O desempenho do mercado brasileiro de veículos registrou forte expansão no primeiro trimestre deste ano. Segundo balanço divulgado hoje (7) pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), que representa as vendas do país, os emplacamentos de veículos no Brasil – e que engloba automóveis, leves comerciais, caminhões, ônibus, motocicletas, implementos rodoviários e outros veículos – avançaram 16,09% entre janeiro e março de 2026, em comparação ao mesmo período do ano passado, totalizando 1.254.696 veículos.
Ó acumulado do primeiro trimestre deste ano já é o terceiro melhor resultado da série histórica, atrás apenas dos anos de 2011 e 2012.
Este também foi, de acordo com a Fenabrave, o segundo melhor mês de março da série histórica da entidade, com um total de 513.099 veículos emplacados, o que representou crescimento de 36,86% em relação a fevereiro e de 35,26% em comparação a março do ano passado.
Embora a base de comparação tenha sido favorável pelo calendário, já que março deste ano contabilizou 22 dias úteis, o resultado sinaliza, segundo a Fenabrave, uma melhoria efetiva do ambiente de consumo.
“O mês de março confirmou um mercado mais dinâmico, com desempenho divulgado entre os principais segmentos e um primeiro trimestre que já se posicionou entre os melhores da série histórica. O calendário ajudou, mas os dados mostram também uma ocorrência consistente da demanda”, disse Arcelio Junior, presidente da federação.
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Considerando-se apenas a venda de veículos zero milhas e que inclui veículos de passeio, leves, caminhões e ônibus, o crescimento foi de 45,55% em comparação a fevereiro e de 37,85% em março do ano passado, somando 269.463 veículos comercializados.
Os segmentos de motos continuam se destacando como um dos principais pilares de expansão do mercado, com 221.573 unidades vendidas, aumento de 29,19% em relação a fevereiro e de 33,47% em comparação a março de 2025.
“Mais uma vez, as motocicletas tiveram papel decisivo no desempenho do setor. É um segmento que vem ampliando sua importância no mercado brasileiro, tanto pela mobilidade quanto pela função econômica e social que exerce”, disse o presidente da Fenabrave.

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