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De celulares a maquiagens: produtos apreendidos pela Receita no RJ ganham nova Rússia

Redação Por Redação
18 de junho de 2026
Em Notícias
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De celulares a maquiagens: produtos apreendidos pela Receita no RJ ganham nova Rússia
Twitter1128254686redacaobcn@gmail.com



De celulares a maquiagens: produtos apreendidos pela Receita no RJ ganham nova Rússia
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De celulares a maquiagens: produtos apreendidos pela Receita no Rio ganham nova Rússia Uma parte dos produtos apreendidos pela Receita Federal no Rio de Janeiro está deixando de ser destruída e ganhando um novo destino. Mercadorias como eletrônicos, bebidas, roupas e até maquiagens, que entraram no país sem pagamento de impostos ou de forma irregular, agora são transformadas e doadas para instituições, projetos sociais e órgãos públicos. No depósito da Receita Federal no Rio, estão armazenadas toneladas de produtos apreendidos em operações realizadas em estradas, no Porto do Rio, no Porto de Itaguaí e no Aeroporto Internacional do Galeão. São celulares, tablets, relógios, motos elétricas, bebidas, roupas, calçados, lâmpadas e até cabelo sintético. O local tem pacotes de corredores e quatro andares com pilhas de mercadorias que chegam a passar de dez metros de altura. Por questões de segurança, a Receita não divulga a localização do depósito. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça De apreensão a benefício social Porto de Itaguaí, é um dos pontos onde mercadorias são apreendidas pela fiscalização da Receita Federal Reprodução/TV Globo Reaproveitamento Durante anos, boa parte desse material era designada a leilões ou destruídos. Agora, uma parcela das mercadorias recebe uma nova função. Segundo a Receita Federal, em 2025, as alfandegas do Porto de Itaguaí, Porto do Rio e do Galeão doaram mais de R$ 78 milhões em produtos apreendidos ou abandonados. O valor representa 24,46% do total apreendido no período, que ultrapassou R$ 319 milhões. Quase 300 instituições e órgãos públicos foram atendidos. Antes da ação, os produtos passam por uma etapa obrigatória: a descaracterização. O procedimento impede que a mercadoria volte ao mercado da mesma forma em que foi apreendida. “Antes a gente destruía esse material e era um grande problema: gasto de recurso público, contratado de empresa para fazer a destruição e o impacto ambiental da destruição dessa destruição. Hoje essas mercadorias são transformadas e aplicadas num fim social”, explicou Claudiney Cubeiro dos Santos, superintendente da Receita Federal no Rio. O reaproveitamento acontece de diferentes formas. Vinhos apreendidos podem virar geleias. Cigarros ilegais são queimados e transformados em biocarvão usados ​​na agricultura. Equipamentos piratas de canais de TV são adaptados para virar mini computadores usados ​​por alunos de escolas públicas. Roupas falsificadas também ganham outra utilidade. Camisas que foram destruídas são transformadas em peças de bebê e distribuídas para famílias de baixa renda. Roupinhas de bebê produzidas a partir de peças apreendidas e transformadas para doação a famílias de baixa renda Reprodução/TV Globo “É um processo de dar um novo sentido para essas peças e também para as mulheres que estão aprendendo a costura, para as mães que recebem o enxoval”, contornou Raquel Spinelli, de um projeto beneficiado. LEIA TAMBÉM: Veja para onde vão as armas, munições e drogas apreendidas e retiradas das ruas do RJ Para onde vão carros de luxo, veleiros, ouro e dinheiro tomados de bandidos Maquiagem apreendida vira arte A artista May Ramasine usa maquiagem apreendida como matéria-prima para criar pinturas e dar aulas de arte Reprodução/TV Globo Outro destino inusitado está em um ateliê no Chapéu Mangueira, na Zona Sul do Rio. Quilos de maquiagem apreendidos foram parar nas mãos da artista May Ramasine. O material, que não poderia mais ser usado na pele, virou tinta para quadros. A história começou na infância, quando May usava maquiagem da mãe para pintar cadernos depois que ela descobriu um câncer e já não conseguia comprar materiais escolares. Anos depois, ela encontrou um batom guardado da mãe e usou o produto para fazer seu primeiro quadro. Hoje, maio já recebeu mais de 14 mil embalagens de maquiagem apreendidas. Com o material, produz obras e oferece aulas gratuitas para crianças e adolescentes da comunidade. “É pegar esse material que já foi compreendido e transformar em arte. Vai além do ato de pintar: é educação ambiental e educação de consumo também”, afirmou o artista. Nas aulas, os alunos descobrem novas possibilidades para produtos que antes seriam descartados. “Eu descobri que maquiagem era só para passar no rosto. Quando vim fazer aula, descobri que dava para colocar na tela e fazer uma arte”, contou uma aluna. A Receita Federal afirma que o reaproveitamento de materiais reduz custos com destruição e evita o descarte de resíduos. Os produtos, depois de retirados de circulação e preparados para uma nova especificamente, passam a ser usados ​​por instituições e projetos sociais. Aluna do projeto aprende a transformar maquiagem apreendida em novas formas de expressão artística Reprodução/TV Globo 🟩O g1 Rio está no GloboPop, o novo aplicativo de vídeos curtos verticais da Globo, disponível gratuitamente no seu celular. Lá no app, você pode acompanhar o palco do g1 Rio para não perder nenhum episódio. Baixe o GloboPop.
