• Anuncie
  • Contato
  • Home
  • Política
  • Política de privacidade
  • Quem Somos
  • Trabalhe Conosco
BCN
  • Menu
    • Política
    • Economia
    • São Paulo
    • Brasil
    • Educação
    • Entretenimento
    • Esportes
    • Saúde
    • Mundo
    • Tecnologia
    • Vídeos
  • Política de privacidade
Sem Resultado
Ver todos os resultados
  • Menu
    • Política
    • Economia
    • São Paulo
    • Brasil
    • Educação
    • Entretenimento
    • Esportes
    • Saúde
    • Mundo
    • Tecnologia
    • Vídeos
  • Política de privacidade
Sem Resultado
Ver todos os resultados
BCN
Sem Resultado
Ver todos os resultados

‘Emboscada planejada’: delegado cita ‘violência sexual, física e psicológica’ em estupro coletivo de menor em Copacabana

Redação Por Redação
28 de fevereiro de 2026
Em Notícias
A A
‘Emboscada planejada’: delegado cita ‘violência sexual, física e psicológica’ em estupro coletivo de menor em Copacabana
Twitter1128254686redacaobcn@gmail.com



‘Emboscada planejada’: delegado cita ‘violência sexual, física e psicológica’ em estupro coletivo de menor em Copacabana
[/gpt3]
Polícia apura estupro coletivo contra adolescente em Copacabana e busca por 4 jovens e 1 menor O delegado Ângelo Lajes, responsável pela investigação do estupro coletivo contra um adolescente de 17 anos em Copacabana, na Zona Sul do Rio, afirmou neste sábado (28) que o crime foi uma “emboscada planejada” e que os envolvidos podem ser condenados a quase 20 anos de prisão. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça O caso ocorreu na noite de 31 de janeiro, em um imóvel na Rua Ministro Viveiros de Castro. “A gente trata esse caso como uma emboscada planejada. Ela foi levada a erro por esse garoto, esse menor que já tinha um relacionamento anterior com ela. Ela achou que estava indo para lá para ter um encontro romântico com esse adolescente infrator. Só que chegou lá havia mais quatro adultos e aconteceu tudo o que aconteceu”, disse o delegado. “Ela sofreu violência sexual, física e psicológica”, completou. Polícia apura estupro coletivo contra adolescente em Copacabana e busca por 4 homens e 1 menor Reprodução TV Globo De acordo com o relatório final do inquérito produzido pela 12ª DP (Copacabana), quatro homens foram indiciados pelo crime de estupro com concurso de pessoas: Bruno Felipe dos Santos Allegretti, Vitor Hugo Oliveira Simonin, Mattheus Verissimo Zoel Martins e João Gabriel Xavier Bertho. O g1 e a TV Globo tentam contato com a defesa dos jovens. A conduta do adolescente foi desmembrada para apuração na Vara da Infância e Juventude. Ele não terá identidade revelada. Segundo Lajes, o jovem chegou à delegacia logo após o crime com marcas evidentes de agressão. “Ela chegou aqui muito lesionada e isso chamou muita atenção dos investigadores. Ela estava sangrando. No momento que ela chegou aqui nós tentamos fazer a prisão em flagrante dos criminosos. Nós fomos até o local onde o crime tinha acabado de acontecer, mas infelizmente naquele momento a gente não conseguiu cometer a prisão”, disse. Investigação A polícia tentou cumprir mandados de prisão contra os quatro maiores de idade e ordem de apreensão contra o menor, mas nenhum deles foi localizado. O delegado afirmou que a investigação reuniu provas técnicas antes da representação pelas prisões. “A gente uniu o laudo do exame de corpo delito, a gente captou as imagens do crime e ela fez o reconhecimento dos autores. Então a gente teve certeza da autoria e da materialidade para conseguir exatamente os mandados de prisão”, explicou o delegado. Polícia apura estupro coletivo contra adolescente em Copacabana e busca por 4 homens e 1 menor Reprodução Segundo Ângelo Lajes, o crime é qualificado e pode ter aumento de pena. Os suspeitos podem pegar quase 20 anos de prisão. “Eles cometeram o crime de estupro, esse crime de estupro ele é elevado pelo fato da vítima ser menor de 18 anos e ainda há uma causa de aumento de pena pelo fato do crime ter sido cometido de forma coletiva”. “Eles vão estar sujeitos a uma pena de quase 20 anos de reclusão”, comentou. A investigação foi encaminhada ao Ministério Público. O adolescente responderá a um procedimento próprio na Vara da Infância e Juventude. O que disse a vítima Em depoimento prestado na delegacia, na presença da avó, a adolescente relatada que foi convidada pelo adolescente, que era um colega de escola, para ir ao apartamento de um amigo dele. Ele teria pedido que ela levasse uma amiga, mas, como não conseguiu, foi