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Autoridades de SP e Rio não registraram homem preso nos EUA como chefe do PCC ou CV; mandado de prisão contra ele é de extorsão
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Felipe Linares De Oliveira Dell Aquilla, o Don Divulgação A prisão de Felipe Linares de Oliveira Dell Aquilla, conhecido como “Don” ou “Dom”, anunciou nesta segunda-feira (15) pelas autoridades dos Estados Unidos, intrigada entre investigadores e órgãos de inteligência consultados pelo g1 e pela GloboNews. O mandado de prisão que embasou a inclusão do nome de Dell Aquilla na difusão vermelha da Interpol é decorrente de uma notificação definitiva pelo crime de extorsão. Segundo os documentos consultados pela reportagem, a pena inserida foi de nove anos e sete meses de prisão. Embora a polícia migratória americana (ICE) tenha informado que Dell Aquilla seria um ex-chefe das facções criminosas Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV), fontes da Polícia Federal, dos Ministérios Públicos de São Paulo e do Rio de Janeiro, das polícias civis dos dois estados e dos serviços de inteligência afirmaram não consideraram o investigado como membro relevante ou liderança de qualquer uma das organizações criminosas. 📱Favorito o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia Segundo a apuração, autoridades consultadas afirmaram não ter conhecimento sequer de que Dell Aquilla seja formalmente vinculado a facções criminosas. Em São Paulo, de acordo com as fontes ouvidas, não há registro de inteligência que o aponte como integrante do PCC e sequer como faccionado no estado. O g1 e a GloboNews apuraram ainda que Felipe Linares de Oliveira Dell Aquilla não é denunciado por investigador como alguém que tenha ocupado posição de comando ou exercido papel de relevância dentro do PCC ou do Comando Vermelho. Investigadores ouvidos pela reportagem relataram ter estranhado a informação divulgada pelas autoridades americanas de que o preso seria um antigo chefe das duas facções criminosas. Segundo eles, caso ocupasse posição de destaque em qualquer uma dessas organizações, seria um nome amplamente conhecido pelos setores de inteligência e combate ao crime organizado. De acordo com as fontes consultadas, Dell Aquilla atua no ramo do entretenimento e teria trabalhado em uma produtora musical cujo proprietário já foi alvo de investigação da Polícia Federal por suspeitas de lavagem de dinheiro. Levantamento realizado pela reportagem em processos envolvendo o investigado mostra que ele aparece como alvo de apurações e acusações relacionadas a crimes como extorsão, tráfico, estelionato, ameaça e lesão corporal. Ainda segundo as fontes ouvidas, há informações de investigações subterrâneas que ele teria afirmado ter recebido recursos provenientes de membros do PCC e do Comando Vermelho, hipóteses comprovadas em apurações sobre movimentações financeiras. No entanto, os investigadores consultados salientam que isso não o coloca na condição de líder ou membro relevante das facções. Prisão nos Estados Unidos Segundo comunicado divulgado pelo ICE, Felipe Linares de Oliveira Dell Aquilla foi detido após uma perseguição na Carolina do Norte. As autoridades americanas informaram que ele possuía uma ordem de captura internacional expedida a pedido do Brasil por acusações relacionadas à associação criminosa e extorsão. Ainda de acordo com o órgão, Dell Aquilla tentou fugir de carro em direção ao México quando foi interceptado durante uma fiscalização de trânsito na cidade de Mooresville. O ICE afirmou que ele manteve a esposa como refém dentro do veículo. Durante uma tentativa de fuga, o carro sofreu um acidente e o investigado acabou capturado. Segundo o comunicado, os agentes retornaram uma arma de fogo, dinheiro em espécie e telefones celulares no automóvel. As declarações da prisão e as acusações mencionadas pelas autoridades americanas são apuradas pelas autoridades brasileiras. Material apreendido com Felipe Linares De Oliveira Dell Aquilla, o Don Divulgação Dell Aquilla mantinha sua esposa como refém no carro, segundo as autoridades. Ele foi detido após uma perseguição na Carolina do Norte. Ao tentar fugir, Don sofreu um acidente e foi capturado. Nenhum veículo foi encontrado arma, dinheiro em espécie e celulares, de acordo com o comunicado de imprensa. Material apreendido com Felipe Linares De Oliveira Dell Aquilla, o Don Divulgação Designação terrorista Em 28 de maio, os Estados Unidos designaram como organizações terroristas o PCC e o CV, apesar da oposição do governo brasileiro. Em maio de 2025, o chefe interino de cooperação do Departamento de Sanções dos Estados Unidos, David Gamble, pediu que o governo brasileiro classificasse o PCC e o CV como organizações terroristas. O pedido foi negado. À época, o secretário nacional de Segurança Pública, Mario Sarrubbo, afirmou que as facções não se enquadraram na definição de terrorismo prevista na Constituição brasileira. A Lei Antiterrorismo, sancionada no Brasil em 2016, define o terrorismo como uma prática de atos motivados por xenofobia, discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia ou religião, que provocam terror social ou generalizado.
