• Anuncie
  • Contato
  • Home
  • Política
  • Política de privacidade
  • Quem Somos
  • Trabalhe Conosco
  • Menu
    • Política
    • Economia
    • São Paulo
    • Brasil
    • Educação
    • Entretenimento
    • Esportes
    • Saúde
    • Mundo
    • Tecnologia
    • Vídeos
  • Política de privacidade
Sem Resultado
Ver todos os resultados
  • Menu
    • Política
    • Economia
    • São Paulo
    • Brasil
    • Educação
    • Entretenimento
    • Esportes
    • Saúde
    • Mundo
    • Tecnologia
    • Vídeos
  • Política de privacidade
Sem Resultado
Ver todos os resultados
Sem Resultado
Ver todos os resultados

Crise nos Correios ameaça contas públicas e campanha de Lula

Por Redação
24 de outubro de 2025
Em Notícias
A A
Crise nos Correios ameaça contas públicas e campanha de Lula
Twitter1128254686redacaobcn@gmail.com



A negociação de um empréstimo de R$ 20 bilhões pelos Correios, junto aos bancos públicos e privados com avaliação do Tesouro Nacional, acendeu o sinal de alerta entre economistas e líderes da oposição. Eles têm riscos fiscais e até desvios na operação para sanar as contas da estatal em 2025 e 2026.

O valor negociado supera a receita anual da empresa, que foi de R$ 18,9 bilhões em 2024. Se os Correios não honrarem a dívida, o governo arcará com ela. Para os analistas, o fracasso do plano de socorro aos Correios pode criar uma crise política com impacto na campanha de reeleição de Luiz Inácio Lula da Silva no ano que vem.

O conselho de administração da empresa deverá discutir nesta sexta-feira (24) o empréstimo atrelado a um plano de reestruturação para reduzir custos e buscar fontes de receita. Entre as medidas estão o novo programa de missão voluntária, renegociação com fornecedores e venda de imóveis.

O líder da oposição na Câmara, Luciano Zucco (PL-RS), prometeu “agir com firmeza” para investigar e bloquear já o pedido de empréstimo para os Correios, que acumularam prejuízo de R$ 4,3 bilhões só no primeiro semestre. “O país precisa de gestão responsável, não de mais rombos”, diz.

A oposição na Câmara também planeja criar uma subcomissão parlamentar para acompanhar a crise dos Correios, marcada por denúncias de má gestão. Os deputados querem dar transparência aos números e responsáveis. Para eles, o empréstimo serve de manobra para mascarar os prejuízos. Em paralelo, coletamos assinaturas para a abertura de uma comissão parlamentar de inquérito (CPI).

O líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN), afirmou que a situação dos Correios “mostra a má gestão das estatísticas sob o governo atual”, um “modelo falido e aparelhado”. Em plenário, ele criticou o socorro financeiro como “tentativa desesperada de tapar o sol com a peneira”.

Deputado pede auditorias do TCU para apurar risco de violação da lei fiscal

O deputado Capitão Alberto Neto (PL-AM) apresentou denúncia ao Tribunal de Contas da União (TCU) sobre a operação de crédito para socorrer os Correios, e pediu auditorias e controle externo. Para ele, o negócio pode violar a Lei de Responsabilidade Fiscal e expor o Tesouro ao risco de calote.

“O Tesouro não pode assumir garantias bilionárias sem clareza técnica e sem autorização adequada do Congresso”, diz o deputado. No documento que você inveja ao TCU, ele questiona o respaldo no arcabouço fiscal e a legalidade no aval da União, além de exigir a publicação de documentos e relatórios.

Para Leandro Gabiati, professor de Relações Institucionais do Ibmec-DF, a oposição acertada ao explorar a crise nos Correios como forma de interrupção o momento positivo do governo. Ele até acredita que o tema pode gerar desgastes para Lula, mas sem ser um fator determinante na eleição de 2026.

Situação caótica dos Correios exige respostas rápidas para evitar o colapso

Em setembro, Lula trocou o então presidente dos Correios Fabiano Silva pelo economista Emmanoel Schmidt Rondon, funcionário de carreira do Banco do Brasil. Na negociação do empréstimo concedido por ele é cogitado um aporte do governo, algo que já sofre resistência da equipe econômica.

Segundo o balanço divulgado em junho, o passivo acumulado relativo aos benefícios a empregados de curto prazo chegou a R$ 4,2 bilhões e, de longo prazo, R$ 9,5 bilhões. O ex-presidente da estatal atribuiu a piora na situação financeira à cobrança de imposto nas compras internacionais de até US$ 50, a “taxa das blusinhas”.

Os analistas confirmam a urgência de aporte de recursos, mas frisam que a situação da empresa só melhora com novo modelo de negócios, que traz reestruturação operacional, parcerias privadas e modernização tecnológica. O diagnóstico é de que os Correios precisam de reformas estruturais para sobreviver. Esse entendimento é compartilhado até pela ministra Esther Dweck, da Gestão e Inovação em Serviços Públicos (MGI).