sozinha. Segundo a jovem, ela já teve um relacionamento com o rapaz entre 2023 e 2024, mas não se encontrou desde então. Ao chegar ao prédio, ela se encontrou com o jovem na portaria e subiu ao apartamento. No elevador, o rapaz teria avisado que dois amigos não estariam no local e insinuado que fariam “algo diferente”, ou que ela diria ter recusado. No apartamento, ela afirmou ter sido levada para um quarto. Enquanto mantinha relação sexual com o jovem, outros três rapazes entraram no cômodo, fizeram comentários e, segundo o relato, um deles passou a tocá-la sem consentimento. Violência contra mulher: como pedir ajuda A jovem contorno que, após insistência do adolescente, coincide apenas que os amigos permanecem no quarto, com a condição de que não a tocassem. No entanto, segundo ela, os jovens continuaram tirado a roupa, passado a beijá-la e apalpá-la. A vítima afirmou que foi vítima de prática de sexo oral e que sobreviveu por parte dos quatro jovens. Disse ainda que levou tapas, socos e um chute na região abdominal. Em determinado momento, ela disse ter tentado sair do quarto, mas, segundo o depoimento, foi impedida. Ela relatou ainda que, ao deixar o apartamento, invejo um áudio ao irmão dizendo que acreditava ter sido estuprada. Depois, contou o que ocorreu à avó e importou a delegacia para registrar o caso. Imagens do prédio A investigação teve acesso às imagens das câmeras de segurança do prédio. Os registros mostram a chegada dos jovens ao apartamento e, posteriormente, a entrada de adolescente acompanhada por menores suspeitos. As imagens também registram o momento em que a vítima deixa o imóvel e segue em direção ao elevador. Segundo o relatório, após acompanhá-la até a saída do prédio, o jovem retorna ao apartamento e faz gestos que o pesquisador descrevem como de “comemoração”. Há ainda registros da saída dos investigados do edifício em horários próximos ao fato. Troca de mensagens Prints de conversas por WhatsApp entre adolescentes e menores foram incluídos no inquérito. Nas mensagens, ele a convida para ir ao endereço e pergunta se ela poderia chamar uma amiga. Um jovem responde que não teria quem convidar, e ele afirma que não teria problemas em ir sozinho. As conversas mostram ainda a combinação do encontro na portaria do prédio e os horários em que ela informa que está chegando. Laudo indica relação sexual O laudo de exame de corpo de delito aponta a existência de lesões compatíveis com violência física. Segundo a perícia, foram identificados infiltrado hemorrágico e escoriação na região genital, além de sangue no canal vaginal. O exame descreve ainda três grupos de equimoses nas regiões dorsal e glúteas. Testes rápidos também apresentaram resultado positivo. Materiais foram coletados para exames genéticos e análise de DNA.
Polícia apura estupro coletivo contra adolescente em Copacabana e busca por 4 jovens e 1 menor O delegado Ângelo Lajes, responsável pela investigação do estupro coletivo contra um adolescente de 17 anos em Copacabana, na Zona Sul do Rio, afirmou neste sábado (28) que o crime foi uma “emboscada planejada” e que os envolvidos podem ser condenados a quase 20 anos de prisão. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça O caso ocorreu na noite de 31 de janeiro, em um imóvel na Rua Ministro Viveiros de Castro. “A gente trata esse caso como uma emboscada planejada. Ela foi levada a erro por esse garoto, esse menor que já tinha um relacionamento anterior com ela. Ela achou que estava indo para lá para ter um encontro romântico com esse adolescente infrator. Só que chegou lá havia mais quatro adultos e aconteceu tudo o que aconteceu”, disse o delegado. “Ela sofreu violência sexual, física e psicológica”, completou. Polícia apura estupro coletivo contra adolescente em Copacabana e busca por 4 homens e 1 menor Reprodução TV Globo De acordo com o relatório final do inquérito produzido pela 12ª DP (Copacabana), quatro homens foram indiciados pelo crime de estupro com concurso de pessoas: Bruno Felipe dos Santos Allegretti, Vitor Hugo Oliveira Simonin, Mattheus Verissimo Zoel Martins e João Gabriel Xavier Bertho. O g1 e a TV Globo tentam contato com a defesa dos jovens. A conduta do adolescente foi desmembrada para apuração na Vara da Infância e Juventude. Ele não terá identidade revelada. Segundo Lajes, o jovem chegou à delegacia logo após o crime com marcas evidentes de agressão. “Ela chegou aqui muito lesionada e isso chamou muita atenção dos investigadores. Ela estava