
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) apresentou aumento na frequência das crises de solução nos últimos sete dias, segundo boletim médico divulgado nesta sexta-feira (5). O quadro levou a equipe responsável pelo acompanhamento do ex-presidente a aumentar as doses dos medicamentos utilizados para controlar os sintomas e a recomendar uma dieta com baixo teor de acidez.
De acordo com o relatório publicado semanalmente ao Supremo Tribunal Federal (STF), Bolsonaro permanece com quadro vascular e cardiológico resultados, sem alterações respiratórias relevantes. A alteração residual na base da luz esquerda foi considerada estável pelos médicos.
“O paciente encontra-se estável no ponto de vista cardiológico, queixando-se apenas de cansaço leve e fadiga, aos médios esforços, e desconforto aos movimentos de flexão e abdução do ombro direito”, afirma o trecho do documento.
Bolsonaro ainda está no processo de recuperação da cirurgia realizada no ombro direito em maio e segue em acompanhamento médico domiciliar. O boletim registra ainda que o ex-presidente continua sob monitoramento das condições de saúde previamente interrompidas.
Segundo os médicos, não foram identificadas novas alterações na avaliação respiratória, e a pressão arterial permanece controlada.
Condenado a 27 anos e três meses de prisão por tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022, Bolsonaro cumpre pena em casa desde março, quando recebeu alta hospitalar após tratar uma broncopneumonia. A transferência do complexo penitenciário da Papuda para o domicílio por 90 dias foi autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF.













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