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Crise na Venezuela expõe risco de isolamento do Brasil

Redação Por Redação
7 de janeiro de 2026
Em Notícias
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Crise na Venezuela expõe risco de isolamento do Brasil
Twitter1128254686redacaobcn@gmail.com


Ao classificar como violação de soberania a operação dos Estados Unidos que resultou na retirada do ditador Nicolás Maduro do poder na Venezuela, o governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) entrou em rota de tensão diplomática e reabriu um debate sobre legitimidade do poder e alinhamento estratégico. Para analistas ouvidos pela Gazeta do Povoa posição do Planalto ignora a ilegitimidade do regime chavista, reforça a aproximação com ditaduras e pode isolar o Brasil num momento em que os Estados Unidos retomam o protagonismo na América Latina.

As manifestações do governo brasileiro evidenciam o alinhamento com governos que se opõe às estratégias adotadas pelos Estados Unidos sob o governo do presidente Donald Trump. Em nota e em pronunciamentos na ONU, representantes do governo Lula classificaram a ação como violação da soberania venezuelana e alertaram para a criação de um suposto “protetorado americano” na América Latina. A leitura, no entanto, é contestada por especialistas em política internacional, que veem inconsistências e riscos diplomáticos na postura brasileira.

Na avaliação do doutor em Filosofia e mestre em Relações Internacionais Cezar Roedel, a manifestação do embaixador brasileiro na ONU foi “desastrosa” e pode empurrar o Brasil para uma rota de reuniões com Washington, com impactos diretos em negociações econômicas, tarifárias e de cooperação em segurança.

“O Brasil terá de decidir se permanecer na esfera de influência americana ou se insistir na narrativa do “Sul Global” alinhada às ditaduras. As duas coisas ao mesmo tempo não são possíveis”, afirma.

Roedel lembra ainda que o próprio governo brasileiro intensificou as operações contra o crime organizado justamente quando o destaque militar americano avançou na direção ao Caribe, o que sugere negociações paralelas ainda um pouco transparentes.

O advogado e consultor estratégico Antônio Fernando Pinheiro Pedro, membro do Centro de Estudos Estratégicos da Iniciativa DEX, também avaliou que o cenário atual tornou um choque entre Washington e governos latino-americanos desalinhados da política regional americana. “Os Estados Unidos não irão tolerar regimes desalinhados com sua política regional”, afirma.

Para ele, o governo Lula integra hoje um grupo cada vez mais restrito de lideranças de esquerda na América do Sul. “Lula e Gustavo Petro [presidente da Colômbia] são os últimos esquerdistas do Grupo de Puebla na região”, diz Pinheiro Pedro. Ele define o Grupo de Puebla como uma reconfiguração do antigo Foro de São Paulo, formado por partidos de esquerda da América Latina.

Essa visão é reforçada também pela recente manifestação do governo brasileiro durante a reunião extraordinária da Organização dos Estados Americanos (OEA), na terça-feira (6), em Washington, na qual foi classificada como “sequestro” a captura do ditador da Venezuela pelos Estados Unidos. “Os bombardeios no território da Venezuela e o sequestro de seu presidente ultrapassaram um limite inaceitável”, afirmou o representante permanente do Brasil na OEA, embaixador Benoni Belli, de acordo com a Agência EFE.

Segundo Pinheiro Pedro, trata-se de um alinhamento ideológico, que tende a entrar em choque direto com a atual estratégia americana para o hemisfério ocidental, que busca conter a influência chinesa, russa e de regimes autoritários na América Latina.

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Posicionamento pró-Maduro aprofundado distanciamento do Brasil das democracias

Segundo o doutor em Filosofia e mestre em Relações Internacionais Cezar Roedel, a crítica do governo brasileiro parte de uma posição equivocada ao tratar Maduro como líder legítimo. “A eleição foi fraudada. Na teoria geral do Estado, soberania é delegação de poder. O povo venezuelano não delegou poder a Maduro, mas a Edmundo González, que hoje está exilado na Espanha”, sustenta.

O doutor em Ciência Política e coordenador do curso de Relações Internacionais do IBMEC, Adriano Gianturco, ressalta que o posicionamento do governo Lula no caso da Venezuela se soma a outros que mostram alinhamentos com ditaduras. “Vejo isso como mais um passo numa linha já clara: ser contra os Estados Unidos, contra o Ocidente e se alinhar à China, Venezuela, Rússia, Cuba, Irã”, avalia.

Segundo Gianturco, a postura atual reforça uma orientação já consolidada ao longo dos últimos anos, o que reduz o impacto diplomático imediatamente, mas aprofunda o distanciamento do Brasil em relação às democracias ocidentais.

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A crise na Venezuela envolve potências mundiais e o Brasil pode ter impactos políticos internos e eleitorais

Na leitura dos analistas, o episódio na Venezuela é um capítulo de uma disputa mais ampla, que envolve a contenção da China, a guerra na Ucrânia, a instabilidade no Oriente Médio e a redefinição do papel das potências regionais.

“Em política internacional, todo descartável é necessário. Os Estados Unidos solicitaram o preenchimento da América Latina”, resume Roedel.

Diante desse cenário, especialistas alertam que a política retórica adotada pelo governo Lula pode custar ao Brasil não apenas capital diplomático, mas também relevância estratégica em um sistema internacional cada vez mais competitivo e polarizado.

Além das repercussões externas, Roedel avalia que o episódio pode ter efeitos inéditos no cenário político doméstico. “Talvez seja a primeira vez na história recente do Brasil em que uma eleição seja fortemente influenciada pela política externa. Um discurso antiamericano infantil pode custar caro ao país”, diz.

Para ele, a oposição tende a explorar o tema, alinhando-se à nova estratégia de segurança nacional dos Estados Unidos, enquanto o governo Lula corre o risco de associar o Brasil a um eixo formado por regimes autoritários em um mundo cada vez mais dividido em zonas de influência.

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Tags: américa do sulamérica latinaBrasilcrisedonald trumpEUA - Estados UnidosexpõeFórum de São Pauloisolamentolulanicolas madurorelações internacionaisriscoVenezuelaWashington
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