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‘Beliscam, tipo beijinho’: imagens aquáticas mostram o cardume que apareceu manchas no mar do Rio

Redação Por Redação
26 de dezembro de 2025
Em Notícias
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‘Beliscam, tipo beijinho’: imagens aquáticas mostram o cardume que apareceu manchas no mar do Rio
Twitter1128254686redacaobcn@gmail.com



‘Beliscam, tipo beijinho’: imagens aquáticas mostram o cardume que apareceu manchas no mar do Rio
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Dança das manjubinhas: cardumes encantam cariocas e turistas na orla do Rio Milhares de peixes transformaram o mar de Copacabana em um espetáculo raro nos últimos dias. Vistas do alto, eles formaram grandes manchas escuras que chamaram a atenção de quem passava pela orla. De perto, porém, o cenário revelou uma cena bem diferente: um enorme cardume de manjubinhas dançando na água cristalina, em imagens que incluem uma pintura em movimento. As praias cheias, os prédios ao fundo e o mar transparente ajudaram a compor um cenário tipicamente carioca. Do Globocop, a imagem era de uma massa escura que mudava de forma o tempo todo. Já dentro d’água, os banhistas — e também a equipe do RJ2, que mergulharam para registrar as características — se viram cercados por milhares de peixes pequenos e prateados. Emoção dentro d’água Cardume de manjubinhas no mar de Copacabana Ricardo Gomes/Instituto Mar Urbano Quem teve a chance de nadar no meio do cardume falando a experiência como única. A percussionista Iris Regina contou que sentiu os peixes encostando enquanto nadava. “Aquilo me beliscando, aquela naturalidade, aquela coisa gostosa. Eles encostam, beliscam, é tipo um beijinho. É muito vivo, é sem palavras”, disse. A bombeira hospitalar Patrícia Alves também se surpreendeu. Cardume de manjubinhas no mar de Copacabana Ricardo Gomes/Instituto Mar Urbano “Foi uma sensação maravilhosa. Achei muito lindo. Já tinha visto na televisão, mas ao vivo foi sensacional”, afirmou. Para o administrador Lorenzo Donato, a cena teve um ar quase mágico. “A gente imagina, mas nunca pensa que vai ver de perto. É algo bem mágico, avassalador. É a magia de ser carioca”, resumiu. Por que os cardumes aparecem ali? Segundo o biólogo Ricardo Gomes, o fenômeno é causado pela presença da manjubinha, um peixe que se alimenta de plâncton e de micro-organismos presentes na água do mar e que está na base da cadeia alimentar. “Quando você vê um cardume pequeno de manjuba, ele passa despercebido. Mas um cardume desse tamanho, de quilômetros, é um comportamento coletivo: vira para um lado, vira todo mundo para o mesmo lado”, explicou. A manjubinha é um peixe pequeno, prateado, que pode chegar a até cinco centímetros de comprimento. Vive em éguas tropicais e costuma nadar em direção à foz dos rios. Segundo especialistas, as praias do Leme, Copacabana, Ipanema e Leblon sofrem influência direta das águas da Baía de Guanabara, que funcionam como um estuário — um ponto de encontro entre rios e o mar aberto. Esse ambiente é rico em nutrientes, que está na base da cadeia alimentar dos oceanos, ou que atrai grandes cardumes para a região. Além disso, as características foram favorecidas pelas condições recentes do mar. A água chegou a cerca de 25 graus, estava mais quente e transparente, resultado da combinação de pouca chuva nas últimas semanas e da chegada de águas oceânicas mais limpas. De acordo com Ricardo Gomes, a limpeza do interceptor oceânico — estrutura que leva águas pluviais até o emissário submarino de Ipanema — também contribuiu para reduzir o despejo de águas escuras no mar, aumentando a transparência da água entre o Flamengo e São Conrado. Cena bonita — e segura As imagens de banhistas nadando no meio do cardume viralizaram. Entre eles, a pequena Nina Gomes, de 9 anos, que mergulhou entre os peixes. “Eu fiquei muito feliz. Saber que os peixes sobrevivem numa praia muito populosa é muito legal”, contornou. Especialistas afirmam que não há risco para quem entra no mar. As manjubinhas são inofensivas e se afastam naturalmente quando alguém se aproxima. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça Um sinal de vida no oceano Ao longo do dia, o cardume foi se deslocando por diferentes pontos do litoral. No fim da tarde, pudemos ser vistos no final da Praia do Leme, perto da pedra, com a orla de Copacabana ao fundo — cenário que também serviu de base para as imagens subaquáticas registradas pelo RJ2. Para os biólogos, a cena é mais do que bonita: é simbólica. “Esses peixes são fundamentais na base da cadeia alimentar. Vários peixes importantes para a pesca se alimentam da manjuba. Ver isso numa praia lotada de gente é um sinal de esperança, de que o oceano ainda está cheio de vida e pode sustentar o planeta”, afirmou Ricardo Gomes. Um espetáculo natural que transformou o mar do Rio no palco — e reforçou que, mesmo em meio à cidade grande, a natureza ainda encontra espaço para surpreender. Veja mais imagens: Banhista nada em cardume no Leme Reprodução/TV Globo Cardume nada na beirinha no Leme Reprodução/TV Globo De cima, o cardume parecia uma mancha de óleo. Reprodução/ TV Globo Banhistas nadam em meio de cardumes na Praia do Leme Reprodução/ TV Globo Banhista nada em meio aos peixes na Praia do Leme Reprodução/ TV Globo Banhistas nadam em meio de cardumes na Praia do Leme Reprodução/ TV Globo Homem nada no meio de cardume no Leme Reprodução/TV Globo