De celulares a maquiagens: produtos apreendidos pela Receita no Rio ganham nova Rússia Uma parte dos produtos apreendidos pela Receita Federal no Rio de Janeiro está deixando de ser destruída e ganhando um novo destino. Mercadorias como eletrônicos, bebidas, roupas e até maquiagens, que entraram no país sem pagamento de impostos ou de forma irregular, agora são transformadas e doadas para instituições, projetos sociais e órgãos públicos. No depósito da Receita Federal no Rio, estão armazenadas toneladas de produtos apreendidos em operações realizadas em estradas, no Porto do Rio, no Porto de Itaguaí e no Aeroporto Internacional do Galeão. São celulares, tablets, relógios, motos elétricas, bebidas, roupas, calçados, lâmpadas e até cabelo sintético. O local tem pacotes de corredores e quatro andares com pilhas de mercadorias que chegam a passar de dez metros de altura. Por questões de segurança, a Receita não divulga a localização do depósito. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça De apreensão a benefício social Porto de Itaguaí, é um dos pontos onde mercadorias são apreendidas pela fiscalização da Receita Federal Reprodução/TV Globo Reaproveitamento Durante anos, boa parte desse material era designada a leilões ou destruídos. Agora, uma parcela das mercadorias recebe uma nova função. Segundo a Receita Federal, em 2025, as alfandegas do Porto de Itaguaí, Porto do Rio e do Galeão doaram mais de R$ 78 milhões em produtos apreendidos ou abandonados. O valor representa 24,46% do total apreendido no período, que ultrapassou R$ 319 milhões. Quase 300 instituições e órgãos públicos foram atendidos. Antes da ação, os produtos passam por uma etapa obrigatória: a descaracterização. O procedimento impede que a mercadoria volte ao mercado da mesma forma em que foi apreendida. “Antes a gente destruía esse material e era um grande problema: gasto de recurso público, contratado de empresa para fazer a destruição e o impacto ambiental da destruição dessa destruição. Hoje essas mercadorias são transformadas e aplicadas num fim social”, explicou Claudiney Cubeiro dos Santos, superintendente da Receita Federal no Rio. O reaproveitamento acontece de diferentes formas. Vinhos apreendidos podem virar geleias. Cigarros ilegais são queimados e transformados em biocarvão usados ​​na agricultura. Equipamentos piratas de canais de TV são adaptados para virar mini computadores usados ​​por alunos de escolas públicas. Roupas falsificadas também ganham outra utilidade. Camisas que foram destruídas são transformadas em peças de bebê e distribuídas para famílias de baixa renda. Roupinhas de bebê produzidas a partir de peças apreendidas e transformadas para doação a famílias de baixa renda Reprodução/TV Globo “É um processo de dar um novo sentido para essas peças e também para as mulheres que estão aprendendo a costura, para as mães que recebem o enxoval”, contornou Raquel Spinelli, de um projeto beneficiado. LEIA TAMBÉM: Veja para onde vão as armas, munições e drogas apreendidas e retiradas das ruas do RJ Para onde vão carros de luxo, veleiros, ouro e dinheiro tomados de bandidos Maquiagem apreendida vira arte A artista May Ramasine usa maquiagem apreendida como matéria-prima para criar pinturas e dar aulas de arte Reprodução/TV Globo Outro destino inusitado está em um ateliê no Chapéu Mangueira, na Zona Sul do Rio. Quilos de maquiagem apreendidos foram parar nas mãos da artista May Ramasine. O material, que não poderia mais ser usado na pele, virou tinta para quadros. A história começou na infância, quando May usava maquiagem da mãe para pintar cadernos depois que ela descobriu um câncer e já não conseguia comprar materiais escolares. Anos depois, ela encontrou um batom guardado da mãe e usou o produto para fazer seu primeiro quadro. Hoje, maio já recebeu mais de 14 mil embalagens de maquiagem apreendidas. Com o material, produz obras e oferece aulas gratuitas para crianças e adolescentes da comunidade. “É pegar esse material que já foi compreendido e transformar em arte. Vai além do ato de pintar: é educação ambiental e educação de consumo também”, afirmou o artista. Nas aulas, os alunos descobrem novas possibilidades para produtos que antes seriam descartados. “Eu descobri que maquiagem era só para passar no rosto. Quando vim fazer aula, descobri que dava para colocar na tela e fazer uma arte”, contou uma aluna. A Receita Federal afirma que o reaproveitamento de materiais reduz custos com destruição e evita o descarte de resíduos. Os produtos, depois de retirados de circulação e preparados para uma nova especificamente, passam a ser usados ​​por instituições e projetos sociais. Aluna do projeto aprende a transformar maquiagem apreendida em novas formas de expressão artística Reprodução/TV Globo 🟩O g1 Rio está no GloboPop, o novo aplicativo de vídeos curtos verticais da Globo, disponível gratuitamente no seu celular. Lá no app, você pode acompanhar o palco do g1 Rio para não perder nenhum episódio. Baixe o GloboPop.[/gpt3]

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