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Danúbia Rangel, ex do traficante Nem da Rocinha, tem prisão domiciliar cassada
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Danúbia, ex-mulher de Nem Reprodução A Justiça cassou a prisão domiciliar de Danúbia de Souza Rangel, ex-mulher do traficante Nem da Rocinha, e ela deve cumprir pena no regime semiaberto. Ela tinha recebido o direito em julho do ano passado depois de ser presa horas após dar à luz a uma menina com síndrome de Down. Danúbia recebeu 15 dias para se apresentar na Vara de Execuções Penais (VEP) para retirar a tornozeleira e ser encaminhada para uma unidade prisional compatível com o semiaberto e receber as instruções de instruções para o cumprimento da pena restante. Por trâmites legais, ainda não havia mandado de prisão expedido contra ela e Danúbia só seria considerado foragida se não se apresentasse no prazo determinado. No entanto, no caminho para o fórum, ela foi abordada por uma viatura policial enquanto estava com as filhas e os advogados no carro e foi conduzida para a 16ª DP (Barra da Tijuca). Agora no g1 De acordo com os advogados dela, a condução foi coercitiva após uma abordagem que, ao ver da defesa, foi equivocada e arbitrária, já que não havia pedido de prisão. Na entrada da delegacia, Danúbia disse à equipe da TV Globo que os policiais apontaram o fuzil para as filhas dela. “Eu estava indo me entregar para cumprir o que está faltando, só isso. Eu estava cumprindo. Horrível! Botaram o fuzil na cara das minhas duas filhas dentro do carro, não precisei disso. Injustiça”, declarou. “Ela estava com todos os seus pertences prontos para serem recolhados novamente. Normas existentes do CNJ que determinam que não se expeça mandado de prisão para regime semiaberto ou aberto, a pessoa tem que se apresentar no prazo. As condições do regime dela saberíamos na hora que ela se apresentasse”, explica o advogado Marco Aurélio. 🟩O g1 Rio está no GloboPop, o novo aplicativo de vídeos curtos verticais da Globo, disponível gratuitamente no seu celular. Lá no app, você pode acompanhar o palco do g1 Rio para não perder nenhum episódio. Baixe o GloboPop. “Ela vinha cumprindo a prisão domiciliar para cuidar da filha que tem síndrome de Down. Ela foi o caminho para se apresentar e aconteceu isso”, explica. Antes dessa nova decisão, Danúbia cumpriu regime fechado em prisão domiciliar humanitária, por ter uma filha menor com condição especial. Prisão Ex do traficante Nem diz que não se entregou porque sua filha estava na posição pélvica Danúbia Rangel foi presa instantes após dar à luz uma menina, em uma maternidade particular da Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio. Ainda na maternidade, ela gravou um vídeo fazendo um desabafo e defendendo sua prisão domiciliar. “Um recém-nascido que está precisando da mãe, de amor, de carinho, que está precisando estar dentro de casa. Eu não vou pedir pra ninguém fazer nada além do justo”, afirma ela. “Eu vim pra maternidade, eu sabia que tinha saído o mandado há uns 20 dias, não vou mentir. Não me entreguei porque minha filha estava na posição pélvica e todo mundo sabe que é uma posição perigosa pra mãe e pra criança. Eu optei pela minha vida e pela vida da minha filha. Eu não vou cometendo crime nenhum”, continua ela. 