Contenção: Polícia e MPRJ Operação tentam prender 40 do Comando Vermelho em Duque de Caxias
[/gpt3]
Policiais civis cumprem o mandato na Operação Contenção Divulgação/PCERJ A Polícia Civil do RJ e o Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) iniciaram nesta quarta-feira (4) mais uma fase da Operação Contenção, contra o avanço territorial do Comando Vermelho (CV). Desta vez, os alvos estão em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Até a última atualização desta reportagem, 4 pessoas já tinham sido presas. Equipes lideradas pela 31ª DP (Ricardo de Albuquerque) e promotores do Grupo de Atuação Especializada de Combate ao Crime Organizado (Gaeco/MPRJ) vieram para cumprir 40 mandados de prisão e 33 de busca e apreensão, principalmente na comunidade Vai Quem Quer. De acordo com a Polícia Civil, a comunidade é chefiada por Rodolfo Manhães Viana, o Rato. Ele está preso em um presídio federal, mas, segundo as investigações, seguindo comandando o tráfico da Vai Quem Quer. Parte dos procurados nesta quarta-feira envolveu-se na tentativa de resgate de Rato, há 1 ano, quando a 60ª DP (Campos Elíseos) foi metralhada (lembre abaixo). A Polícia Civil informou ainda que foi identificada a existência de uma “caixinha” centralizada da facção. Segundo o pesquisador, o fundo era abastecido por chefes locais e usado para custear membros presos, além da compra e venda de armas e drogas. Ataque à 60ª DP em 2025 Bandidos metralham delegacia para tentar libertar presos no RJ Rato tinha sido preso na manhã de 15 de fevereiro de 2025. À noite, traficantes atacaram a 60ª DP, em uma tentativa de resgatá-lo. Dois policiais ficaram feridos em ação. Pelo menos 10 bandidos cercaram a delegacia e abriram fogo. A entrada do distrito ficou destruída — o imóvel teve de ser interditado e foi reinaugurado um mês depois. Rato e um comparsa já foram transferidos da unidade quando a delegacia foi alvo dos disparos. O ataque deu início a uma série de operações na região, que resultaram em prisões e mortes de traficantes apontados como envolvidos direta ou indiretamente na tentativa de resgate. Marcas de tiros no interior da 60ª DP (Campos Elíseos) Reprodução/TV Globo
Policiais civis cumprem o mandato na Operação Contenção Divulgação/PCERJ A Polícia Civil do RJ e o Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) iniciaram nesta quarta-feira (4) mais uma fase da Operação Contenção, contra o avanço territorial do Comando Vermelho (CV). Desta vez, os alvos estão em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Até a última atualização desta reportagem, 4 pessoas já tinham sido presas. Equipes lideradas pela 31ª DP (Ricardo de Albuquerque) e promotores do Grupo de Atuação Especializada de Combate ao Crime Organizado (Gaeco/MPRJ) vieram para cumprir 40 mandados de prisão e 33 de busca e apreensão, principalmente na comunidade Vai Quem Quer. De acordo com a Polícia Civil, a comunidade é chefiada por Rodolfo Manhães Viana, o Rato. Ele está preso em um presídio federal, mas, segundo as investigações, seguindo comandando o tráfico da Vai Quem Quer. Parte dos procurados nesta quarta-feira envolveu-se na tentativa de resgate de Rato, há 1 ano, quando a 60ª DP (Campos Elíseos) foi metralhada (lembre abaixo). A Polícia Civil informou ainda que foi identificada a existência de uma “caixinha” centralizada da facção. Segundo o pesquisador, o fundo era abastecido por chefes locais e usado para custear membros presos, além da compra e venda de armas e drogas. Ataque à 60ª DP em 2025 Bandidos metralham delegacia para tentar libertar presos no RJ Rato tinha sido preso na manhã de 15 de fevereiro de 2025. À noite, traficantes atacaram a 60ª DP, em uma tentativa de resgatá-lo. Dois policiais ficaram feridos em ação. Pelo menos 10 bandidos cercaram a delegacia e abriram fogo. A entrada do distrito ficou destruída — o imóvel teve de ser interditado e foi reinaugurado um mês depois. Rato e um comparsa já foram transferidos da unidade quando a delegacia foi alvo dos disparos. O ataque deu início a uma série de operações na região, que resultaram em prisões e mortes de traficantes apontados como envolvidos direta ou indiretamente na tentativa de resgate. Marcas de tiros no interior da 60ª DP (Campos Elíseos) Reprodução/TV Globo[/gpt3]

Deixe o Seu Comentário