata da BA ao Miss Cosmo que morreu após cair de prédio no RJ disse a amiga que se sentiu em ‘gaiola de ouro’ no relacionamento Suspeita de outros crimes contra mulher Além do caso no Rio de Janeiro, o empresário também é suspeito de ter praticado estupro, sequestro, cárcere privado e lesão corporal contra uma mulher de 31 anos, em Campo Grande, em 2025. De acordo com o Superior Tribunal de Justiça (STJ), ele é acusado de ter deferido vários socos na vítima e de forçar com um cinto. Ainda conforme a Justiça, Endreo também é apontado como autor de violência doméstica em outros casos. O feminicídio da modelo Endreo foi preso em flagrante na quarta-feira (22), suspeito de empurrar a namorada, Ana Luiza Mateus, do 13º andar de um prédio no condomínio Alfapark, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio de Janeiro. Testemunhas disseram à polícia que o casal Vivia estava em constante conflito. Segundo relatos, os dois chegaram ao condomínio discutindo. Após a briga, o homem deixou o prédio sozinho, mas retornou depois pouco. Os funcionários do condomínio disseram que orientaram o modelo a deixar o caso local o namorado voltar. Ela chegou a informar que havia comprado uma passagem para voltar para casa, mas decidiu ficar no imóvel. A queda aconteceu por volta das 5h30. Segundo a polícia, o suspeito afirmou que a discussão teria ocorrido porque o jovem queria encerrar o relacionamento. O casal estava junto há cerca de três meses. “Ela não queria mais ter um relacionamento com ele. Então ele falou uma série de impropérios pra ela, xingou disso, algo outro, profundamente a pessoa dela como mulher, aquele aspecto de violência moral, de violência psicológica contra a mulher, extremamente abusivo, e ele diz apenas o seguinte, eu sou o culpado, independentemente de eu ter feito ou não alguma coisa, eu sou o pesar disso tudo, essas são as palavras dele”, afirma o delegado Renato Martins, da Delegacia de Homicídios da Capital. Relação conflituosa Ana Luiza Mateus e o namorado, preso pela morte dela, Endreo Lincoln Reprodução/TV Globo Segundo o delegado Renato Martins, diversas testemunhas contando que o relacionamento foi marcado por conflitos e discussões recorrentes. “Havia entre eles uma relação muito abusiva, e uma discussão acalorada há alguns dias e nesta madrugada houve especialmente uma espécie de guerra entre eles que foi muito ouvida por vizinhos, pelos funcionários do condomínio.” “Além disso, temos também mensagens trocadas entre a vítima e parentes, entre a vítima e amigos, entre a vítima e o próprio autor do fato. Então, todos esses elementos convergem num único indício de que o autor é partícipe dessa ação criminosa, desse feminicídio praticado contra esse jovem”, acrescentou o delegado. Quem era a modelo Ana Luiza Mateus, de 29 anos, caiu do 13° andar de um prédio localizado na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro Reprodução/Redes Sociais Ana Luiza Mateus era natural de Teixeira de Freitas, no sul da Bahia. Ela morava no Rio de Janeiro havia cerca de um ano, onde dividia apartamento com uma amiga enquanto conciliava a rotina profissional. Além de modelo, Ana também foi psicóloga e maquiadora profissional. Ela chegou a desfilar no São Paulo Fashion Week e trabalhou em uma agência de modelos na capital fluminense. Em 2024, participou do concurso Miss Teixeira de Freitas, mas não venceu. Ana Luiza Mateus compartilha viagens e rotina fitness nas redes sociais Reprodução/Redes Sociais Veja vídeos de Mato Grosso do Sul:[/gpt3]










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