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Ceasa-RJ: central de abastecimento de Irajá atingida por incêndio recebe 60 mil pessoas por dia

Por Redação
3 de dezembro de 2025
Em Notícias
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Ceasa-RJ: central de abastecimento de Irajá atingida por incêndio recebe 60 mil pessoas por dia
Twitter1128254686redacaobcn@gmail.com



Ceasa-RJ: central de abastecimento de Irajá atingida por incêndio recebe 60 mil pessoas por dia
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Incêndio de grandes consequências afeta a Ceasa, maior central de abastecimento do RJ A Central de Abastecimento do Estado do Rio de Janeiro, ou Ceasa-RJ, é o principal ponto de comercialização de hortifrutigranjeiros no RJ e funciona, desde 1974, no bairro de Irajá, na Zona Norte do Rio. Na madrugada desta quarta-feira (3), metade de um dos 42 pavilhões foi destruído por um incêndio. Não houve feridos, e não se sabe como o fogo começou. O galpão atingido e as vizinhanças não abriram, mas todos os demais operaram normalmente, e não há risco de desabastecimento. O entreposto de Irajá recebe diariamente quase 60 mil pessoas e 40 mil veículos, que redistribuem os produtos para as capitais e municípios da Região Metropolitana, como São João de Meriti, Nilópolis, Nova Iguaçu, Duque de Caxias e Magé. Segundo a própria instituição, o mercado de Irajá começou a operar em 28 de agosto de 1974, após a Ceasa-RJ ter sido criada por decreto estadual em 20 de maio de 1970. Hoje, além do entreposto principal, a Ceasa-RJ mantém mercados em São Gonçalo, Nova Friburgo, Paty do Alferes, São José de Ubá e Itaocara. Bombeiros tentam controlar fogo na Ceasa, em Irajá Jurandir Ferreira/TV Globo O que é vendido na Ceasa de Irajá A central atua hoje, segundo a própria instituição, nos níveis de produção (nos chamados Mercados do Produtor), atacado e varejo, o que permite acompanhar todas as etapas da movimentação dos alimentos. A lista de lojas da Ceasa em Irajá mostra que o entreposto não concentra apenas frutas e verduras, embora os hortifrutigranjeiros sejam em sua maioria entre os permissionários. Entre os produtos mais comuns estão frutas, verduras, legumes e ovos, vendidos em pavilhões de atacado especializados em cada tipo de mercadoria. Também há pavilhões com caixas de supermercados, distribuidores de alimentos em geral, pescados, açougues, cereais, rações e produtos para animais de estimação, bebidas, doces, produtos integrais, polpas e frutas congeladas. A estrutura inclui ainda comércios de plásticos, embalagens e entrega, lojas de utensílios domésticos, máquinas, material de construção e material elétrico, além de serviços como bancos, lotérica, posto de gasolina, transportadores, sacarias, papelaria e lanchonetes e restaurantes distribuídos pelos pavilhões e no prédio administrativo. Feirante exibe maços de hortaliças no Ceasa de Irajá, na zona norte do Rio de Janeiro José Lucena/Futura Press/Estadão Conteúdo Quantos pavilhões a Ceasa de Irajá tem? De acordo com a relação de lojas do entreposto de Irajá, o mercado é dividido em 42 pavilhões numerados de forma não linear. Há ainda o prédio da administração. A lista inclui, por exemplo, os pavilhões 11, 12, 13 e 14, destinados principalmente a hortifrutigranjeiros e supermercados; os pavilhões 21, 22, 23 e 24, com foco em frutas, legumes, ovos e embalagens; e pavilhões como 41, 42, 43 e 44, onde se concentram batata, cebola, alho, outras leguminosas, cereais e serviços de apoio. Também aparecem pavilhões de numeração mais alta, como o 74, que abrigam supermercados, depósitos de bebidas, embalagens, produtos congelados, rações e serralheria. Há galpões específicos para reciclagem, produtos agrícolas e agropecuários, leguminosas, máquinas e serviços de alimentação, e pavilhões específicos para serviços e grandes operações, onde funcionam mercados, empresas de transporte, associações, lojas de pneus e postos de combustível. Incêndio atingiu a Ceasa Arte / g1 O que funcionava no Pavilhão 43 Segundo a listagem de caixas e lojas consultadas, o Pavilhão 43 reunia principalmente atacadistas de hortifrutigranjeiros, com destaque para batata, cebola e alho. No local funcionavam, por exemplo, uma empresa de hortifrutigranjeiros, uma frutícola especializada em mamão, coco e manga, comércios de milho e de abóbora e melancia, além de caixas de frutas e legumes em geral. O pavilhão abrigava ainda um mercado de grande porte, que operava em várias caixas contínuas, além de cerealistas que trabalhavam com batata, cebola, alho, coco seco e ovos. A estrutura do Pavilhão 43 incluía uma associação de produtores e comerciantes e uma lanchonete na cabeceira sul, de acordo com o cadastro interno. Segundo a Ceasa/RJ, o Banco de Alimentos da Central, criado em 2012, também atua a partir de Irajá no combate à desnutrição e à insegurança alimentar no estado. Em 2021, o programa doou 792 toneladas de produtos para quase 300 instituições, beneficiando cerca de 50 mil pessoas em situação de vulnerabilidade econômica e social, de acordo com a central. Em 2020, as doações somaram 1.000 toneladas de legumes, frutas e verduras para 228 instituições, com mais de 45 mil pessoas atendidas em diferentes municípios do Rio de Janeiro, segundo o Ceasa/RJ.
