• Anuncie
  • Contato
  • Home
  • Política
  • Política de privacidade
  • Quem Somos
  • Trabalhe Conosco
  • Menu
    • Política
    • Economia
    • São Paulo
    • Brasil
    • Educação
    • Entretenimento
    • Esportes
    • Saúde
    • Mundo
    • Tecnologia
    • Vídeos
  • Política de privacidade
Sem Resultado
Ver todos os resultados
  • Menu
    • Política
    • Economia
    • São Paulo
    • Brasil
    • Educação
    • Entretenimento
    • Esportes
    • Saúde
    • Mundo
    • Tecnologia
    • Vídeos
  • Política de privacidade
Sem Resultado
Ver todos os resultados
Sem Resultado
Ver todos os resultados

Da ‘escrevivência’ à Sapucaí: a trajetória de Conceição Evaristo, enredo do Império Serrano

Por Redação
14 de fevereiro de 2026
Em Notícias
A A
Da ‘escrevivência’ à Sapucaí: a trajetória de Conceição Evaristo, enredo do Império Serrano
Twitter1128254686redacaobcn@gmail.com



Da ‘escrevivência’ à Sapucaí: a trajetória de Conceição Evaristo, enredo do Império Serrano
[/gpt3]
Série Ouro: Império Serrano canta Conceição Evaristo O Império Serrano homenageia, na Série Ouro do carnaval deste ano, a escritora mineira Conceição Evaristo, uma das vozes mais importantes da literatura brasileira contemporânea. Escritora, pesquisadora, professora, ela construiu uma obra marcada por narrativas que abordam o racismo, a desigualdade social e a experiência da mulher negra no Brasil. Esses são temas que ela reúne no conceito de “escrevivência”, termo criado para definir uma escrita que nasce das vivências pessoais e coletivas. Na terça-feira (10), ela fez uma sessão de autógrafos na quadra da escola, em Madureira. Os livros foram vendidos a R$ 15, com renda revertida para a escola, que será quarta a desfilar no sábado (14). “Foi lindíssimo, o que a gente esperava. Acho que foi o momento realmente de uma privacidade entre o samba e a literatura. Ter essa quantidade de pessoas que veio na expectativa do livro, nem todo mundo conseguiu, mas foi muito bonito. Acho que é o momento que a gente consegue concretizar que o livro é de pertença e de direito de todas as pessoas”, declarou ela no evento. Conceição é a primeira escritora mulher a ser homenageada pela escola, que já fez outros oito enredos literários. Conceição Evaristo na janela de casa, no Morro da Conceição GNT/Reprodução Nascida em 1946, na extinta comunidade do Pindura Saia, em Belo Horizonte, Maria da Conceição Evaristo de Brito cresceu em uma família numerosa e começou um trabalho ainda criança como empregada doméstica. LEIA TAMBÉM: A vida de Conceição Evaristo no Morro da Conceição Mesmo diante das dificuldades, continuaram os estudos. Na década de 1970, mudou-se para o Rio de Janeiro, onde se formou em Letras pela UFRJ, concluiu mestrado em Literatura Brasileira na PUC-Rio e doutorado em Literatura Comparada na Universidade Federal Fluminense (UFF). A carreira literária começou a ganhar projeções nos anos 1990, quando publicou textos nos Cadernos Negros, série que reúne escritores negros brasileiros. O reconhecimento nacional veio com o romance “Ponciá Vicêncio” (2003), que narra a trajetória de uma jovem negra em busca de identidade e pertencimento. A obra foi traduzida para outros idiomas e passou a ser estudada em universidades no Brasil e no exterior. Entre os livros mais conhecidos de Conceição Evaristo também estão “Becos da Memória” (2006), inspirado nas lembranças da infância em uma comunidade periférica, e “Olhos d’Água” (2014), coletânea de contos vencedora do Prêmio Jabuti. O conceito de escritavência, central na obra do autor, é uma combinação entre escrever, viver e ser. Para Evaristo, escrever é um ato político e de afirmação de identidade, capaz de romper silêncios históricos. Conceição Evaristo é eleita imortal da Academia Mineira de Letras Divulgação Ao longo da carreira, a escritora recebeu diversos prêmios e homenagens e se tornou referência no debate sobre representatividade na literatura. Em 2018, candidatou-se a uma vaga na Academia Brasileira de Letras, em uma campanha que mobilizou leitores e movimentos culturais. Embora não tenha sido eleita, a candidatura ampliou a discussão sobre a diversidade em instituições literárias e reforçou a necessidade de ocupação da ABL por pessoas negras. Em 2025, Ana Maria Gonçalves se tornou a primeira mulher negra a ocupar uma cadeira de imortal e vestir o fardão. No mesmo ano, a Academia Mineira de Letras conheceu Conceição Evaristo, que também foi a primeira mulher negra a se tornar membro. Hoje, Conceição Evaristo é estudada em escolas e universidades e é considerada uma das principais intelectuais do país. Sua obra contribui para ampliar o espaço de narrativas negras na literatura brasileira e para reflexão sobre memória, identidade e justiça social. Conceição Evaristo Reprodução/GNT
Série Ouro: Império Serrano canta Conceição Evaristo O Império Serrano homenageia, na Série Ouro do carnaval deste ano, a escritora mineira Conceição Evaristo, uma das vozes mais importantes da literatura brasileira contemporânea. Escritora, pesquisadora, professora, ela construiu uma obra marcada por narrativas que abordam o racismo, a desigualdade social e a experiência da mulher negra no Brasil. Esses são temas que ela reúne no conceito de “escrevivência”, termo criado para definir uma escrita que nasce das vivências pessoais e coletivas. Na terça-feira (10), ela fez uma sessão de autógrafos na quadra da escola, em Madureira. Os livros foram vendidos a R$ 15, com renda revertida para a escola, que será quarta a desfilar no sábado (14). “Foi lindíssimo, o que a gente esperava. Acho que foi o momento realmente de uma privacidade entre o samba e a literatura. Ter essa quantidade de pessoas que veio na expectativa do livro, nem todo mundo conseguiu, mas foi muito bonito. Acho que é o momento que a gente consegue concretizar que o livro é de pertença e de direito de todas as pessoas”, declarou ela no evento. Conceição é a primeira escritora mulher a ser homenageada pela escola, que já fez outros oito enredos literários. Conceição Evaristo na janela de casa, no Morro da Conceição GNT/Reprodução Nascida em 1946, na extinta comunidade do Pindura Saia, em Belo Horizonte, Maria da Conceição Evaristo de Brito cresceu em uma família numerosa e começou um trabalho ainda criança como empregada doméstica. LEIA TAMBÉM: A vida de Conceição Evaristo no Morro da Conceição Mesmo diante das dificuldades, continuaram os estudos. Na década de 1970, mudou-se para o Rio de Janeiro, onde se formou em Letras pela UFRJ, concluiu mestrado em Literatura Brasileira na PUC-Rio e doutorado em Literatura Comparada na Universidade Federal Fluminense (UFF). A carreira literária começou a ganhar projeções nos anos 1990, quando publicou textos nos Cadernos Negros, série que reúne escritores negros brasileiros. O reconhecimento nacional veio com o romance “Ponciá Vicêncio” (2003), que narra a trajetória de uma jovem negra em busca de identidade e pertencimento. A obra foi traduzida para outros idiomas e passou a ser estudada em universidades no Brasil e no exterior. Entre os livros mais conhecidos de Conceição Evaristo também estão “Becos da Memória” (2006), inspirado nas lembranças da infância em uma comunidade periférica, e “Olhos d’Água” (2014), coletânea de contos vencedora do Prêmio Jabuti. O conceito de escritavência, central na obra do autor, é uma combinação entre escrever, viver e ser. Para Evaristo, escrever é um ato político e de afirmação de identidade, capaz de romper silêncios históricos. Conceição Evaristo é eleita imortal da Academia Mineira de Letras Divulgação Ao longo da carreira, a escritora recebeu diversos prêmios e homenagens e se tornou referência no debate sobre representatividade na literatura. Em 2018, candidatou-se a uma vaga na Academia Brasileira de Letras, em uma campanha que mobilizou leitores e movimentos culturais. Embora não tenha sido eleita, a candidatura ampliou a discussão sobre a diversidade em instituições literárias e reforçou a necessidade de ocupação da ABL por pessoas negras. Em 2025, Ana Maria Gonçalves se tornou a primeira mulher negra a ocupar uma cadeira de imortal e vestir o fardão. No mesmo ano, a Academia Mineira de Letras conheceu Conceição Evaristo, que também foi a primeira mulher negra a se tornar membro. Hoje, Conceição Evaristo é estudada em escolas e universidades e é considerada uma das principais intelectuais do país. Sua obra contribui para ampliar o espaço de narrativas negras na literatura brasileira e para reflexão sobre memória, identidade e justiça social. Conceição Evaristo Reprodução/GNT[/gpt3]

