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Dos estádios na Times Square: ‘dinos’ brasileiros viram atração na Copa dos Estados Unidos

Por Redação
21 de junho de 2026
Em Notícias
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Dos estádios na Times Square: ‘dinos’ brasileiros viram atração na Copa dos Estados Unidos
Twitter1128254686redacaobcn@gmail.com



Dos estádios na Times Square: ‘dinos’ brasileiros viram atração na Copa dos Estados Unidos
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Dos estádios na Times Square: ‘dinos’ brasileiros viram atração na Copa dos Estados Unidos Fantasiados de dinossauros, eles chamam atenção por onde passam. Nos arredores dos estádios, em pontos turísticos e até entre torcedores de outros países, os “dinos” brasileiros viraram atração para parte nos Estados Unidos. Por trás de uma das fantasias está o médico clínico Wily Aguirre, de 47 anos, morador de Feira de Santana, que embarcou para a sexta Copa do Mundo da vida com o objetivo de se renovar a cada quatro anos: ver o Brasil conquistando o hexacampeonato. 📲 Clique aqui e entre no grupo do WhatsApp do g1 Bahia As fantasias acompanham Wily e os amigos desde a Copa da Rússia, em 2018. Desde então, os personagens se transformaram em uma espécie de embaixadores informais da torcida brasileira. “As pessoas veem a gente e perguntam se somos artistas. Por onde a gente passa, a gente leva um pouco de animação”, conto. Segundo o baiano, a receptividade tem sido grande nos Estados Unidos. “Elas ficaram impressionadas, pedem para tirar fotos e perguntam de que nós, país somos. Acredito que estamos conquistando torcida para o Brasil graças à simpatia dos dinos.” Além dos jogos, os dinossauros também estão presentes no roteiro turístico do grupo. “Estamos levando eles para conhecer as praias de Miami, a Filadélfia, a Times Square e Washington. Temos um roteiro cultural aqui nos Estados Unidos também.” Dinos na Copa do Mundo dos Estados Unidos. Arquivo Pessoal Wily acompanha Copas do Mundo desde 2002, quando assistiu ao pentacampeonato brasileiro no Japão. Depois disso, esteve nos Mundias da Alemanha, África do Sul, Brasil, Rússia e Qatar. Mesmo depois de mais de duas décadas viajando pela Seleção Brasileira, ele garante que a emoção permaneça intacta. “É um sonho de criança sendo realizado. A primeira Copa que lembro foi em 1986, quando Zico perdeu o pênalti. Eu olhei aquilo e parecia algo inalcançável, que nunca iria viver ao vivo.” “A primeira vez que fui, em 2002, está entre os três momentos mais marcantes da minha vida. Cada vez que a gente entra no estádio e ouve o hino brasileiro sendo tocado, as lágrimas vêm aos olhos. Parece que é a primeira vez que vendemos ao vivo”. Para esta edição da Copa, ele comprou ingressos para os jogos entre Brasil e Marrocos, Brasil e Haiti e Equador e Costa do Marfim. Os custos, porém, assustaram. “Essa vez fui para três jogos. Gastei 2.600 dólares. Isso é o que gastei para assistir 22 jogos no Qatar.” Brasileiros curtom a Copa do Mundo Arquivo Pessoal Segundo o médico, os preços são um dos aspectos que mais chamam atenção nos Estados Unidos. “A grandiosidade das coisas impressiona porque os estádios são muito grandes, com capacidades para 70 mil, 80 mil pessoas. Também a mercantilização da Copa. Nunca vi ingressos tão caros. O estacionamento para Brasil e Marrocos custa 400 dólares.” O valor elevado fez com que o grupo encurtasse a viagem e desistisse de algumas partidas. “Estou sem ingressos para Brasil e Escócia porque estão gastando 1.800 dólares e eu não vou pagar. Vou assistir de fora.” Apesar disso, a confiança na Seleção segue firme. “A gente sempre cria aquela expectativa. Eu costumo dizer que o brasileiro gosta de se iludir e as esperanças são renovadas a cada Copa. Vai que agora é a hora. Eu gosto de me iludir.” Wily durante jogo na Copa do Mundo do Qatar Arquivo Pessoal Wily é acompanhado do pai, Wilson Aguirre, de 74 anos, parceiro de viagens desde a Copa da África do Sul, em 2010. “Isso para mim é um privilégio, porque eu aprendi a gostar de