Criminoso escondido no Complexo do Alemão por matar PM em MT enviou mensagem a policial: ‘nunca vai pegar’
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Suspeito de matar PM em Cuiabá foi preso no RJ e deverá ser transferido para MT nunca O suspeito Rafael Amorim de Brito, que estava escondido no Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro, após ser procurado por matar um policial militar em Cuiabá, enviou uma mensagem para um PM há menos de um mês antes da prisão dizendo que seria pego. Ele foi localizado na quarta-feira (7) ao sair para roubar uma casa. Na mensagem do dia 9 de dezembro, Rafael disse para o PM Harlon Vargas apagar uma foto de procurado que estava no status dele (veja a imagem abaixo). O PM confirmou os dados da conversa ao g1. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MT no WhatsApp Ele ainda tem inveja de uma figurinha ao policial complementando que a organização criminosa do Comando Vermelho (CV) estava nas ruas. O print da conversa foi divulgado nas redes sociais do PM Vargas na quarta-feira (7) depois que Rafael foi preso em uma operação integrada das polícias do Rio de Janeiro e de Mato Grosso. Procurado por matar PM em MT havia mandado mensagem a outro PM: ‘nunca vai pegar” Arquivo pessoal Rafael integrou a lista vermelha dos oito crimes mais procurados do estado e chegou até ter recompensa de R$ 10 mil pela captura. A polícia informou que havia quatro mandados em aberto contra Rafael, que respondem por homicídio, roubo, corrupção de menores e associação criminosa. Ele também tem passagens criminais por estupro e tráfico de drogas. Durante o tempo que estava sendo processado, Rafael emagreceu para “mudar de aparência” e driblar o trabalho de inteligência da polícia. LEIA MAIS Lista vermelha e recompensa de R$ 10 mil: quem é criminoso procurado por matar PM em MT que foi preso no RJ Criminoso preso por morte de PM emagreceu e se escondeu em favela para trapacear polícia, diz secretário Governo de MT anuncia recompensa de R$ 10 mil por informações sobre suspeito de matar PM a tiros em Cuiabá Investigado por financiar fuga de homem que matou PM a tiros em frente à UPA de Cuiabá é preso no RJ Rafael Amorim de Brito, um ano após fugir de MT por suspeitas de matar um policial militar Divulgação O caso Há cerca de dois anos, Rafael de Brito foi flagrado atirando contra um PM, em uma unidade de saúde. O policial militar foi atingido na cabeça e não resistiu aos ferimentos. Mais de 300 policiais foram mobilizados à procura dele naquela época. Câmeras de segurança próximas ao local registraram o momento em que o suspeito chega à unidade de saúde e se aproxima da vítima, já atirando. Segundo a Prefeitura de Cuiabá, o militar fez parte do terceiro batalhão e foi escalado para atendimento na UPA. Ele foi atingido na cabeça quando saiu da unidade, por um homem que estava passando em uma motocicleta. Três suspeitos de ajuda na fuga do homem que teria matado Odenil foram mortos em confronto com a PM, no dia 29 de maio, em Sinop, a 503 km de Cuiabá. Os policiais conseguiram prender o homem, que, ao ser questionado sobre ter tentado fugir, disse que seria por ter ajudado Rafael. Ele foi levado à delegacia, onde permanece à disposição da Justiça.
Suspeito de matar PM em Cuiabá foi preso no RJ e deverá ser transferido para MT nunca O suspeito Rafael Amorim de Brito, que estava escondido no Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro, após ser procurado por matar um policial militar em Cuiabá, enviou uma mensagem para um PM há menos de um mês antes da prisão dizendo que seria pego. Ele foi localizado na quarta-feira (7) ao sair para roubar uma casa. Na mensagem do dia 9 de dezembro, Rafael disse para o PM Harlon Vargas apagar uma foto de procurado que estava no status dele (veja a imagem abaixo). O PM confirmou os dados da conversa ao g1. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MT no WhatsApp Ele ainda tem inveja de uma figurinha ao policial complementando que a organização criminosa do Comando Vermelho (CV) estava nas ruas. O print da conversa foi divulgado nas redes sociais do PM Vargas na quarta-feira (7) depois que Rafael foi preso em uma operação integrada das polícias do Rio de Janeiro e de Mato Grosso. Procurado por matar PM em MT havia mandado mensagem a outro PM: ‘nunca vai pegar” Arquivo pessoal Rafael integrou a lista vermelha dos oito crimes mais procurados do estado e chegou até ter recompensa de R$ 10 mil pela captura. A polícia informou que havia quatro mandados em aberto contra Rafael, que respondem por homicídio, roubo, corrupção de menores e associação criminosa. Ele também tem passagens criminais por estupro e tráfico de drogas. Durante o tempo que estava sendo processado, Rafael emagreceu para “mudar de aparência” e driblar o trabalho de inteligência da polícia. LEIA MAIS Lista vermelha e recompensa de R$ 10 mil: quem é criminoso procurado por matar PM em MT que foi preso no RJ Criminoso preso por morte de PM emagreceu e se escondeu em favela para trapacear polícia, diz secretário Governo de MT anuncia recompensa de R$ 10 mil por informações sobre suspeito de matar PM a tiros em Cuiabá Investigado por financiar fuga de homem que matou PM a tiros em frente à UPA de Cuiabá é preso no RJ Rafael Amorim de Brito, um ano após fugir de MT por suspeitas de matar um policial militar Divulgação O caso Há cerca de dois anos, Rafael de Brito foi flagrado atirando contra um PM, em uma unidade de saúde. O policial militar foi atingido na cabeça e não resistiu aos ferimentos. Mais de 300 policiais foram mobilizados à procura dele naquela época. Câmeras de segurança próximas ao local registraram o momento em que o suspeito chega à unidade de saúde e se aproxima da vítima, já atirando. Segundo a Prefeitura de Cuiabá, o militar fez parte do terceiro batalhão e foi escalado para atendimento na UPA. Ele foi atingido na cabeça quando saiu da unidade, por um homem que estava passando em uma motocicleta. Três suspeitos de ajuda na fuga do homem que teria matado Odenil foram mortos em confronto com a PM, no dia 29 de maio, em Sinop, a 503 km de Cuiabá. Os policiais conseguiram prender o homem, que, ao ser questionado sobre ter tentado fugir, disse que seria por ter ajudado Rafael. Ele foi levado à delegacia, onde permanece à disposição da Justiça.[/gpt3]

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