Especialista aponta claro risco fiscal e sepultamento da agenda de privatização

O analista financeiro VanDyck Silveira vê o empréstimo aos Correios não apenas como uma decisão de política econômica, mas também como “o abandono da agenda de eficiência estatal”. “A contabilidade e o plano de gestão revelam a rendição fiscal e o fim da oportunidade de privatização responsável”, acrescenta.

“Emprestar cifra superior ao valor da empresa no seu melhor cenário é uma anomalia. Nega-se critérios técnicos e ainda impõe risco moral perigoso: o de que estatais ineficientes podem contar sempre com a generosidade do Tesouro para sobreviver, mesmo sem entregar valor à sociedade”, explica.

Silveira entende que, se insistir nesse caminho, o governo deveria ao menos condicionar a liberação de recursos ao cumprimento de metas rigorosas, à submissão a auditorias públicas, à prestação de transparência absoluta e ao início da rota clara de transição para um modelo eficiente e sustentável.

Correios fazem parte do histórico de escândalo dos governos petistas

Os Correios já protagonizaram alguns dos maiores escândalos de governos petistas. Em 2005, a gravação de um diretor da estatal negociando propina revelou o escândalo do mensalão, que abalou o primeiro mandato de Lula e levou a relatórios de dirigentes do PT, como o ex-ministro José Dirceu.

Uma década depois, no governo Dilma Rousseff, o Postalis, fundo de pensão dos funcionários, acumulou perdas bilionárias por mais gestão e aplicações de alto risco, como títulos venezuelanos. Milhares de seguros tiveram corte drástico de benefícios e tiveram que arcar com contribuições extras para cobrir o rombo.

A Empresa de Correios e Telégrafos (ECT) é uma empresa pública federal vinculada ao Ministério das Comunicações, cuja atribuição é prestar serviço postal em todo o território nacional como um monopólio oficial. Fundada em 1663, a estatal tem hoje 84 mil funcionários e capital 100% da União. O governo anterior havia colocado a ECT no plano de privatizações.

Compartilhe isso:

  • Compartilhar no Facebook(abre em nova janela) Facebook
  • Compartilhar no X(abre em nova janela) 18+
Tags: ameaçabancosCampanhaCapitão Alberto NetocontascorreioscriseEleições 2026lulanosOposição no CongressoPartido dos Trabalhadores (PT)privatizaçãopúblicasrogério marinhoSenado
Postagem Anterior

Traficante chinês ligado ao fentanil é extraditado para os EUA

Próxima Postagem

Castra móvel é flagrada pelo conselho por utilizar insumos vencidos em Búzios

Próxima Postagem

Castra móvel é flagrada pelo conselho por utilizar insumos vencidos em Búzios

Deixe o Seu Comentário

PREVISÃO DO TEMPO

Fonte de dados meteorológicos: Wetter 30 tage

IMPOSTO DE RENDA 2026

ENSINO SUPERIOR EAD

CURSO PROFISSÃO RÁPIDA

INVESTIGADOR PROFISSIONAL 11 98806-4613

TERRENO EM JANAÚBA/MG (38) 9.9154-0000

JASMIRA IMÓVEIS (38) 9.8831-0162

CERTIFICADO DIGITAL SEM SAIR DE CASA

JASMIRA IMÓVEIS (38) 9.8831-0162

INVESTIGADOR DIGITAL 11 98806-4613

CURSOS ONLINE

  • Anuncie
  • Contato
  • Home
  • Política
  • Política de privacidade
  • Quem Somos
  • Trabalhe Conosco

© 2024 Rede BCN | Todos os direitos reservados. E-mail: redacao@redebcn.com.br

Sem Resultado
Ver todos os resultados
  • Menu
    • Política
    • Economia
    • São Paulo
    • Brasil
    • Educação
    • Entretenimento
    • Esportes
    • Saúde
    • Mundo
    • Tecnologia
    • Vídeos
  • Política de privacidade

© 2024 Rede BCN | Todos os direitos reservados. E-mail: redacao@redebcn.com.br

Cookies
Servimos cookies. Se acha que está tudo certo, clique em "aceitar tudo". Você também pode escolher que tipo de cookies deseja clicando em "configurações".
Configurações Aceitar tudo
Cookies
Escolha que tipo de cookies aceitar. Sua escolha será salva por um ano.
  • Necessário
    Esses cookies não são opcionais. São necessários para o funcionamento do site.
  • Estatísticas
    Para que possamos melhorar a funcionalidade e a estrutura do site, com base em como o site é usado.
  • Experiência
    Para que o nosso site funcione o melhor possível durante a sua visita. Se você recusar esses cookies, algumas funcionalidades desaparecerão do site.
  • Marketing
    Ao compartilhar seus interesses e comportamento ao visitar nosso site, você aumenta a chance de ver conteúdo e ofertas personalizadas.
Salvar Aceitar tudo
Sair da versão mobile