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‘Ele me afogava até eu encostar no chão’: ex-enteada de Jairinho relata idas ao motel e agressões em depoimento

Redação Por Redação
8 de junho de 2026
Em Notícias
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‘Ele me afogava até eu encostar no chão’: ex-enteada de Jairinho relata idas ao motel e agressões em depoimento
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‘Ele me afogava até eu encostar no chão’: ex-enteada de Jairinho relata idas ao motel e agressões em depoimento
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Ex-enteada de Jairinho relata idas ao motel e agressões em depoimento Um dos depoimentos mais importantes do julgamento que condenou o ex-vereador Jairinho pela morte de Henry Borel veio de um jovem de 18 anos que afirmou ter sido vítima de agressões do réu quando tinha apenas 5 anos. O relato foi apresentado aos jurados durante os 11 dias do julgamento do caso Henry e ajudou a sustentar a tese da acusação de que Jairinho mantinha um histórico de violência contra crianças. Segundo o depoimento, o jovem conheceu Jairinho durante o relacionamento dele com sua mãe. Ao ser questionada sobre episódios que viveu na infância, ela contou que foi levada para motéis, onde Sofia agressões dentro da piscina. “Ele me encontrou afundando até eu encostar no chão. Aí me soltou, eu respirava e ele me afogava de novo com o pé dele me empurrando até o chão várias vezes”, afirmou. A testemunha também relatou outros episódios de violência física. Segundo ela, em uma ocasião Jairinho abriu seu braço com tanta força que ela precisou usar gesso. Durante o depoimento, a jovem explicou que nunca contou à mãe o que acontecia porque tinha medo de deixar-la triste. “Eu falei que, se eu contasse para minha mãe, ela ia ficar muito triste”, disse. Descoberta após o fim do relacionamento A mãe da jovem afirmou aos jurados que só tomou conhecimento das agressões cerca de um ano depois do término do relacionamento com Jairinho. Segundo ela, a filha revelou os episódios enquanto assistia a uma reportagem sobre violência infantil. “Ela começou a chorar e falou que ele fazia isso comigo. Ela falou que ele batia, batia na cabeça dela, torcia o braço dela”, relatou. A mulher afirmou ainda que a filha nunca havia comentado qualquer agressão enquanto o relacionamento estava em andamento. Exclusivo: depoimentos da babá de Henry Borel e de ex-enteada de Jairinho foram decisivos para as declarações Ex-enteada de Jairinho relata idas ao motel e agressões em depoimento Reprodução/TV Globo Morte de Henry motivou denúncia De acordo com os depoimentos apresentados no julgamento, mãe e filha procuraram as autoridades após tomarem conhecimento da morte de Henry Borel, em março de 2021. A mãe contorno que encontrou o pai do menino, Leniel Borel, para relatar o que havia descoberto. Já a jovem afirmou ter carregado por muito tempo um sentimento de culpa. “Eu me senti muito culpada, porque consegui que, se a gente tivesse feito alguma coisa, se a gente tivesse falado, não teria chegado onde chegou”, disse. Henry Borel Reprodução/TV Globo Depoimento reforçou acusação A acusação utilizou o relato para sustentar que as agressões contra Henry não seriam um episódio isolado. Os promotores argumentaram que a testemunha descreveu comportamentos semelhantes aos que apareceram ao longo das investigações sobre a morte do menino. Na madrugada de quinta-feira, após 11 dias de julgamento, Jairinho foi condenado a 43 anos e 9 meses de prisão por tortura e homicídio contra Henry Borel. Jairo de Souza Santos Junior, o Jairinho, foi condenado a 43 anos e 9 meses de prisão por tortura e homicídio Reprodução/TV Globo ‘A justiça matou o meu filho’ Leniel Borel, pai de Henry, disse que não houve justiça completa por Henry e criticou o perdão judicial concedido a Monique pela juíza Elizabeth Machado Louro, que ultimamente ter sofrido uma “misoginia declarada” contra a mãe. A decisão está longe de encerrar o caso. O Ministério Público recorreu, alegando irregularidades após o julgamento ter alterado uma das perguntas feitas aos jurados, o que, segundo a acusação, contribuiu para uma mudança no entendimento sobre a responsabilidade de Monique. Monique Medeiros já está em liberdade. Jairinho permanece no presídio em Bangu, onde agora vai cumprir pena. Sua defesa também pretende pedir a anulação do julgamento. Quase cinco anos após a morte que chocou o país e levou à criação da Lei Henry Borel, o julgamento mais longo da história do Tribunal de Justiça do Rio terminou com uma observação histórica. Mas a disputa judicial em torno do caso ainda deve continuar nos tribunais. Veja a reportagem completa no vídeo abaixo: Fantástico tem acesso a depoimentos do julgamento do caso Henry Borel
