Deslização no Alemão mata cachorra, e casa é interditada
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Deslização no Alemão mata cachorra, e casa é interditada Reprodução TV Globo As fortes chuvas que atingiram o Rio de Janeiro nesta terça-feira (20) provocaram alagamentos, quedas de árvores e diversos transtornos em diversas regiões da cidade. No Complexo do Alemão, na Zona Norte, há uma penetração de terra atingida em uma casa, que precisou ser interditada pela Prefeitura. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça A residência resgatada fica na Travessa São Felipe e era ocupada por Vera Lúcia, três filhos e um neto. Ninguém esteve em casa no momento da penetração, mas a cachorra da família, chamada Amora, não conseguiu escapar. “Deslização de pedra com terra acabou com tudo na minha cozinha. Meu fogão, geladeira, tem um mês que comprei na loja”, disse Vera Lúcia. “Mas o que me doeu mais foi minha cachorra que estava na lavandeira, nos fundos da casa. Ela morreu soterrada. Eu to tentando assimilar ainda as coisas, tentando raciocinar, mas ta difícil”, concluiu. Veja os vídeos que estão em alta no g1 A casa foi interditada por risco estrutural, e a família avalia como vai reorganizar a rotina após os estragos. Casal preso em casa Na Tijuca, também na Zona Norte, a queda de uma árvore durante o temporal deixou um casal preso dentro de casa na Rua Dona Delfina. A árvore caiu sobre um poste, bloqueou a saída do imóvel e provocou um princípio de incêndio. “Foi uma situação muito difícil. A gente ta bastante abalado. O incêndio foi praticamente dentro e não tinha como sair do imóvel. Foi um livramento e choveu bastante na hora”, disse Rafaela. Guilherme contou que o casal acordou assustado com o barulho. “A gente acordou com um susto absurdo, aquele barulho inesperado. A nossa preocupação maior era de que se tivesse um incêndio se alastrasse como a gente ia sair com segurança”, contornou. Temporal atingiu principalmente a Zona Norte, acometeu transtornos em diferentes regiões da capital e deixou estragos também na Baixada Fluminense. Reprodução A chuva também provocou alagamentos em vias importantes da cidade. A Rua Pereira Barreto ficou tomada pela água, e equipes da Comlurb precisaram desobstruir bueiros para facilitar o escoamento. Somente pela manhã, o Centro de Operações da Prefeitura registrou sete ocorrências de queda de árvores, incluindo pontos como a Avenida Mem de Sá, na Lapa, a Rua Nery Pinheiro, na Cidade Nova, e o bairro Colégio, na Zona Norte. Em um dos casos, a queda de uma árvore retira os estímulos elétricos e derrubou um poste, interditando parcialmente uma via importante da cidade. Chuva na Baixada Fluminense Uma chuva forte também causou estragos na Baixada Fluminense. Em Duque de Caxias, uma cidade mais afetada, moradores enfrentam alagamentos em diversos bairros. No Centro, a Avenida Doutor Manoel Teles ainda tinha grande acúmulo de água horas após o temporal. Um galpão de uma loja foi invadido pela água, e autoridades relataram prejuízos no estoque, incluindo produtos como cremes de cabelo, shampoo e condicionador. Segundo a Defesa Civil, Duque de Caxias acumulou mais de 200 milímetros de chuva em 24 horas. No bairro Jardim Vinte e Cinco de Agosto, as ruas ficaram alagadas e a força da água chegou a arrastar lixeiras. Na Rua Vinte e Um de Abril, uma árvore caiu e quase atingiu um carro que passava no momento. Já no bairro Jardim Leal, um jacaré apareceu em meio à enchente e foi resgatado pelo Corpo de Bombeiros, que alertou para que a população não tentasse capturar animais por conta própria e acione o telefone 193. Outros municípios da Baixada também registraram transtornos. Em Saracuruna, a ventania derrubou parte do teto da garagem do ônibus da Trel. No Parque Lafaiete, o muro de uma UPA desabou, sem registro de feridos. Em Belford Roxo e Nova Iguaçu, as ruas ficaram alagadas, e a prefeitura de Nova Iguaçu informou que criou um gabinete de gerenciamento de crise para atuar durante o período de chuvas fortes, previsto até abril. A Prefeitura de Duque de Caxias informou que segue monitorando a situação e orienta que, em caso de emergência, os moradores procurem um seguro local e acionem a Defesa Civil.
