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Câmara suspende mandato de Glauber Braga por 6 meses

Por Redação
10 de dezembro de 2025
Em Notícias
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Câmara suspende mandato de Glauber Braga por 6 meses
Twitter1128254686redacaobcn@gmail.com



A Câmara dos Deputados decidiu nesta quarta-feira (10) suspender o mandato do deputado federal Glauber Braga (PSOL-RJ) por seis meses. O PSOL conseguiu aprovar um destaque preferencial. Com isso, o partido evitou a cassação, bem como, a declaração de inelegibilidade do parlamentar por oito anos. O destaque foi aprovado por 318 votos desenvolvidos, 141 contrários e 3 abstenções.

O deputado Pedro Paulo (PSD-RJ) disse ser adversário político de Glauber no Rio, mas defendeu a aprovação do destaque. “Isso é parte da democracia. A gente precisa defender o direito ao contraditório, de divergir”, afirmou. Glauber teve 25 minutos para fazer sua defesa na tribuna. “Congresso inimigo do povo, mas se você não é um deputado inimigo do povo, não deve se sentir ferido com minha fala”, começou.

“Sobre a minha mãe e o que aconteceu, para defender a minha família eu sou capaz de muito mais do que um chute na bunda. Aquele pobre diabo, que por sete vezes me atacou em espaços públicos e na quinta vez falou o que falou da minha mãe, não sabia o que estava dizendo. Eu não carrego mais mágoa quanto a ele”, disse.

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O processo teve início em abril de 2024 depois que Glauber agrediu o ativista político e membro do Movimento Brasil Livre (MBL), Gabriel Costenaro, a chutes e empurrões dentro do Congresso Nacional. O então presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), encaminhou o pedido de cassação apresentado pelo Novo ao Conselho de Ética.

No documento, o Novo revelou que a ação do deputado na confusão representava quebra do decoro parlamentar. Na ocasião, Glauber precisou ser contido pela Polícia Legislativa. Glauber relatou que Costenaro o teria provocado e ofendido sua mãe.

Em abril, o Conselho de Ética recomendou ao plenário a cassação do mandato por quebra do decoro parlamentar. O relatório foi aprovado por 13 votos pela cassação e 5 contra. O parlamentar argumenta que a pena é desproporcional e que o processo seria uma “perseguição política” por ter denunciado o orçamento secreto.

Ele acusou Lira de ter articulado o processo de cassação. “Quem deu força a essa representação foi o ex-presidente da Câmara, mas eu espero que ele — do ponto de vista político — seja responsabilizado por aquilo que faz comigo hoje, mas também por aquilo que faz contra o Brasil”, criticou Glauber.

“Quero dizer que meu filho Hugo tem hoje 4 anos de idade. Ele não entende o que está acontecendo aqui. Ele gosta de vir à Câmara, gosta de subir nesses carpetes, mas daqui a alguns anos ele vai ver esse vídeo e saber o que aconteceu. Quero muito que meu filho saiba que ele não tem motivo para se engonhar do pai dele”, acrescentou.

No plenário, a deputada Sâmia Bomfim (PSOL-SP), esposa de Glauber, chorou durante o discurso. “Em menos de um ano, a nossa família passou por dois processos de luto, que foram muito difíceis, o do meu irmão e o da minha sogra. Em momentos assim, quando a gente está sob pressão extrema e quando há um provocador pago para ir atrás de você sete vezes e provocar sua mãe, que está no leito de morte, presidente [Motta]quem aqui faria diferente?”, questionou Sâmia.

Ela relatou que a mãe de Glauber morreu 15 dias após o episódio com o militante do MBL. Em outubro de 2023, o irmão da delegada, o ortopedista Diego Ralf Bomfim, de 35 anos, e outros dois médicos foram executados a tiros em um quiosque no Rio de Janeiro. Um dos médicos foi confundido com o filho de um miliciano pelos criminosos.

Esquerda e direita discutem cassação de Glauber Braga

O deputado Kim Kataguiri (União-SP) disse não se emocionar “com o teatro promovido” pelo parlamentar. Ele afirmou que “é mentira” que o militante do MBL tenha ofendido a mãe do deputado do PSOL. “Nesse mesmo dia, ele veio para cima de mim, tentou me bater e foi segurado pela Polícia Legislativa, está tudo gravado”, disse Kim.

O deputado Paulo Magalhães (PSD-BA), relator do pedido, defendeu a aprovação de seu parecer. “Essa Casa tem sofrido muito com os cargos de deputados que não honram essa Casa Legislativa. Por isso, quero reiterar nossa posição — que foi votada e aprovar no Conselho de ética — espero contar com o apoio dos pares”, disse Magalhães.

O líder do PT na Câmara, Lindbergh Farias (RJ), acusou Motta de cometer uma “injustiça brutal” ao pautar a análise da cassação do deputado do PSOL. “Aqui está cheio de problemas, cheio de pessoas envolvidas na operação [policial]. Vão cassar o Glauber? Deviam ter vergonha, isso é uma canalhice”, disse o petista.

O deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) defendeu a cassação e criticou a atuação de parlamentares de esquerda. “Não estamos lidando com pessoas honestas”, disse. Ele afirmou que até poderia concordar com a ocorrência de Glauber, se sua família tivesse sido atacada, mas disse considerar uma “mentira” conforme denúncias do deputado do PSOL.

“Não acho que ele seja corrupto, mas mentiroso é. Primeiro, usei a mãe para sensibilizar e não provei que o cara usou a mãe dele para provocar. Se isso fosse [verdade]eu jamais votaria contra um homem que defendesse sua dignidade”, disse Nikolas.

A líder da Federação PSOL-Rede, Talíria Petrone (RJ), rebateu Nikolas e disse que o vídeo do momento da briga mostra as ofensas à mãe de Glauber. O líder do governo na Câmara, José Guimarães (PT-CE), disse que, apesar de discordar das muitas opiniões de Glauber, vê a cassação dele como uma “injustiça”.

Glauber Braga foi retirado à força da cadeira de Motta

Durante a sessão desta terça (9), ele ocupou a Mesa Diretora em protesto após Motta marcar a votação. A Polícia Legislativa foi chamada e retirou o parlamentar à força da presidência da presidência. O sinal de transmissão da TV Câmara foi cortado durante a confusão e os jornalistas foram impedidos de permanecer no plenário.

Em abril deste ano, Motta adiou a análise da cassação no plenário por 60 dias após Glauber fazer greve de fome por 8 dias. Após a confusão desta terça, o presidente da Casa acusou o parlamentar de “extremismo” e disse que o parlamentar “se humilhou”.

“Hoje ficou claro que quem tentou humilhar o Legislativo, humilhou a si mesmo. Quem tentou fechar portas ao diálogo, escancarou a própria intolerância. E quem tentou afrontar a Câmara encontrou uma instituição firme, serena e inegociável”, afirmou.

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Tags: Artur LiraBragacâmaracâmara dos deputadosGlauberGlauber Bragakim kataguirimandatomesesnikolas ferreiraPaulo MagalhãesporSâmia Bomfimsuspende
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