Ex-enteada de Jairinho relata idas ao motel e agressões em depoimento Um dos depoimentos mais importantes do julgamento que condenou o ex-vereador Jairinho pela morte de Henry Borel veio de um jovem de 18 anos que afirmou ter sido vítima de agressões do réu quando tinha apenas 5 anos. O relato foi apresentado aos jurados durante os 11 dias do julgamento do caso Henry e ajudou a sustentar a tese da acusação de que Jairinho mantinha um histórico de violência contra crianças. Segundo o depoimento, o jovem conheceu Jairinho durante o relacionamento dele com sua mãe. Ao ser questionada sobre episódios que viveu na infância, ela contou que foi levada para motéis, onde Sofia agressões dentro da piscina. “Ele me encontrou afundando até eu encostar no chão. Aí me soltou, eu respirava e ele me afogava de novo com o pé dele me empurrando até o chão várias vezes”, afirmou. A testemunha também relatou outros episódios de violência física. Segundo ela, em uma ocasião Jairinho abriu seu braço com tanta força que ela precisou usar gesso. Durante o depoimento, a jovem explicou que nunca contou à mãe o que acontecia porque tinha medo de deixar-la triste. “Eu falei que, se eu contasse para minha mãe, ela ia ficar muito triste”, disse. Descoberta após o fim do relacionamento A mãe da jovem afirmou aos jurados que só tomou conhecimento das agressões cerca de um ano depois do término do relacionamento com Jairinho. Segundo ela, a filha revelou os episódios enquanto assistia a uma reportagem sobre violência infantil. “Ela começou a chorar e falou que ele fazia isso comigo. Ela falou que ele batia, batia na cabeça dela, torcia o braço dela”, relatou. A mulher afirmou ainda que a filha nunca havia comentado qualquer agressão enquanto o relacionamento estava em andamento. Exclusivo: depoimentos da babá de Henry Borel e de ex-enteada de Jairinho foram decisivos para as declarações Ex-enteada de Jairinho relata idas ao motel e agressões em depoimento Reprodução/TV Globo Morte de Henry motivou denúncia De acordo com os depoimentos apresentados no julgamento, mãe e filha procuraram as autoridades após tomarem conhecimento da morte de Henry Borel, em março de 2021. A mãe contorno que encontrou o pai do menino, Leniel Borel, para relatar o que havia descoberto. Já a jovem afirmou ter carregado por muito tempo um sentimento de culpa. “Eu me senti muito culpada, porque consegui que, se a gente tivesse feito alguma coisa, se a gente tivesse falado, não teria chegado onde chegou”, disse. Henry Borel Reprodução/TV Globo Depoimento reforçou acusação A acusação utilizou o relato para sustentar que as agressões contra Henry não seriam um episódio isolado. Os promotores argumentaram que a testemunha descreveu comportamentos semelhantes aos que apareceram ao longo das investigações sobre a morte do menino. Na madrugada de quinta-feira, após 11 dias de julgamento, Jairinho foi condenado a 43 anos e 9 meses de prisão por tortura e homicídio contra Henry Borel. Jairo de Souza Santos Junior, o Jairinho, foi condenado a 43 anos e 9 meses de prisão por tortura e homicídio Reprodução/TV Globo ‘A justiça matou o meu filho’ Leniel Borel, pai de Henry, disse que não houve justiça completa por Henry e criticou o perdão judicial concedido a Monique pela juíza Elizabeth Machado Louro, que ultimamente ter sofrido uma “misoginia declarada” contra a mãe. A decisão está longe de encerrar o caso. O Ministério Público recorreu, alegando irregularidades após o julgamento ter alterado uma das perguntas feitas aos jurados, o que, segundo a acusação, contribuiu para uma mudança no entendimento sobre a responsabilidade de Monique. Monique Medeiros já está em liberdade. Jairinho permanece no presídio em Bangu, onde agora vai cumprir pena. Sua defesa também pretende pedir a anulação do julgamento. Quase cinco anos após a morte que chocou o país e levou à criação da Lei Henry Borel, o julgamento mais longo da história do Tribunal de Justiça do Rio terminou com uma observação histórica. Mas a disputa judicial em torno do caso ainda deve continuar nos tribunais. Veja a reportagem completa no vídeo abaixo: Fantástico tem acesso a depoimentos do julgamento do caso Henry Borel[/gpt3]

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