Deslização no Alemão mata cachorra, e casa é interditada Reprodução TV Globo As fortes chuvas que atingiram o Rio de Janeiro nesta terça-feira (20) provocaram alagamentos, quedas de árvores e diversos transtornos em diversas regiões da cidade. No Complexo do Alemão, na Zona Norte, há uma penetração de terra atingida em uma casa, que precisou ser interditada pela Prefeitura. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça A residência resgatada fica na Travessa São Felipe e era ocupada por Vera Lúcia, três filhos e um neto. Ninguém esteve em casa no momento da penetração, mas a cachorra da família, chamada Amora, não conseguiu escapar. “Deslização de pedra com terra acabou com tudo na minha cozinha. Meu fogão, geladeira, tem um mês que comprei na loja”, disse Vera Lúcia. “Mas o que me doeu mais foi minha cachorra que estava na lavandeira, nos fundos da casa. Ela morreu soterrada. Eu to tentando assimilar ainda as coisas, tentando raciocinar, mas ta difícil”, concluiu. Veja os vídeos que estão em alta no g1 A casa foi interditada por risco estrutural, e a família avalia como vai reorganizar a rotina após os estragos. Casal preso em casa Na Tijuca, também na Zona Norte, a queda de uma árvore durante o temporal deixou um casal preso dentro de casa na Rua Dona Delfina. A árvore caiu sobre um poste, bloqueou a saída do imóvel e provocou um princípio de incêndio. “Foi uma situação muito difícil. A gente ta bastante abalado. O incêndio foi praticamente dentro e não tinha como sair do imóvel. Foi um livramento e choveu bastante na hora”, disse Rafaela. Guilherme contou que o casal acordou assustado com o barulho. “A gente acordou com um susto absurdo, aquele barulho inesperado. A nossa preocupação maior era de que se tivesse um incêndio se alastrasse como a gente ia sair com segurança”, contornou. Temporal atingiu principalmente a Zona Norte, acometeu transtornos em diferentes regiões da capital e deixou estragos também na Baixada Fluminense. Reprodução A chuva também provocou alagamentos em vias importantes da cidade. A Rua Pereira Barreto ficou tomada pela água, e equipes da Comlurb precisaram desobstruir bueiros para facilitar o escoamento. Somente pela manhã, o Centro de Operações da Prefeitura registrou sete ocorrências de queda de árvores, incluindo pontos como a Avenida Mem de Sá, na Lapa, a Rua Nery Pinheiro, na Cidade Nova, e o bairro Colégio, na Zona Norte. Em um dos casos, a queda de uma árvore retira os estímulos elétricos e derrubou um poste, interditando parcialmente uma via importante da cidade. Chuva na Baixada Fluminense Uma chuva forte também causou estragos na Baixada Fluminense. Em Duque de Caxias, uma cidade mais afetada, moradores enfrentam alagamentos em diversos bairros. No Centro, a Avenida Doutor Manoel Teles ainda tinha grande acúmulo de água horas após o temporal. Um galpão de uma loja foi invadido pela água, e autoridades relataram prejuízos no estoque, incluindo produtos como cremes de cabelo, shampoo e condicionador. Segundo a Defesa Civil, Duque de Caxias acumulou mais de 200 milímetros de chuva em 24 horas. No bairro Jardim Vinte e Cinco de Agosto, as ruas ficaram alagadas e a força da água chegou a arrastar lixeiras. Na Rua Vinte e Um de Abril, uma árvore caiu e quase atingiu um carro que passava no momento. Já no bairro Jardim Leal, um jacaré apareceu em meio à enchente e foi resgatado pelo Corpo de Bombeiros, que alertou para que a população não tentasse capturar animais por conta própria e acione o telefone 193. Outros municípios da Baixada também registraram transtornos. Em Saracuruna, a ventania derrubou parte do teto da garagem do ônibus da Trel. No Parque Lafaiete, o muro de uma UPA desabou, sem registro de feridos. Em Belford Roxo e Nova Iguaçu, as ruas ficaram alagadas, e a prefeitura de Nova Iguaçu informou que criou um gabinete de gerenciamento de crise para atuar durante o período de chuvas fortes, previsto até abril. A Prefeitura de Duque de Caxias informou que segue monitorando a situação e orienta que, em caso de emergência, os moradores procurem um seguro local e acionem a Defesa Civil.[/gpt3]

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