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Comparado a Pedro Dom, preso por furto a residência de luxo cometia crimes desde os 13 anos, diz polícia

Por Redação
31 de janeiro de 2026
Em Notícias
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Comparado a Pedro Dom, preso por furto a residência de luxo cometia crimes desde os 13 anos, diz polícia
Twitter1128254686redacaobcn@gmail.com



Comparado a Pedro Dom, preso por furto a residência de luxo cometia crimes desde os 13 anos, diz polícia
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Luan Moore Aguiar Martins Divulgação Luan Moore Aguiar Martins de Mello tinha 13 anos quando foi descoberto pela primeira vez pela polícia, em 2020. Na quinta-feira, aos 18 anos e três meses, foi preso após ser apontado como o principal responsável por furtos a residências de alto padrão na Zona Sul do Rio. Luan foi preso na comunidade de Manguinhos, na Zona Norte, durante uma operação policial. Contra ele havia um mandado de prisão por furto no interior de residência e recepção. O prejuízo estimado, de acordo com o investigador, pode chegar a R$ 1 milhão por residência, especialmente em imóveis de mais alto padrão. As investigações foram realizadas no início de setembro de 2025, após uma sequência de furtos registrados em imóveis de alto padrão. Segundo a polícia, o suspeito escolheu os imóveis com mais facilidade de acesso e menor risco de ser visto. “Ele ficou acampado na mata e furtava as residências. Ele furtou um apartamento no Jardim Botânico pulando uma altura muito alta. Jardim Botânico, Gávea e São Conrado tinham muitos problemas com ele”, relatou a delegada Daniella Terra, da 15ª DP (Gávea). De acordo com o pesquisador, Luan selecionou residências que poderiam ter grande potencial de abrigar objetos de alto valor. Uma vez dentro das casas, ele percorria todos os cômodos em busca de joias, relógios, bolsas de luxo e outros artigos. Registros policiais indicam pelo menos dois roubos em 2026 antes da prisão de Luan. Policiais que o apreenderam em outras ocorrências afirmaram ao g1 como ele reagia ao ser apreendido quando ainda era menor de idade: “Ele era abusado demais. Ele ria, e falava: ‘Daqui a pouco eu estou solto”, contorno um agente. Histórico criminal Luan tem 47 anotações criminais. Antes de completar a maioria, ele foi apreendido dez vezes, todos pelo mesmo crime: furto no interior de residência. Em 2024, ainda com 16 anos, participou de um roubo na rua Araucaira, no Jardim Botânico, em que um Ipad foi roubado de uma residência. Luan, apontado como suspeito, teria entrado pela varanda. Este é o primeiro registro contra Luan pelo crime. Já adulto, voltou a ser investigado por delitos semelhantes, mantendo o mesmo modo de agir. Segundo a polícia, a reincidência levou o suspeito a ser comparado com Pedro Dom. O criminoso da classe média carioca, apelido de Pedro Machado Lomba Neto, chefiou uma quadrilha especializada em assaltar prédios de luxo. Ele foi morto pela polícia em 2005. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça Além de também roubar celulares e cometer furtos, Luan teve problemas nas unidades socioeducativas do Degase em 2025: tentou forçar um colega interno de um centro em Nova Friburgo, na região Serrana, em junho. Meses antes, em março, foi responsável por uma rebelião e começou a fugir da unidade de Volta Redonda. Polícia recupera itens roubados no réveillon Nesta sexta-feira (30), policiais da 15ª DP encontraram em um imóvel perto da comunidade de Manguinhos, na Zona Norte, usado por Moore para armazenar materiais furtados até a revenda. Ele foi apontado pelo próprio crime após a prisão. No local, foram localizadas diversas joias e relógios subtraídos de uma casa em São Conrado na noite do réveillon. O imóvel estava vazio e não houve novas prisões. Todo o material recuperado foi apreendido e será devidamente restituído ao proprietário. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Objetos vendidos abaixo do mercado De acordo com a 15ª DP (Gávea), após os furtos, os objetos eram revendidos a receptadores, principalmente peças de ouro e relógios de marcas renomadas. A polícia afirma que os itens eram negociados por valores muito abaixo do preço de mercado — cerca de R$ 450 por grama de ouro —, sem que fossem consideradas as marcas ou assinaturas das joias, que poderiam aumentar o valor real em até dez vezes. As investigações também apontam que o suspeito utilizou as redes sociais para divulgar os itens furtados. Para a polícia, as publicações tinham o objetivo de desafiar as forças de segurança e envolver-se especificamente na compra de objetos. Objetos roubados pelo crime eram revendidos Reprodução Ostentação segundo redes sociais Ainda na Polícia Civil, o valor obtido com os furtos era usado em restaurantes e hotéis de luxo, geralmente com pagamentos feitos em dinheiro vivo. A rotina de gastos e ostentação também foi exibida com frequência nas redes sociais do investigado. Luan Moore ostenta nas redes sociais: ‘Pra lá de mil’ Divulgação