Compartilhe isso:

  • Compartilhar no Facebook(abre em nova janela) Facebook
  • Compartilhar no X(abre em nova janela) 18+
Tags: ConceiçãoenredoescrevivênciaevaristoImpérioSapucaíserranotrajetória
Postagem Anterior

Jacarezinho pede ‘clemência’ contra probabilidade rebaixamento após problemas: ‘Desfilar na facilidade é mole’, diz Xande de Pilares

Próxima Postagem

Cordão da Bola Preta leva foliões para as ruas do Rio

Próxima Postagem

Cordão da Bola Preta leva foliões para as ruas do Rio

Deixe o Seu Comentário

PREVISÃO DO TEMPO

Fonte de dados meteorológicos: Wetter 30 tage

INVESTIGADOR PROFISSIONAL 11 98806-4613

TERRENO EM JANAÚBA/MG (38) 9.9154-0000

JASMIRA IMÓVEIS (38) 9.8831-0162

CERTIFICADO DIGITAL SEM SAIR DE CASA

JASMIRA IMÓVEIS (38) 9.8831-0162

INVESTIGADOR DIGITAL 11 98806-4613

Foto: Reprodução

CURSOS ONLINE

  • Anuncie
  • Contato
  • Home
  • Política
  • Política de privacidade
  • Quem Somos
  • Trabalhe Conosco

© 2024 Rede BCN | Todos os direitos reservados. E-mail: redacao@redebcn.com.br

Sem Resultado
Ver todos os resultados
  • Menu
    • Política
    • Economia
    • São Paulo
    • Brasil
    • Educação
    • Entretenimento
    • Esportes
    • Saúde
    • Mundo
    • Tecnologia
    • Vídeos
  • Política de privacidade

© 2024 Rede BCN | Todos os direitos reservados. E-mail: redacao@redebcn.com.br

Sair da versão mobile