Felipe Linares De Oliveira Dell Aquilla, o Don Divulgação A prisão de Felipe Linares de Oliveira Dell Aquilla, conhecido como “Don” ou “Dom”, anunciou nesta segunda-feira (15) pelas autoridades dos Estados Unidos, intrigada entre investigadores e órgãos de inteligência consultados pelo g1 e pela GloboNews. O mandado de prisão que embasou a inclusão do nome de Dell Aquilla na difusão vermelha da Interpol é decorrente de uma notificação definitiva pelo crime de extorsão. Segundo os documentos consultados pela reportagem, a pena inserida foi de nove anos e sete meses de prisão. Embora a polícia migratória americana (ICE) tenha informado que Dell Aquilla seria um ex-chefe das facções criminosas Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV), fontes da Polícia Federal, dos Ministérios Públicos de São Paulo e do Rio de Janeiro, das polícias civis dos dois estados e dos serviços de inteligência afirmaram não consideraram o investigado como membro relevante ou liderança de qualquer uma das organizações criminosas. 📱Favorito o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia Segundo a apuração, autoridades consultadas afirmaram não ter conhecimento sequer de que Dell Aquilla seja formalmente vinculado a facções criminosas. Em São Paulo, de acordo com as fontes ouvidas, não há registro de inteligência que o aponte como integrante do PCC e sequer como faccionado no estado. O g1 e a GloboNews apuraram ainda que Felipe Linares de Oliveira Dell Aquilla não é denunciado por investigador como alguém que tenha ocupado posição de comando ou exercido papel de relevância dentro do PCC ou do Comando Vermelho. Investigadores ouvidos pela reportagem relataram ter estranhado a informação divulgada pelas autoridades americanas de que o preso seria um antigo chefe das duas facções criminosas. Segundo eles, caso ocupasse posição de destaque em qualquer uma dessas organizações, seria um nome amplamente conhecido pelos setores de inteligência e combate ao crime organizado. De acordo com as fontes consultadas, Dell Aquilla atua no ramo do entretenimento e teria trabalhado em uma produtora musical cujo proprietário já foi alvo de investigação da Polícia Federal por suspeitas de lavagem de dinheiro. Levantamento realizado pela reportagem em processos envolvendo o investigado mostra que ele aparece como alvo de apurações e acusações relacionadas a crimes como extorsão, tráfico, estelionato, ameaça e lesão corporal. Ainda segundo as fontes ouvidas, há informações de investigações subterrâneas que ele teria afirmado ter recebido recursos provenientes de membros do PCC e do Comando Vermelho, hipóteses comprovadas em apurações sobre movimentações financeiras. No entanto, os investigadores consultados salientam que isso não o coloca na condição de líder ou membro relevante das facções. Prisão nos Estados Unidos Segundo comunicado divulgado pelo ICE, Felipe Linares de Oliveira Dell Aquilla foi detido após uma perseguição na Carolina do Norte. As autoridades americanas informaram que ele possuía uma ordem de captura internacional expedida a pedido do Brasil por acusações relacionadas à associação criminosa e extorsão. Ainda de acordo com o órgão, Dell Aquilla tentou fugir de carro em direção ao México quando foi interceptado durante uma fiscalização de trânsito na cidade de Mooresville. O ICE afirmou que ele manteve a esposa como refém dentro do veículo. Durante uma tentativa de fuga, o carro sofreu um acidente e o investigado acabou capturado. Segundo o comunicado, os agentes retornaram uma arma de fogo, dinheiro em espécie e telefones celulares no automóvel. As declarações da prisão e as acusações mencionadas pelas autoridades americanas são apuradas pelas autoridades brasileiras. Material apreendido com Felipe Linares De Oliveira Dell Aquilla, o Don Divulgação Dell Aquilla mantinha sua esposa como refém no carro, segundo as autoridades. Ele foi detido após uma perseguição na Carolina do Norte. Ao tentar fugir, Don sofreu um acidente e foi capturado. Nenhum veículo foi encontrado arma, dinheiro em espécie e celulares, de acordo com o comunicado de imprensa. Material apreendido com Felipe Linares De Oliveira Dell Aquilla, o Don Divulgação Designação terrorista Em 28 de maio, os Estados Unidos designaram como organizações terroristas o PCC e o CV, apesar da oposição do governo brasileiro. Em maio de 2025, o chefe interino de cooperação do Departamento de Sanções dos Estados Unidos, David Gamble, pediu que o governo brasileiro classificasse o PCC e o CV como organizações terroristas. O pedido foi negado. À época, o secretário nacional de Segurança Pública, Mario Sarrubbo, afirmou que as facções não se enquadraram na definição de terrorismo prevista na Constituição brasileira. A Lei Antiterrorismo, sancionada no Brasil em 2016, define o terrorismo como uma prática de atos motivados por xenofobia, discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia ou religião, que provocam terror social ou generalizado.[/gpt3]

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