• Anuncie
  • Contato
  • Home
  • Política
  • Política de privacidade
  • Quem Somos
  • Trabalhe Conosco
  • Menu
    • Política
    • Economia
    • São Paulo
    • Brasil
    • Educação
    • Entretenimento
    • Esportes
    • Saúde
    • Mundo
    • Tecnologia
    • Vídeos
  • Política de privacidade
Sem Resultado
Ver todos os resultados
  • Menu
    • Política
    • Economia
    • São Paulo
    • Brasil
    • Educação
    • Entretenimento
    • Esportes
    • Saúde
    • Mundo
    • Tecnologia
    • Vídeos
  • Política de privacidade
Sem Resultado
Ver todos os resultados
Sem Resultado
Ver todos os resultados

Dívida pública brasileira dispara no último ano de Lula no governo

Por Redação
10 de julho de 2026
Em Notícias
A A
Dívida pública brasileira dispara no último ano de Lula no governo
Twitter1128254686redacaobcn@gmail.com


A dívida pública brasileira deve firmar o terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em um dos patamares das últimas décadas, segundo levantamento do Farol da Oposição, do Instituto Teotônio Vilela, com base em dados do Fundo Monetário Internacional (FMI). O endividamento bruto do país, aponta, saltará de 83,9% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2022 para 96,5% do PIB em dezembro de 2026.

Os dados, divulgados nesta sexta-feira (10) pelo site Poder360mostram um avanço de 12,6 pontos percentuais segundo que coloca o Brasil como o país do G20 com maior crescimento da dívida pública no período. O país fica atrás apenas da China, com alta projeção é de 29,6 pontos percentuais.

O desempenho brasileiro também é pior que o de outras economias emergentes, como África do Sul (8,2%), México (8,9%) e Argentina (-13,9%), que conseguem conter melhor a expansão do endividamento.

VEJA TAMBÉM:

  • Conta de luz e passagens aéreas mais caras puxam inflação para 0,16% em junho

Os números indicam ainda que a situação fiscal brasileira se aproxima dos níveis oferecidos durante a crise econômica dos anos de 2015 e 2016, no governo de Dilma Rousseff (PT). Naquele período, a dívida bruta do país passou de 61,6% para 77,4% do PIB, em meio à recessão econômica.

As projeções do FMI apontam que uma trajetória de alta deve continuar nos próximos anos, com um avanço de 96,5% para 105,5% do PIB até o fim da próxima gestão presidencial, um crescimento adicional de nove pontos percentuais.

Entre os 38 países que integram a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), o Brasil também aparece entre os maiores altos de individualização. O aumento projetado é inferior apenas ao registrado pela Finlândia, de 19,1 pontos percentuais, e pela Polônia, de 16,9 pontos.

Os números, porém, variam de acordo com a metodologia utilizada pelos órgãos de medição. Pelo padrão aprovado pelo Banco Central e pelas projeções do Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) de 2027, a dívida pública passou de 71,7% do PIB em 2022 e deverá atingir 83,6% do PIB em 2026, uma alta de 11,9 pontos percentuais.

As diferenças decorrem dos critérios adotados por cada instituição. O FMI considera todos os passivos do governo geral, o Banco Central exclui determinados ativos e passivos específicos, enquanto o Tesouro Nacional contabiliza apenas a dívida pública federal, que representa parte do endividamento total do setor público.

O cenário para os próximos anos também preocupa a Instituição Fiscal Independente (IFI) do Senado. No relatório divulgado em junho, o órgão projeta um período marcado para déficits primários permanentes e crescentes, dificuldades para o cumprimento das metas fiscais e limitações para conter o avanço da dívida.

Segundo o órgão, seria necessário um superávit primário de 2,1% do PIB por ano para estabilizar a relação entre dívida e PIB. As projeções indicam que o financiamento bruto poderá atingir 102% do PIB em 2032 e chegar a 115% do PIB em 2036, mantendo uma trajetória de crescimento das contas públicas brasileiras.

A IFI considera riscos externos para o projeto, como os impactos dos conflitos no Oriente Médio sobre os preços do petróleo, além dos efeitos da reforma da tributação sobre o consumo nas contas de estados e municípios. Apesar dos possíveis ganhos de eficiência e produtividade na economia, a instituição avalia que a situação fiscal continuará a exigir.

Compartilhe isso:

  • Compartilhar no Facebook(abre em nova janela) Facebook
  • Compartilhar no X(abre em nova janela) X
Tags: anoBrasileiracontas públicasdisparadívidaG20GovernoIMFlulapúblicaúltimo
Postagem Anterior

Homem é preso por tráfico de drogas em Angra dos Reis

Próxima Postagem

Sobrevivente do terremoto na Venezuela atribuiu milagre à Medalha Milagrosa

Próxima Postagem

Sobrevivente do terremoto na Venezuela atribuiu milagre à Medalha Milagrosa

Deixe o Seu Comentário

PREVISÃO DO TEMPO

Fonte de dados meteorológicos: Wetter 30 tage

NUMBRA, SISTEMA CONTÁBIL INTELIGENTE

INVESTIGAÇÕES ULTRA SIGILOSAS 11 2825-4686

Ponte Net 98 8103-4969

https://redebcn.com.br/wp-content/uploads/2026/06/WhatsApp-Video-2026-06-28-at-10.23.20-1.mp4?_=1

INVESTIGADOR PROFISSIONAL 11 98806-4613

TERRENO EM JANAÚBA/MG (38) 9.9154-0000

JASMIRA IMÓVEIS (38) 9.8831-0162

CERTIFICADO DIGITAL SEM SAIR DE CASA

JASMIRA IMÓVEIS (38) 9.8831-0162

INVESTIGADOR DIGITAL 11 98806-4613

BCN PORTAL DE NOTÍCIAS

  • Anuncie
  • Contato
  • Home
  • Política
  • Política de privacidade
  • Quem Somos
  • Trabalhe Conosco

© 2024 Rede BCN | Todos os direitos reservados. E-mail: redacao@redebcn.com.br

Sem Resultado
Ver todos os resultados
  • Menu
    • Política
    • Economia
    • São Paulo
    • Brasil
    • Educação
    • Entretenimento
    • Esportes
    • Saúde
    • Mundo
    • Tecnologia
    • Vídeos
  • Política de privacidade

© 2024 Rede BCN | Todos os direitos reservados. E-mail: redacao@redebcn.com.br

Sair da versão mobile