sangrando. No momento que ela chegou aqui nós tentamos fazer a prisão em flagrante dos criminosos. Nós fomos até o local onde o crime tinha acabado de acontecer, mas infelizmente naquele momento a gente não conseguiu cometer a prisão”, disse. Investigação A polícia tentou cumprir mandados de prisão contra os quatro maiores de idade e ordem de apreensão contra o menor, mas nenhum deles foi localizado. O delegado afirmou que a investigação reuniu provas técnicas antes da representação pelas prisões. “A gente uniu o laudo do exame de corpo delito, a gente captou as imagens do crime e ela fez o reconhecimento dos autores. Então a gente teve certeza da autoria e da materialidade para conseguir exatamente os mandados de prisão”, explicou o delegado. Polícia apura estupro coletivo contra adolescente em Copacabana e busca por 4 homens e 1 menor Reprodução Segundo Ângelo Lajes, o crime é qualificado e pode ter aumento de pena. Os suspeitos podem pegar quase 20 anos de prisão. “Eles cometeram o crime de estupro, esse crime de estupro ele é elevado pelo fato da vítima ser menor de 18 anos e ainda há uma causa de aumento de pena pelo fato do crime ter sido cometido de forma coletiva”. “Eles vão estar sujeitos a uma pena de quase 20 anos de reclusão”, comentou. A investigação foi encaminhada ao Ministério Público. O adolescente responderá a um procedimento próprio na Vara da Infância e Juventude. O que disse a vítima Em depoimento prestado na delegacia, na presença da avó, a adolescente relatada que foi convidada pelo adolescente, que era um colega de escola, para ir ao apartamento de um amigo dele. Ele teria pedido que ela levasse uma amiga, mas, como não conseguiu, foi sozinha. Segundo a jovem, ela já teve um relacionamento com o rapaz entre 2023 e 2024, mas não se encontrou desde então. Ao chegar ao prédio, ela se encontrou com o jovem na portaria e subiu ao apartamento. No elevador, o rapaz teria avisado que dois amigos não estariam no local e insinuado que fariam “algo diferente”, ou que ela diria ter recusado. No apartamento, ela afirmou ter sido levada para um quarto. Enquanto mantinha relação sexual com o jovem, outros três rapazes entraram no cômodo, fizeram comentários e, segundo o relato, um deles passou a tocá-la sem consentimento. Violência contra mulher: como pedir ajuda A jovem contorno que, após insistência do adolescente, coincide apenas que os amigos permanecem no quarto, com a condição de que não a tocassem. No entanto, segundo ela, os jovens continuaram tirado a roupa, passado a beijá-la e apalpá-la. A vítima afirmou que foi vítima de prática de sexo oral e que sobreviveu por parte dos quatro jovens. Disse ainda que levou tapas, socos e um chute na região abdominal. Em determinado momento, ela disse ter tentado sair do quarto, mas, segundo o depoimento, foi impedida. Ela relatou ainda que, ao deixar o apartamento, invejo um áudio ao irmão dizendo que acreditava ter sido estuprada. Depois, contou o que ocorreu à avó e importou a delegacia para registrar o caso. Imagens do prédio A investigação teve acesso às imagens das câmeras de segurança do prédio. Os registros mostram a chegada dos jovens ao apartamento e, posteriormente, a entrada de adolescente acompanhada por menores suspeitos. As imagens também registram o momento em que a vítima deixa o imóvel e segue em direção ao elevador. Segundo o relatório, após acompanhá-la até a saída do prédio, o jovem retorna ao apartamento e faz gestos que o pesquisador descrevem como de “comemoração”. Há ainda registros da saída dos investigados do edifício em horários próximos ao fato. Troca de mensagens Prints de conversas por WhatsApp entre adolescentes e menores foram incluídos no inquérito. Nas mensagens, ele a convida para ir ao endereço e pergunta se ela poderia chamar uma amiga. Um jovem responde que não teria quem convidar, e ele afirma que não teria problemas em ir sozinho. As conversas mostram ainda a combinação do encontro na portaria do prédio e os horários em que ela informa que está chegando. Laudo indica relação sexual O laudo de exame de corpo de delito aponta a existência de lesões compatíveis com violência física. Segundo a perícia, foram identificados infiltrado hemorrágico e escoriação na região genital, além de sangue no canal vaginal. O exame descreve ainda três grupos de equimoses nas regiões dorsal e glúteas. Testes rápidos também apresentaram resultado positivo. Materiais foram coletados para exames genéticos e análise de DNA.[/gpt3]

