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BRB apresenta ao BC plano para recompor capital após perdas com Master

Por Redação
6 de fevereiro de 2026
Em Economia
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BRB apresenta ao BC plano para recompor capital após perdas com Master
Twitter1128254686redacaobcn@gmail.com


O Banco de Brasília (BRB) entregou nesta sexta-feira (6) ao Banco Central (BC) o Plano de Capital com medidas para recompor o balanço e fortalecer a liquidez da instituição num prazo máximo de 180 dias.

O documento foi apresentado publicamente pelo presidente do banco, Nelson Antônio de Souza, e pelo diretor de Fiscalização do BC, Gilneu Vivan. O secretário de Economia do Distrito Federal, Daniel Izaias, também foi ao encontro.

Segundo o BRB, o plano reúne ações preventivas que serão rompidas caso fiquem comprovadas a necessidade de aporte do Governo do Distrito Federal (GDF), o que dependerá da conclusão das investigações em andamento.

O banco afirma que a iniciativa busca garantir a sustentabilidade da instituição, preservar a estabilidade das operações e garantir a transparência para clientes, investidores e parceiros.

Em comunicado oficial, o BRB não informa valores.

No entanto, em depoimento à Polícia Federal no fim do ano passado, o diretor de Fiscalização do BC, Ailton de Aquino, disse que as operações com o Banco Master provocaram um rombo de R$ 5 bilhões no balanço do BRB.

O banco não detalha as ações apresentadas ao BC. Apenas foi informado que o plano protege os clientes do BRB e garante o funcionamento da instituição.

“Elaborado para garantir a sustentabilidade da instituição, o plano fortalece o capital institucional e assegura a estabilidade das operações. O banco reafirma seu compromisso com a transparência, com a proteção de clientes, investidores e parceiros, e com a adoção de todas as medidas permitidas para preservar a integridade e a continuidade de suas atividades”, limitando-se a informar a nota do BRB.

Em tese, o BRB tem cinco possibilidades para levantar capital:

  • Empréstimos de outras instituições financeiras, inclusive bancos privados e o Fundo Garantidor de Créditos (FGC);
  • Venda de ativos, com destaque para carteiras imobiliárias e créditos em estados e municípios;
  • Constituição de um fundo imobiliário com terrenos e imóveis do GDF a ser transferido ao banco;
  • Transportes diretos do Tesouro do Distrito Federal;
  • Empréstimo do GDF com FGC, com posterior repasse ao BRB.

As medidas que envolvem recursos do governo distrital dependem da aprovação da Câmara Legislativa do DF. O plano tem como objetivo injetar liquidez, reduzir o tamanho da instituição e diminuir a necessidade de novos transportes do controlador em um contexto de restrições fiscais.

Segundo o jornal O Estado de S.Pauloo banco distrital teria vendido cerca de R$ 5 bilhões em ativos de alta qualidade – como crédito consignado e antecipação de saques do Fundo de Garantia – para conter a fuga de capitais após a liquidação do Banco Master e o avanço das investigações sobre operações consideradas irregulares.

O jornal também informou que o BRB negocia a venda de quase R$ 1 bilhão em carteiras de crédito concedidos a estados e municípios, com garantias do Tesouro Nacional, operação que pode render cerca de R$ 730 milhões em valor presente. O banco também tenta desfazer-se de fundos de investimentos adquiridos do próprio Banco Master.

As apurações em curso investigam a compra pelo BRB de cerca de R$ 12,2 bilhões em carteiras de crédito do Master, com ativos superfaturados ou inexistentes. Desse total, o BRB afirma que aproximadamente R$ 10 bilhões foram substituídos ou liquidados e negociaram o bloqueio de bens.

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Tags: apósapresentabrbcapitalMasterparaperdasplanorecompor
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