todos os esportes com o meu pai.” A ligação da família com o Brasil começou antes mesmo do nascimento dele. Equatoriano, Wilson decidiu se mudar para o país em 1971 após se encantar com a seleção tinha acabado de se consagrar tricampeã do mundo. “A paixão do meu pai pelo futebol é tão grande que ele veio morar no Brasil por causa da Seleção de 70. Ele queria sentir essa energia.” A “delegação” também conta com os amigos Valdeci Uchôa e Paulo Vitor, que está acompanhado pela filha Eduarda. Ao longo dos anos, Wily também tenta não ganhar a fama curiosa de “pé frio” da Seleção Brasileira. “A questão é que eu não fico até a final da Copa. Em todas eu volto nas oitavas de final. Deixo planejado para vencer, mas quando vou assistir às quartas, em casa, o Brasil perde”, se defendeu aos risos. Em tom de brincadeira, ele já encontrou a solução para acabar com o jejum brasileiro. “Eu peço para meus amigos me patrocinarem, mas ninguém quer fazer essa vaquinha. Todo mundo egoísta. Parece que só tenho amigos que torcem para a Argentina.” A promessa é levar Gustavo para a Copa do Mundo Arquivo Pessoal Se depender dos planos da família, a tradição está longe de acabar. Pai de Gustavo, de apenas 1 ano, Wily já projeta a próxima Copa do Mundo. “Meu filho é muito pequeno, mas já avisei para minha esposa que na próxima Copa vamos ter três gerações de Aguirres na Copa do Mundo.” A justificativa, segundo ele, é simples. “Até porque a primeira palavra que ele falou foi ‘gol’. Não tem como não levar ele. Serão três gerações de dinos.” Enquanto seguem atenção nas ruas e nos pontos turísticos americanos, os dinos brasileiros carregam mais do que uma fantasia divertida. Levam consigo histórias de família, amizade e amor pelo futebol que já duram mais de duas décadas e prometem continuar nas próximas Copas. LEIA TAMBÉM: Rua em bairro de Salvador vira galeria a céu aberto e reúne gerações em tradição que se renovam a cada Copa do Mundo ‘Ronaldo’, ‘Riquelme’: família com 14 filhos com nomes com letra ‘R’ por causa de ex-jogadores se prepara para a Copa Febre do álbum da Copa do Mundo 2026 movimenta shoppings e reúne famílias em Salvador; veja lista com ponto de trocas Veja mais notícias do estado no g1 Bahia. Assista aos vídeos do g1 e TV Bahia 💻
Dos estádios na Times Square: ‘dinos’ brasileiros viram atração na Copa dos Estados Unidos Fantasiados de dinossauros, eles chamam atenção por onde passam. Nos arredores dos estádios, em pontos turísticos e até entre torcedores de outros países, os “dinos” brasileiros viraram atração para parte nos Estados Unidos. Por trás de uma das fantasias está o médico clínico Wily Aguirre, de 47 anos, morador de Feira de Santana, que embarcou para a sexta Copa do Mundo da vida com o objetivo de se renovar a cada quatro anos: ver o Brasil conquistando o hexacampeonato. 📲 Clique aqui e entre no grupo do WhatsApp do g1 Bahia As fantasias acompanham Wily e os amigos desde a Copa da Rússia, em 2018. Desde então, os personagens se transformaram em uma espécie de embaixadores informais da torcida brasileira. “As pessoas veem a gente e perguntam se somos artistas. Por onde a gente passa, a gente leva um pouco de animação”, conto. Segundo o baiano, a receptividade tem sido grande nos Estados Unidos. “Elas ficaram impressionadas, pedem para tirar fotos e perguntam de que nós, país somos. Acredito que estamos conquistando torcida para o Brasil graças à simpatia dos dinos.” Além dos jogos, os dinossauros também estão presentes no roteiro turístico do grupo. “Estamos levando eles para conhecer as praias de Miami, a Filadélfia, a Times Square e Washington. Temos um roteiro cultural aqui nos Estados Unidos também.” Dinos na Copa do Mundo dos Estados Unidos. Arquivo Pessoal Wily acompanha Copas do Mundo desde 2002, quando assistiu ao pentacampeonato brasileiro no Japão. Depois disso, esteve nos Mundias da Alemanha, África do Sul, Brasil, Rússia e Qatar. Mesmo depois de mais de duas décadas viajando pela Seleção Brasileira, ele garante que a emoção permaneça intacta. “É um sonho de criança sendo