📸Clique aqui e siga o perfil do RJ1 no Instagram! ✅Siga o canal do g1 Rio no WhatsApp e receba as notícias do Grande Rio direto no seu celular. A Polícia Civil cumpriu um mandado de prisão condenatória de um processo ao qual Danúbia respondeu desde 2017 por lavagem de dinheiro. A notificação foi no fim de maio deste ano e o mandado de prisão foi expedido em junho. Embora ela já tenha cumprido pena anteriormente por associação para o tráfico e corrupção ativa, ainda respondeu a esse processo em liberdade. Segundo a decisão, Danúbia terá que cumprir inicialmente uma pena de 9 anos e 4 meses em regime fechado. Ex-mulher do traficante Nem é presa ao dará luz no Rio Durante o fim da semana, a defesa dela entrou com um pedido de prisão domiciliar para o juiz de plantão. Um laudo médico teria sido anexado ao pedido informando que uma criança nasceu com Síndrome de Down. “Sustenta o preenchimento dos requisitos para decretação de prisão domiciliar, objetivando que o requerente possa fornecer cuidados adequados à filha recém-nascida”, relata a solicitação. O juiz de plantão entendeu que seria o caso de avaliar a solução possível na audiência de custódia. No vídeo postado, Danúbia afirma que não sabia que a filha tinha síndrome de Down e só soube após o parto. “Eu ganhei neném tem dois dias e não tô tendo paz. Agora tá pior, eu vou ter que voltar pra cadeia com a minha filha, filha que eu soube sábado que Deus me deu especial. Ela tem síndrome, isso está pesando demais pra mim porque na minha gravidez em nenhum momento acusou nada”, afirma. “Graças a Deus ela está bem, está aqui comigo e a gente vai ter que voltar pra dentro de uma cadeia sendo que eu tenho que fazer um monte de exame nela”, relata. Um ano e meio em liberdade Danúbia estava em liberdade desde janeiro de 2024, quando deixou o Presídio de Benfica, depois de cumprir pena por pelos crimes de associação ao tráfico de drogas e corrupção ativa. Ela tinha sido presa em 2017. Em 2019, quando uma mulher já tinha progredido para o regime semiaberto, agentes penitenciários retornaram na cela um celular com selfies dela. Danúbia, então, voltou para o regime fechado. Danúbia cumpriu pena por 8 anos, 2 meses e 20 dias. Ela postou fotos comemorando quando chegou em casa. Reprodução redes sociais Danubia Rangel, mulher do traficante Nem Reprodução/TV Globo
Danúbia, ex-mulher de Nem Reprodução A Justiça cassou a prisão domiciliar de Danúbia de Souza Rangel, ex-mulher do traficante Nem da Rocinha, e ela deve cumprir pena no regime semiaberto. Ela tinha recebido o direito em julho do ano passado depois de ser presa horas após dar à luz a uma menina com síndrome de Down. Danúbia recebeu 15 dias para se apresentar na Vara de Execuções Penais (VEP) para retirar a tornozeleira e ser encaminhada para uma unidade prisional compatível com o semiaberto e receber as instruções de instruções para o cumprimento da pena restante. Por trâmites legais, ainda não havia mandado de prisão expedido contra ela e Danúbia só seria considerado foragida se não se apresentasse no prazo determinado. No entanto, no caminho para o fórum, ela foi abordada por uma viatura policial enquanto estava com as filhas e os advogados no carro e foi conduzida para a 16ª DP (Barra da Tijuca). Agora no g1 De acordo com os advogados dela, a condução foi coercitiva após uma abordagem que, ao ver da defesa, foi equivocada e arbitrária, já que não havia pedido de prisão. Na entrada da delegacia, Danúbia disse à equipe da TV Globo que os policiais apontaram o fuzil para as filhas dela. “Eu estava indo me entregar para cumprir o que está faltando, só isso. Eu estava cumprindo. Horrível! Botaram o fuzil na cara das minhas duas filhas dentro do carro, não precisei disso. Injustiça”, declarou. “Ela estava com todos os seus pertences prontos para serem recolhados novamente. Normas existentes do CNJ que determinam que não se expeça mandado de prisão para regime semiaberto ou aberto, a pessoa tem que se apresentar no prazo. As condições do regime dela saberíamos na hora que ela se apresentasse”, explica o advogado Marco Aurélio. 