Compartilhe isso:

  • Compartilhar no Facebook(abre em nova janela) Facebook
  • Compartilhar no X(abre em nova janela) X

Curtir isso:

Curtir Carregando...
Tags: citacoletivoCopacabanadelegadoemboscadaestuprofísicamenorplanejadapsicológicasexualviolência
Postagem Anterior

ONU marca reunião para discutir ataques de EUA e Israel ao Irã

Próxima Postagem

Flávio Bolsonaro repudia reportagens do Brasil ao ataque ao Irã

Próxima Postagem
Flávio Bolsonaro repudia reportagens do Brasil ao ataque ao Irã

Flávio Bolsonaro repudia reportagens do Brasil ao ataque ao Irã

Deixe o Seu Comentário

PREVISÃO DO TEMPO

Fonte de dados meteorológicos: Wetter 30 tage

ENSINO SUPERIOR EAD

CURSO PROFISSÃO RÁPIDA

INVESTIGADOR PROFISSIONAL 11 98806-4613

INVESTIGADOR PARTICULAR 11 98806-4613

TERRENO EM JANAÚBA/MG (38) 9.9154-0000

JASMIRA IMÓVEIS (38) 9.8831-0162

CERTIFICADO DIGITAL SEM SAIR DE CASA

JASMIRA IMÓVEIS (38) 9.8831-0162

INVESTIGADOR DIGITAL 11 98806-4613

CURSOS ONLINE

  • Anuncie
  • Contato
  • Home
  • Política
  • Política de privacidade
  • Quem Somos
  • Trabalhe Conosco

© 2024 Rede BCN | Todos os direitos reservados. E-mail: redacao@redebcn.com.br

Sem Resultado
Ver todos os resultados
  • Menu
    • Política
    • Economia
    • São Paulo
    • Brasil
    • Educação
    • Entretenimento
    • Esportes
    • Saúde
    • Mundo
    • Tecnologia
    • Vídeos
  • Política de privacidade

© 2024 Rede BCN | Todos os direitos reservados. E-mail: redacao@redebcn.com.br

Vá para versão mobile
%d