Dança das manjubinhas: cardumes encantam cariocas e turistas na orla do Rio Milhares de peixes transformaram o mar de Copacabana em um espetáculo raro nos últimos dias. Vistas do alto, eles formaram grandes manchas escuras que chamaram a atenção de quem passava pela orla. De perto, porém, o cenário revelou uma cena bem diferente: um enorme cardume de manjubinhas dançando na água cristalina, em imagens que incluem uma pintura em movimento. As praias cheias, os prédios ao fundo e o mar transparente ajudaram a compor um cenário tipicamente carioca. Do Globocop, a imagem era de uma massa escura que mudava de forma o tempo todo. Já dentro d’água, os banhistas — e também a equipe do RJ2, que mergulharam para registrar as características — se viram cercados por milhares de peixes pequenos e prateados. Emoção dentro d’água Cardume de manjubinhas no mar de Copacabana Ricardo Gomes/Instituto Mar Urbano Quem teve a chance de nadar no meio do cardume falando a experiência como única. A percussionista Iris Regina contou que sentiu os peixes encostando enquanto nadava. “Aquilo me beliscando, aquela naturalidade, aquela coisa gostosa. Eles encostam, beliscam, é tipo um beijinho. É muito vivo, é sem palavras”, disse. A bombeira hospitalar Patrícia Alves também se surpreendeu. Cardume de manjubinhas no mar de Copacabana Ricardo Gomes/Instituto Mar Urbano “Foi uma sensação maravilhosa. Achei muito lindo. Já tinha visto na televisão, mas ao vivo foi sensacional”, afirmou. Para o administrador Lorenzo Donato, a cena teve um ar quase mágico. “A gente imagina, mas nunca pensa que vai ver de perto. É algo bem mágico, avassalador. É a magia de ser carioca”, resumiu. Por que os cardumes aparecem ali? Segundo o biólogo Ricardo Gomes, o fenômeno é causado pela presença da manjubinha, um peixe que se alimenta de plâncton e de micro-organismos presentes na água do mar e que está na base da cadeia alimentar. “Quando você vê um cardume pequeno de manjuba, ele passa despercebido. Mas um cardume desse tamanho, de quilômetros, é um comportamento coletivo: vira para um lado, vira todo mundo para o mesmo lado”, explicou. A manjubinha é um peixe pequeno, prateado, que pode chegar a até cinco centímetros de comprimento. Vive em éguas tropicais e costuma nadar em direção à foz dos rios. Segundo especialistas, as praias do Leme, Copacabana, Ipanema e Leblon sofrem influência direta das águas da Baía de Guanabara, que funcionam como um estuário — um ponto de encontro entre rios e o mar aberto. Esse ambiente é rico em nutrientes, que está na base da cadeia alimentar dos oceanos, ou que atrai grandes cardumes para a região. Além disso, as características foram favorecidas pelas condições recentes do mar. A água chegou a cerca de 25 graus, estava mais quente e transparente, resultado da combinação de pouca chuva nas últimas semanas e da chegada de águas oceânicas mais limpas. De acordo com Ricardo Gomes, a limpeza do interceptor oceânico — estrutura que leva águas pluviais até o emissário submarino de Ipanema — também contribuiu para reduzir o despejo de águas escuras no mar, aumentando a transparência da água entre o Flamengo e São Conrado. Cena bonita — e segura As imagens de banhistas nadando no meio do cardume viralizaram. Entre eles, a pequena Nina Gomes, de 9 anos, que mergulhou entre os peixes. “Eu fiquei muito feliz. Saber que os peixes sobrevivem numa praia muito populosa é muito legal”, contornou. Especialistas afirmam que não há risco para quem entra no mar. As manjubinhas são inofensivas e se afastam naturalmente quando alguém se aproxima. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça Um sinal de vida no oceano Ao longo do dia, o cardume foi se deslocando por diferentes pontos do litoral. No fim da tarde, pudemos ser vistos no final da Praia do Leme, perto da pedra, com a orla de Copacabana ao fundo — cenário que também serviu de base para as imagens subaquáticas registradas pelo RJ2. Para os biólogos, a cena é mais do que bonita: é simbólica. “Esses peixes são fundamentais na base da cadeia alimentar. Vários peixes importantes para a pesca se alimentam da manjuba. Ver isso numa praia lotada de gente é um sinal de esperança, de que o oceano ainda está cheio de vida e pode sustentar o planeta”, afirmou Ricardo Gomes. Um espetáculo natural que transformou o mar do Rio no palco — e reforçou que, mesmo em meio à cidade grande, a natureza ainda encontra espaço para surpreender. Veja mais imagens: Banhista nada em cardume no Leme Reprodução/TV Globo Cardume nada na beirinha no Leme Reprodução/TV Globo De cima, o cardume parecia uma mancha de óleo. Reprodução/ TV Globo Banhistas nadam em meio de cardumes na Praia do Leme Reprodução/ TV Globo Banhista nada em meio aos peixes na Praia do Leme Reprodução/ TV Globo Banhistas nadam em meio de cardumes na Praia do Leme Reprodução/ TV Globo Homem nada no meio de cardume no Leme Reprodução/TV Globo[/gpt3]

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