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Caso Henry Borel: PGR defende no STF que Monique Medeiros volta à prisão

Por Redação
16 de abril de 2026
Em Notícias
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Caso Henry Borel: PGR defende no STF que Monique Medeiros volta à prisão
Twitter1128254686redacaobcn@gmail.com



Caso Henry Borel: PGR defende no STF que Monique Medeiros volta à prisão
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Caso Henry Borel: entenda por que o julgamento foi adiado A Procuradoria-Geral da República (PGR) defendeu ao Supremo Tribunal Federal (STF) o restabelecimento da prisão preventiva de Monique Medeiros, mãe do menino Henry Borel. O parecer foi apresentado na Reclamação 92.961, apresentada por Leniel Borel, pai de Henry e assistente de acusação no processo, e contesta a decisão que determinou a soltura de ré por excesso de prazo. A peça será comprovada pelo ministro Gilmar Mendes. Monique foi solta após o adiamento do julgamento do caso, em março, quando a defesa do ex-vereador Jairo Souza Santos Júnior, o Jairinho, abandonou o plenário do Tribunal do Júri, o que inviabilizou a continuidade da sessão. Com a suspensão, a juíza Elizabeth Machado Louro observou o julgamento para 25 de maio e determinou a soltura de Monique, ao entender que a manutenção da prisão poderia configurar excesso de prazo. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça Jairinho e Monique no banco dos réus Reprodução/TV Globo Soltura contraria STF, diz PGR Antônio Edílio Magalhães Teixeira, subprocurador-geral da República, afirma em seu parecer que o relaxamento da prisão contrariou decisões anteriores do STF que já havia determinado a manutenção da custódia no mesmo caso. Segundo o órgão, a medida “viola a autoridade das decisões do Supremo Tribunal Federal”. A manifestação também sustenta que não houve excesso de prazo injustificado. De acordo com o parecer, o adiamento do julgamento foi provocado por atos da própria defesa, como o abandono do plenário, o que evitaria a alegação de constrangimento ilegal. O órgão argumenta que a análise do prazo deve levar em conta a complexidade do processo e a conduta das partes, e não apenas a contagem de tempo. Para a PGR, atrasos decorrentes de estratégias de defesa não podem ser usados ​​para justificar a soltura. A juíza Elizabeth Machado Louro Reprodução/TV Globo Riscos ao processo No documento, a PGR aponta elementos que, segundo o órgão, justificam a manutenção da prisão preventiva. Entre eles estão o risco ao andamento do processo, a possibilidade de coação de testemunhas e o descumprimento de medidas cautelares em benefícios anteriores. A Procuradoria afirma ainda que a decisão pela prisão não se baseia apenas na gravidade do caso, mas em fatores concretos previstos na legislação penal. Com isso, a PGR se manifestou pelo procedimento de consentimento e pelo restabelecimento da prisão de Monique Medeiros. Gilmar Mendes em Sessão da Segunda Turma do STF Luiz Silveira/STF Decisão pendente O caso está sob análise do ministro Gilmar Mendes, que poderá decidir a qualquer momento se mantém a liberdade de Monique ou determina seu retorno à prisão. Henry Borel morreu em 2021, aos 4 anos, com sinais de agressão, em um apartamento na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio. Monique e Jairinho responderam por homicídio e outros crimes.
Caso Henry Borel: entenda por que o julgamento foi adiado A Procuradoria-Geral da República (PGR) defendeu ao Supremo Tribunal Federal (STF) o restabelecimento da prisão preventiva de Monique Medeiros, mãe do menino Henry Borel. O parecer foi apresentado na Reclamação 92.961, apresentada por Leniel Borel, pai de Henry e assistente de acusação no processo, e contesta a decisão que determinou a soltura de ré por excesso de prazo. A peça será comprovada pelo ministro Gilmar Mendes. Monique foi solta após o adiamento do julgamento do caso, em março, quando a defesa do ex-vereador Jairo Souza Santos Júnior, o Jairinho, abandonou o plenário do Tribunal do Júri, o que inviabilizou a continuidade da sessão. Com a suspensão, a juíza Elizabeth Machado Louro observou o julgamento para 25 de maio e determinou a soltura de Monique, ao entender que a manutenção da prisão poderia configurar excesso de prazo. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça Jairinho e Monique no banco dos réus Reprodução/TV Globo Soltura contraria STF, diz PGR Antônio Edílio Magalhães Teixeira, subprocurador-geral da República, afirma em seu parecer que o relaxamento da prisão contrariou decisões anteriores do STF que já havia determinado a manutenção da custódia no mesmo caso. Segundo o órgão, a medida “viola a autoridade das decisões do Supremo Tribunal Federal”. A manifestação também sustenta que não houve excesso de prazo injustificado. De acordo com o parecer, o adiamento do julgamento foi provocado por atos da própria defesa, como o abandono do plenário, o que evitaria a alegação de constrangimento ilegal. O órgão argumenta que a análise do prazo deve levar em conta a complexidade do processo e a conduta das partes, e não apenas a contagem de tempo. Para a PGR, atrasos decorrentes de estratégias de defesa não podem ser usados ​​para justificar a soltura. A juíza Elizabeth Machado Louro Reprodução/TV Globo Riscos ao processo No documento, a PGR aponta elementos que, segundo o órgão, justificam a manutenção da prisão preventiva. Entre eles estão o risco ao andamento do processo, a possibilidade de coação de testemunhas e o descumprimento de medidas cautelares em benefícios anteriores. A Procuradoria afirma ainda que a decisão pela prisão não se baseia apenas na gravidade do caso, mas em fatores concretos previstos na legislação penal. Com isso, a PGR se manifestou pelo procedimento de consentimento e pelo restabelecimento da prisão de Monique Medeiros. Gilmar Mendes em Sessão da Segunda Turma do STF Luiz Silveira/STF Decisão pendente O caso está sob análise do ministro Gilmar Mendes, que poderá decidir a qualquer momento se mantém a liberdade de Monique ou determina seu retorno à prisão. Henry Borel morreu em 2021, aos 4 anos, com sinais de agressão, em um apartamento na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio. Monique e Jairinho responderam por homicídio e outros crimes.[/gpt3]

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Tags: BorelCasodefendeHenryMedeirosMoniquepgrprisãoSTFvolta
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