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Caso Henry Borel: Justiça nega prisão domiciliar a Monique Medeiros

Redação Por Redação
10 de março de 2026
Em Notícias
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Caso Henry Borel: Justiça nega prisão domiciliar a Monique Medeiros
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Caso Henry Borel: Justiça nega prisão domiciliar a Monique Medeiros
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Jairinho e Monique Medeiros, em fotos feitas no ingresso do casal no sistema penitenciário Reprodução Às vésperas do julgamento do caso Henry Borel, marcado para começar no dia 23, a Justiça do Rio de Janeiro negou um pedido de prisão domiciliar para a professora Monique Medeiros, mãe do menino. Henry tinha 4 anos e, de acordo com as investigações, foi morto no apartamento onde morava com a mãe e o então padrasto, o vereador cassado Jairo Souza Santos Júnior, o Jairinho, em 8 de março de 2021. O garoto teve hemorragia interna em consequência de uma lesão grave no fígado causada por ação contundente (violenta), segundo laudo da necropsia do Instituto Médico Legal (IML). Os exames apontaram 23 lesões no corpo dele. A investigação apontou que Jairinho torturou o menino, e que a mãe sabia. O casal está preso e será julgado por homicídio triplamente qualificado, tortura, por ameaçar testemunhas e tentar atrapalhar as investigações. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Os argumentos da defesa para tentar prisão domiciliar A defesa de Monique tentou a prisão domiciliar sob o argumento de que, fora da cadeia, ela poderia se preparar melhor para enfretar o júri. Ao rejeitar o pedido, a justiça da 2ª Vara Criminal do RJ considera que a direção do presídio garantiu condições adequadas para permitir que Monique e seus advogados se reunissem em sala reservada e sem restrições. O juiz lembrou ainda que Monique seguiu na cadeia desde que sua prisão foi restabelecida pelo ministro Gilmar Mendes, em julho de 2023. À época, a defesa dela recorreu e a prisão foi mantida em julgamento na Segunda Turma do STF. O julgamento deve durar pelo menos três dias. O pai do menino, o vereador Leniel Borel, será a primeira testemunha a depor no júri. O menino Henry Borel morreu após sofrer hemorragia interna, segundo laudo do IML Jornal Nacional/ Reprodução
Jairinho e Monique Medeiros, em fotos feitas no ingresso do casal no sistema penitenciário Reprodução Às vésperas do julgamento do caso Henry Borel, marcado para começar no dia 23, a Justiça do Rio de Janeiro negou um pedido de prisão domiciliar para a professora Monique Medeiros, mãe do menino. Henry tinha 4 anos e, de acordo com as investigações, foi morto no apartamento onde morava com a mãe e o então padrasto, o vereador cassado Jairo Souza Santos Júnior, o Jairinho, em 8 de março de 2021. O garoto teve hemorragia interna em consequência de uma lesão grave no fígado causada por ação contundente (violenta), segundo laudo da necropsia do Instituto Médico Legal (IML). Os exames apontaram 23 lesões no corpo dele. A investigação apontou que Jairinho torturou o menino, e que a mãe sabia. O casal está preso e será julgado por homicídio triplamente qualificado, tortura, por ameaçar testemunhas e tentar atrapalhar as investigações. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Os argumentos da defesa para tentar prisão domiciliar A defesa de Monique tentou a prisão domiciliar sob o argumento de que, fora da cadeia, ela poderia se preparar melhor para enfretar o júri. Ao rejeitar o pedido, a justiça da 2ª Vara Criminal do RJ considera que a direção do presídio garantiu condições adequadas para permitir que Monique e seus advogados se reunissem em sala reservada e sem restrições. O juiz lembrou ainda que Monique seguiu na cadeia desde que sua prisão foi restabelecida pelo ministro Gilmar Mendes, em julho de 2023. À época, a defesa dela recorreu e a prisão foi mantida em julgamento na Segunda Turma do STF. O julgamento deve durar pelo menos três dias. O pai do menino, o vereador Leniel Borel, será a primeira testemunha a depor no júri. O menino Henry Borel morreu após sofrer hemorragia interna, segundo laudo do IML Jornal Nacional/ Reprodução[/gpt3]

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