🟩O g1 Rio está no GloboPop, o novo aplicativo de vídeos curtos verticais da Globo, disponível gratuitamente no seu celular. Lá no app, você pode acompanhar o palco do g1 Rio para não perder nenhum episódio. Baixe o GloboPop. “Ela vinha cumprindo a prisão domiciliar para cuidar da filha que tem síndrome de Down. Ela foi o caminho para se apresentar e aconteceu isso”, explica. Antes dessa nova decisão, Danúbia cumpriu regime fechado em prisão domiciliar humanitária, por ter uma filha menor com condição especial. Prisão Ex do traficante Nem diz que não se entregou porque sua filha estava na posição pélvica Danúbia Rangel foi presa instantes após dar à luz uma menina, em uma maternidade particular da Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio. Ainda na maternidade, ela gravou um vídeo fazendo um desabafo e defendendo sua prisão domiciliar. “Um recém-nascido que está precisando da mãe, de amor, de carinho, que está precisando estar dentro de casa. Eu não vou pedir pra ninguém fazer nada além do justo”, afirma ela. “Eu vim pra maternidade, eu sabia que tinha saído o mandado há uns 20 dias, não vou mentir. Não me entreguei porque minha filha estava na posição pélvica e todo mundo sabe que é uma posição perigosa pra mãe e pra criança. Eu optei pela minha vida e pela vida da minha filha. Eu não vou cometendo crime nenhum”, continua ela. 📸Clique aqui e siga o perfil do RJ1 no Instagram! ✅Siga o canal do g1 Rio no WhatsApp e receba as notícias do Grande Rio direto no seu celular. A Polícia Civil cumpriu um mandado de prisão condenatória de um processo ao qual Danúbia respondeu desde 2017 por lavagem de dinheiro. A notificação foi no fim de maio deste ano e o mandado de prisão foi expedido em junho. Embora ela já tenha cumprido pena anteriormente por associação para o tráfico e corrupção ativa, ainda respondeu a esse processo em liberdade. Segundo a decisão, Danúbia terá que cumprir inicialmente uma pena de 9 anos e 4 meses em regime fechado. Ex-mulher do traficante Nem é presa ao dará luz no Rio Durante o fim da semana, a defesa dela entrou com um pedido de prisão domiciliar para o juiz de plantão. Um laudo médico teria sido anexado ao pedido informando que uma criança nasceu com Síndrome de Down. “Sustenta o preenchimento dos requisitos para decretação de prisão domiciliar, objetivando que o requerente possa fornecer cuidados adequados à filha recém-nascida”, relata a solicitação. O juiz de plantão entendeu que seria o caso de avaliar a solução possível na audiência de custódia. No vídeo postado, Danúbia afirma que não sabia que a filha tinha síndrome de Down e só soube após o parto. “Eu ganhei neném tem dois dias e não tô tendo paz. Agora tá pior, eu vou ter que voltar pra cadeia com a minha filha, filha que eu soube sábado que Deus me deu especial. Ela tem síndrome, isso está pesando demais pra mim porque na minha gravidez em nenhum momento acusou nada”, afirma. “Graças a Deus ela está bem, está aqui comigo e a gente vai ter que voltar pra dentro de uma cadeia sendo que eu tenho que fazer um monte de exame nela”, relata. Um ano e meio em liberdade Danúbia estava em liberdade desde janeiro de 2024, quando deixou o Presídio de Benfica, depois de cumprir pena por pelos crimes de associação ao tráfico de drogas e corrupção ativa. Ela tinha sido presa em 2017. Em 2019, quando uma mulher já tinha progredido para o regime semiaberto, agentes penitenciários retornaram na cela um celular com selfies dela. Danúbia, então, voltou para o regime fechado. Danúbia cumpriu pena por 8 anos, 2 meses e 20 dias. Ela postou fotos comemorando quando chegou em casa. Reprodução redes sociais Danubia Rangel, mulher do traficante Nem Reprodução/TV Globo[/gpt3]

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