Denúncia que pode tornar TH Joias réu será votada sem relator que pediu a prisão dele; desembargador foi preso
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Denúncia que pode tornar TH Joias réu será votada sem relator que pediu a prisão dele; desembargador foi preso A denúncia do Ministério Público Federal (MPF) contra o ex-deputado TH Joias será apreciada pela 1ª seção especializada do Tribunal Regional Federal do Rio de Janeiro nesta quinta-feira (18). Preso suspeito de ser um braço político do Comando Vermelho, Thiego Raimundo dos Santos Silva pode se tornar rei. No entanto, a sessão não contará com a presença do relator inicial do caso, o desembargador Macário Ramos Júdice Neto, porque ele foi preso nesta terça (16) suspeito de ter vazado o mandado de prisão que ele mesmo expediu contra Thiego. O julgado será, então, sob a relatoria do desembargador federal Júlio de Castilhos. No documento entregue à Justiça solicitando a prisão do desembargador, a Polícia Federal afirma que a prisão preventiva evita interferências na produção de provas, já que o grupo investigado teve forte influência na administração pública do Rio de Janeiro e também garantiu a tramitação regular do processo. Relação entre Macário e Bacellar Uma investigação mostra um relacionamento muito próximo entre Macário Neto e Bacellar. O desembargador deu conselhos a Bacellar sobre sua relação com o governador Cláudio Castro. Os dois estão românticos desde julho. Uma análise do conteúdo dos celulares de Bacellar revelou também que o desembargador pediu ingressos para o jogo do Flamengo no Maracanã. O desembargador escreveu: “diga-me uma coisa, você consegue 4 ingressos para o jogo do Flamengo x Ceará?”, e foi respondido com: “nem que eu arrebente o portão darei um jeito. Tenho certeza, meu padrinho. Amanhã eu vou saber a carga que eu tenho exata que a Suderj vai me informar. A Suderj, a Superintendência de Esportes do estado do Rio, tem responsabilidade e gerenciamento de parte dos ingressos do Maracanã. Macário Neto e Bacellar voltaram a trocar mensagens dois dias depois, segundo a PF, quando o desembargador disse que já tinha conseguido por outros meios. Naquele mesmo dia, 2 de dezembro, Bacellar abriu a sessão da Alerj ameaçando criar uma comissão parlamentar de inquérito (CPI) para investigar a Suderj e a distribuição de ingressos para deputados. no TRF-2 é redistribuído para outro relator após prisão hoje de Macário ‘Em tempos de é encontrar honestidade’, disse desembargador há 2 anos ao tomar posse Segundo a Polícia Federal, o desembargador ajudou a vazar a operação contra TH. procuradas nesta terça. do RJ em tempo real e de graça Bacellar é licenciado do cargo de deputado estadual. Ele foi afastado da presidência da Casa por Moraes, mas ainda poderia exercer seu mandato No entanto, ele pediu licença do cargo um dia após ser liberado com o superintendente da PF no Rio de Janeiro, Fábio Galvão. logo chegou, recebeu voz de prisão e teve o celular apreendido. No carro dele, a PF apreendeu R$ 90 mil em espécie. Segundo a PF, Bacellar é suspeito de ter vazado informações sigilosas da Operação Zargun, deflagrada em setembro, em que o então deputado estadual TH Joias foi preso. a prisão de Bacellar, o mandado foi expedido pelo ministro Alexandre de Moraes, que também determinou o afastamento da presidência da Alerj. Em sua decisão, Moraes afirmou que há “fortes acusados” da participação de Bacellar em uma organização criminosa. Operação Zargun pelo procurador-geral da Justiça do RJ, Antonio José Campos Moreira Ele afirmou na ocasião que “houve uma certa dificuldade” para achar TH.
Denúncia que pode tornar TH Joias réu será votada sem relator que pediu a prisão dele; desembargador foi preso A denúncia do Ministério Público Federal (MPF) contra o ex-deputado TH Joias será apreciada pela 1ª seção especializada do Tribunal Regional Federal do Rio de Janeiro nesta quinta-feira (18). Preso suspeito de ser um braço político do Comando Vermelho, Thiego Raimundo dos Santos Silva pode se tornar rei. No entanto, a sessão não contará com a presença do relator inicial do caso, o desembargador Macário Ramos Júdice Neto, porque ele foi preso nesta terça (16) suspeito de ter vazado o mandado de prisão que ele mesmo expediu contra Thiego. O julgado será, então, sob a relatoria do desembargador federal Júlio de Castilhos. No documento entregue à Justiça solicitando a prisão do desembargador, a Polícia Federal afirma que a prisão preventiva evita interferências na produção de provas, já que o grupo investigado teve forte influência na administração pública do Rio de Janeiro e também garantiu a tramitação regular do processo. Relação entre Macário e Bacellar Uma investigação mostra um relacionamento muito próximo entre Macário Neto e Bacellar. O desembargador deu conselhos a Bacellar sobre sua relação com o governador Cláudio Castro. Os dois estão românticos desde julho. Uma análise do conteúdo dos celulares de Bacellar revelou também que o desembargador pediu ingressos para o jogo do Flamengo no Maracanã. O desembargador escreveu: “diga-me uma coisa, você consegue 4 ingressos para o jogo do Flamengo x Ceará?”, e foi respondido com: “nem que eu arrebente o portão darei um jeito. Tenho certeza, meu padrinho. Amanhã eu vou saber a carga que eu tenho exata que a Suderj vai me informar. A Suderj, a Superintendência de Esportes do estado do Rio, tem responsabilidade e gerenciamento de parte dos ingressos do Maracanã. Macário Neto e Bacellar voltaram a trocar mensagens dois dias depois, segundo a PF, quando o desembargador disse que já tinha conseguido por outros meios. Naquele mesmo dia, 2 de dezembro, Bacellar abriu a sessão da Alerj ameaçando criar uma comissão parlamentar de inquérito (CPI) para investigar a Suderj e a distribuição de ingressos para deputados. no TRF-2 é redistribuído para outro relator após prisão hoje de Macário ‘Em tempos de é encontrar honestidade’, disse desembargador há 2 anos ao tomar posse Segundo a Polícia Federal, o desembargador ajudou a vazar a operação contra TH. procuradas nesta terça. do RJ em tempo real e de graça Bacellar é licenciado do cargo de deputado estadual. Ele foi afastado da presidência da Casa por Moraes, mas ainda poderia exercer seu mandato No entanto, ele pediu licença do cargo um dia após ser liberado com o superintendente da PF no Rio de Janeiro, Fábio Galvão. logo chegou, recebeu voz de prisão e teve o celular apreendido. No carro dele, a PF apreendeu R$ 90 mil em espécie. Segundo a PF, Bacellar é suspeito de ter vazado informações sigilosas da Operação Zargun, deflagrada em setembro, em que o então deputado estadual TH Joias foi preso. a prisão de Bacellar, o mandado foi expedido pelo ministro Alexandre de Moraes, que também determinou o afastamento da presidência da Alerj. Em sua decisão, Moraes afirmou que há “fortes acusados” da participação de Bacellar em uma organização criminosa. Operação Zargun pelo procurador-geral da Justiça do RJ, Antonio José Campos Moreira Ele afirmou na ocasião que “houve uma certa dificuldade” para achar TH.[/gpt3]











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