Luan Moore Aguiar Martins Divulgação Luan Moore Aguiar Martins de Mello tinha 13 anos quando foi descoberto pela primeira vez pela polícia, em 2020. Na quinta-feira, aos 18 anos e três meses, foi preso após ser apontado como o principal responsável por furtos a residências de alto padrão na Zona Sul do Rio. Luan foi preso na comunidade de Manguinhos, na Zona Norte, durante uma operação policial. Contra ele havia um mandado de prisão por furto no interior de residência e recepção. O prejuízo estimado, de acordo com o investigador, pode chegar a R$ 1 milhão por residência, especialmente em imóveis de mais alto padrão. As investigações foram realizadas no início de setembro de 2025, após uma sequência de furtos registrados em imóveis de alto padrão. Segundo a polícia, o suspeito escolheu os imóveis com mais facilidade de acesso e menor risco de ser visto. “Ele ficou acampado na mata e furtava as residências. Ele furtou um apartamento no Jardim Botânico pulando uma altura muito alta. Jardim Botânico, Gávea e São Conrado tinham muitos problemas com ele”, relatou a delegada Daniella Terra, da 15ª DP (Gávea). De acordo com o pesquisador, Luan selecionou residências que poderiam ter grande potencial de abrigar objetos de alto valor. Uma vez dentro das casas, ele percorria todos os cômodos em busca de joias, relógios, bolsas de luxo e outros artigos. Registros policiais indicam pelo menos dois roubos em 2026 antes da prisão de Luan. Policiais que o apreenderam em outras ocorrências afirmaram ao g1 como ele reagia ao ser apreendido quando ainda era menor de idade: “Ele era abusado demais. Ele ria, e falava: ‘Daqui a pouco eu estou solto”, contorno um agente. Histórico criminal Luan tem 47 anotações criminais. Antes de completar a maioria, ele foi apreendido dez vezes, todos pelo mesmo crime: furto no interior de residência. Em 2024, ainda com 16 anos, participou de um roubo na rua Araucaira, no Jardim Botânico, em que um Ipad foi roubado de uma residência. Luan, apontado como suspeito, teria entrado pela varanda. Este é o primeiro registro contra Luan pelo crime. Já adulto, voltou a ser investigado por delitos semelhantes, mantendo o mesmo modo de agir. Segundo a polícia, a reincidência levou o suspeito a ser comparado com Pedro Dom. O criminoso da classe média carioca, apelido de Pedro Machado Lomba Neto, chefiou uma quadrilha especializada em assaltar prédios de luxo. Ele foi morto pela polícia em 2005. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça Além de também roubar celulares e cometer furtos, Luan teve problemas nas unidades socioeducativas do Degase em 2025: tentou forçar um colega interno de um centro em Nova Friburgo, na região Serrana, em junho. Meses antes, em março, foi responsável por uma rebelião e começou a fugir da unidade de Volta Redonda. Polícia recupera itens roubados no réveillon Nesta sexta-feira (30), policiais da 15ª DP encontraram em um imóvel perto da comunidade de Manguinhos, na Zona Norte, usado por Moore para armazenar materiais furtados até a revenda. Ele foi apontado pelo próprio crime após a prisão. No local, foram localizadas diversas joias e relógios subtraídos de uma casa em São Conrado na noite do réveillon. O imóvel estava vazio e não houve novas prisões. Todo o material recuperado foi apreendido e será devidamente restituído ao proprietário. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Objetos vendidos abaixo do mercado De acordo com a 15ª DP (Gávea), após os furtos, os objetos eram revendidos a receptadores, principalmente peças de ouro e relógios de marcas renomadas. A polícia afirma que os itens eram negociados por valores muito abaixo do preço de mercado — cerca de R$ 450 por grama de ouro —, sem que fossem consideradas as marcas ou assinaturas das joias, que poderiam aumentar o valor real em até dez vezes. As investigações também apontam que o suspeito utilizou as redes sociais para divulgar os itens furtados. Para a polícia, as publicações tinham o objetivo de desafiar as forças de segurança e envolver-se especificamente na compra de objetos. Objetos roubados pelo crime eram revendidos Reprodução Ostentação segundo redes sociais Ainda na Polícia Civil, o valor obtido com os furtos era usado em restaurantes e hotéis de luxo, geralmente com pagamentos feitos em dinheiro vivo. A rotina de gastos e ostentação também foi exibida com frequência nas redes sociais do investigado. Luan Moore ostenta nas redes sociais: ‘Pra lá de mil’ Divulgação[/gpt3]

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