Incêndio de grandes consequências afeta a Ceasa, maior central de abastecimento do RJ A Central de Abastecimento do Estado do Rio de Janeiro, ou Ceasa-RJ, é o principal ponto de comercialização de hortifrutigranjeiros no RJ e funciona, desde 1974, no bairro de Irajá, na Zona Norte do Rio. Na madrugada desta quarta-feira (3), metade de um dos 42 pavilhões foi destruído por um incêndio. Não houve feridos, e não se sabe como o fogo começou. O galpão atingido e as vizinhanças não abriram, mas todos os demais operaram normalmente, e não há risco de desabastecimento. O entreposto de Irajá recebe diariamente quase 60 mil pessoas e 40 mil veículos, que redistribuem os produtos para as capitais e municípios da Região Metropolitana, como São João de Meriti, Nilópolis, Nova Iguaçu, Duque de Caxias e Magé. Segundo a própria instituição, o mercado de Irajá começou a operar em 28 de agosto de 1974, após a Ceasa-RJ ter sido criada por decreto estadual em 20 de maio de 1970. Hoje, além do entreposto principal, a Ceasa-RJ mantém mercados em São Gonçalo, Nova Friburgo, Paty do Alferes, São José de Ubá e Itaocara. Bombeiros tentam controlar fogo na Ceasa, em Irajá Jurandir Ferreira/TV Globo O que é vendido na Ceasa de Irajá A central atua hoje, segundo a própria instituição, nos níveis de produção (nos chamados Mercados do Produtor), atacado e varejo, o que permite acompanhar todas as etapas da movimentação dos alimentos. A lista de lojas da Ceasa em Irajá mostra que o entreposto não concentra apenas frutas e verduras, embora os hortifrutigranjeiros sejam em sua maioria entre os permissionários. Entre os produtos mais comuns estão frutas, verduras, legumes e ovos, vendidos em pavilhões de atacado especializados em cada tipo de mercadoria. Também há pavilhões com caixas de supermercados, distribuidores de alimentos em geral, pescados, açougues, cereais, rações e produtos para animais de estimação, bebidas, doces, produtos integrais, polpas e frutas congeladas. A estrutura inclui ainda comércios de plásticos, embalagens e entrega, lojas de utensílios domésticos, máquinas, material de construção e material elétrico, além de serviços como bancos, lotérica, posto de gasolina, transportadores, sacarias, papelaria e lanchonetes e restaurantes distribuídos pelos pavilhões e no prédio administrativo. Feirante exibe maços de hortaliças no Ceasa de Irajá, na zona norte do Rio de Janeiro José Lucena/Futura Press/Estadão Conteúdo Quantos pavilhões a Ceasa de Irajá tem? De acordo com a relação de lojas do entreposto de Irajá, o mercado é dividido em 42 pavilhões numerados de forma não linear. Há ainda o prédio da administração. A lista inclui, por exemplo, os pavilhões 11, 12, 13 e 14, destinados principalmente a hortifrutigranjeiros e supermercados; os pavilhões 21, 22, 23 e 24, com foco em frutas, legumes, ovos e embalagens; e pavilhões como 41, 42, 43 e 44, onde se concentram batata, cebola, alho, outras leguminosas, cereais e serviços de apoio. Também aparecem pavilhões de numeração mais alta, como o 74, que abrigam supermercados, depósitos de bebidas, embalagens, produtos congelados, rações e serralheria. Há galpões específicos para reciclagem, produtos agrícolas e agropecuários, leguminosas, máquinas e serviços de alimentação, e pavilhões específicos para serviços e grandes operações, onde funcionam mercados, empresas de transporte, associações, lojas de pneus e postos de combustível. Incêndio atingiu a Ceasa Arte / g1 O que funcionava no Pavilhão 43 Segundo a listagem de caixas e lojas consultadas, o Pavilhão 43 reunia principalmente atacadistas de hortifrutigranjeiros, com destaque para batata, cebola e alho. No local funcionavam, por exemplo, uma empresa de hortifrutigranjeiros, uma frutícola especializada em mamão, coco e manga, comércios de milho e de abóbora e melancia, além de caixas de frutas e legumes em geral. O pavilhão abrigava ainda um mercado de grande porte, que operava em várias caixas contínuas, além de cerealistas que trabalhavam com batata, cebola, alho, coco seco e ovos. A estrutura do Pavilhão 43 incluía uma associação de produtores e comerciantes e uma lanchonete na cabeceira sul, de acordo com o cadastro interno. Segundo a Ceasa/RJ, o Banco de Alimentos da Central, criado em 2012, também atua a partir de Irajá no combate à desnutrição e à insegurança alimentar no estado. Em 2021, o programa doou 792 toneladas de produtos para quase 300 instituições, beneficiando cerca de 50 mil pessoas em situação de vulnerabilidade econômica e social, de acordo com a central. Em 2020, as doações somaram 1.000 toneladas de legumes, frutas e verduras para 228 instituições, com mais de 45 mil pessoas atendidas em diferentes municípios do Rio de Janeiro, segundo o Ceasa/RJ.[/gpt3]

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