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Economia prateada mostra força de consumidores e empreendedores 60+

Por Redação
20 de abril de 2026
Em Economia
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Economia prateada mostra força de consumidores e empreendedores 60+
Twitter1128254686redacaobcn@gmail.com


O Brasil já soma mais de 33 milhões de pessoas com 60 anos ou mais e caminha para ser o quinto país com mais idosos do mundo. É um público que movimenta R$ 2 trilhões na economia, de acordo com estudo realizado pela consultoria Data8.

Esse potencial econômico é formado tanto por consumidores, como pelos empreendedores da chamada economia prateada, em alusão aos cabelos grisalhos.

Para atender a esse público, os modelos de negócio precisam se adaptar às novas demandas. Eles querem melhor iluminação nas lojas, visibilidade visível, acessibilidade, atendimento acolhedor e processo de compra simplificado. O empreendedor que oferece esses diferenciais acaba tendo a preferência do público mais velho, afirma o gestor nacional do programa Empreendedorismo Sênior 60+ do Sebrae, Gilvany Isaac.

“Eu acho que a Economia Prateada reflete a transformação estrutural da sociedade brasileira. Os empreendimentos que compreendem essa mudança e desenvolvem produtos alinhados a essa realidade, não apenas acessarão o mercado de expansão, mas também contribuirão para o modelo de desenvolvimento mais inclusivo, sustentável e conectado à inovação”, afirma Gilvany.

O bancário registrado João Gualberto de Almeida Teixeira, pertence ao público 70+. Ele conta que o que sente mais falta no atendimento é, primordialmente, atenção.

“Tenho notado que a pessoa vai para algum local e os atendentes estão distraídos, olhando outras coisas, e não dão atenção para o que você merece e, principalmente, precisa. É você estar sendo atendido com atenção, quer dizer, olho no olho. Isso é fundamental”, afirmou.




Economia prateada, uma economia conquistada por pessoas com 60+. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Segmentos

Entre os segmentos com maior potencial para o público 60+, Gilvany destaca o de saúde e bem-estar, como academias especializadas. “Treino adaptado, acompanhamento, foco na funcionalidade e não apenas na estética”, aponta.

Outro nicho são os negócios de telemedicina e serviços de monitoramento remoto de saúde. “Os cuidadores também vêm com uma força muito grande porque podem ser microempreendedores individuais (MEI) e ter um CNPJ, o que vai ser muito importante para as famílias que desejam o conforto de um contrato, bem como para os próprios cuidadores”, diz.

Outro segmento com amplo potencial para atender a população é o de turismo e lazer – especialmente empresas que oferecem pacotes da alta temporada, com roteiro cultural e viagens de experiência. Ela destaca ainda os serviços na área financeira, como planejamento para aposentadoria ativa, além da habitação adaptada.

“Estamos falando de arquitetura e soluções de acessibilidade de moradias, que fazem uma adaptação em residências para dar um conforto melhor para pessoa idosa”, exemplifica.

Gilvany ressalta ainda, do lado dos consumidores 60+, um movimento crescente no comércio eletrônico. Eles compram mais pela internet, mas é preciso incrementar o engajamento digital desse público, que hoje constitui uma parcela da população que mais sofre golpes. Há um crescimento de escolas de computação e de conhecimento eletrônico externo para esse segmento.

Mel Mania

O microempreendedor João Lopes procurou o Sebrae-RJ para saber como formatar seu negócio para atender especificamente o público 60+. Em junho de 2024 criou a Mel Mania, que comercializa a substância. Aos 54 anos, João viu em público uma forte oportunidade de negócio.

“O meu público é totalmente 60+. Eu tenho um cliente com 84 anos que compra mensalmente, como se fosse uma assinatura. A família toda consome, mas ele é a porta de entrada”, explica.

Além da venda do mel, para todo o país, a empresa capacita, sem custos, pessoas que contam com espaços ociosos para a produção do produto. João oferece instrumentos, suporte e depois compra a produção dos parceiros. A Mel Mania já inseriu 112 pessoas na apicultura.

“Depois que eu passei pelo Sebrae, descobri que sou empreendedor social, porque o meu negócio gera impacto positivo na sociedade. Quem compra o meu mel sabe que está gerando renda para as pessoas”, diz.




O microempreendedor João Lopes fala sobre a produção de mel da Mel Mania – Rovena Rosa/Agência Brasil

Capacitação

No Rio de Janeiro, o Sebrae desenvolve um projeto para atender justamente a população mais madura que deseja permanência produtiva. O Sebrae Economia Prateada está em sua terceira edição e a próxima turma terá início em maio. Ao todo, 144 pessoas já foram atendidas pelo projeto.

O perfil dos participantes é majoritariamente feminino e envolve segmentos multissetoriais.

“Há muita gente empreendendo na área de gastronomia, economia criativa, artesanato, moda, beleza e, também, em negócios ligados à consultoria na prestação de serviços”, explica a gerente de projeto e analista do Sebrae RJ, Juliana Lima.

Do lado dos consumidores seniores, Juliana Lima ressaltou a existência de um mercado em forte expansão, uma vez que o envelhecer no Brasil se transformou. “O perfil desse idoso, mudou. Hoje ele não fica mais em casa, como antigamente. São ativos, viajam, namoram, estudam, estão preocupados com a beleza, em viver bem”.

O projeto Sebrae Economia Prateada trabalha em parceria com outras instituições, como o Serviço Social do Comércio (Sesc) e o governo do estado, para ampliar o público atendido. Os chamados empreendedores seniores representaram, em outubro do ano passado, 16% do total de donos de negócios no estado do Rio de Janeiro.

“A população está envelhecendo mais ativa, mas o mercado tem uma barreira. Por conta do etarismo no trabalho formal, o sênior precisa do empreendedorismo para gerar algum tipo de renda”.


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Tags: consumidoreseconomiaempreendedoresforçamostraPrateada
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