realizado. A primeira Copa que lembro foi em 1986, quando Zico perdeu o pênalti. Eu olhei aquilo e parecia algo inalcançável, que nunca iria viver ao vivo.” “A primeira vez que fui, em 2002, está entre os três momentos mais marcantes da minha vida. Cada vez que a gente entra no estádio e ouve o hino brasileiro sendo tocado, as lágrimas vêm aos olhos. Parece que é a primeira vez que vendemos ao vivo”. Para esta edição da Copa, ele comprou ingressos para os jogos entre Brasil e Marrocos, Brasil e Haiti e Equador e Costa do Marfim. Os custos, porém, assustaram. “Essa vez fui para três jogos. Gastei 2.600 dólares. Isso é o que gastei para assistir 22 jogos no Qatar.” Brasileiros curtom a Copa do Mundo Arquivo Pessoal Segundo o médico, os preços são um dos aspectos que mais chamam atenção nos Estados Unidos. “A grandiosidade das coisas impressiona porque os estádios são muito grandes, com capacidades para 70 mil, 80 mil pessoas. Também a mercantilização da Copa. Nunca vi ingressos tão caros. O estacionamento para Brasil e Marrocos custa 400 dólares.” O valor elevado fez com que o grupo encurtasse a viagem e desistisse de algumas partidas. “Estou sem ingressos para Brasil e Escócia porque estão gastando 1.800 dólares e eu não vou pagar. Vou assistir de fora.” Apesar disso, a confiança na Seleção segue firme. “A gente sempre cria aquela expectativa. Eu costumo dizer que o brasileiro gosta de se iludir e as esperanças são renovadas a cada Copa. Vai que agora é a hora. Eu gosto de me iludir.” Wily durante jogo na Copa do Mundo do Qatar Arquivo Pessoal Wily é acompanhado do pai, Wilson Aguirre, de 74 anos, parceiro de viagens desde a Copa da África do Sul, em 2010. “Isso para mim é um privilégio, porque eu aprendi a gostar de todos os esportes com o meu pai.” A ligação da família com o Brasil começou antes mesmo do nascimento dele. Equatoriano, Wilson decidiu se mudar para o país em 1971 após se encantar com a seleção tinha acabado de se consagrar tricampeã do mundo. “A paixão do meu pai pelo futebol é tão grande que ele veio morar no Brasil por causa da Seleção de 70. Ele queria sentir essa energia.” A “delegação” também conta com os amigos Valdeci Uchôa e Paulo Vitor, que está acompanhado pela filha Eduarda. Ao longo dos anos, Wily também tenta não ganhar a fama curiosa de “pé frio” da Seleção Brasileira. “A questão é que eu não fico até a final da Copa. Em todas eu volto nas oitavas de final. Deixo planejado para vencer, mas quando vou assistir às quartas, em casa, o Brasil perde”, se defendeu aos risos. Em tom de brincadeira, ele já encontrou a solução para acabar com o jejum brasileiro. “Eu peço para meus amigos me patrocinarem, mas ninguém quer fazer essa vaquinha. Todo mundo egoísta. Parece que só tenho amigos que torcem para a Argentina.” A promessa é levar Gustavo para a Copa do Mundo Arquivo Pessoal Se depender dos planos da família, a tradição está longe de acabar. Pai de Gustavo, de apenas 1 ano, Wily já projeta a próxima Copa do Mundo. “Meu filho é muito pequeno, mas já avisei para minha esposa que na próxima Copa vamos ter três gerações de Aguirres na Copa do Mundo.” A justificativa, segundo ele, é simples. “Até porque a primeira palavra que ele falou foi ‘gol’. Não tem como não levar ele. Serão três gerações de dinos.” Enquanto seguem atenção nas ruas e nos pontos turísticos americanos, os dinos brasileiros carregam mais do que uma fantasia divertida. Levam consigo histórias de família, amizade e amor pelo futebol que já duram mais de duas décadas e prometem continuar nas próximas Copas. LEIA TAMBÉM: Rua em bairro de Salvador vira galeria a céu aberto e reúne gerações em tradição que se renovam a cada Copa do Mundo ‘Ronaldo’, ‘Riquelme’: família com 14 filhos com nomes com letra ‘R’ por causa de ex-jogadores se prepara para a Copa Febre do álbum da Copa do Mundo 2026 movimenta shoppings e reúne famílias em Salvador; veja lista com ponto de trocas Veja mais notícias do estado no g1 Bahia. Assista aos vídeos do g1 e TV Bahia 💻[/gpt3]

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