Audiência na Justiça discute alimentação oferecida no Hospital Alcides Carneiro, em Petrópolis
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Direção de falhas na alimentação de hospital em Petrópolis A alimentação oferecida no Hospital Alcides Carneiro (HAC), em Petrópolis, na Região Serrana do Rio, foi tema de uma audiência realizada nesta quinta-feira (10) na 4ª Vara Cível. Durante a sessão, os representantes da unidade confirmaram que o ovo era a única proteína servida aos pacientes e profissionais por cinco dias devido a uma dívida da Prefeitura com a empresa responsável pelo fornecido de proteínas. A audiência foi realizada após uma denúncia encaminhada à Justiça, que apontou que o ovo era a única proteína oferecida no hospital. 📱 Siga o canal do g1 Região Serrana no WhatsApp. Durante a sessão, a nutricionista da unidade, Vanessa Wendling, afirmou que a situação ocorreu entre a quarta-feira (01) da semana passada e o domingo (05). “A questão do cardápio servir como proteína principal apenas ovo alguns dias, sinalizo que foram apenas os últimos 5 dias que anteciparam esses dados. Porquê realmente, havia sem outra opção de proteína no estoque. Como carne bovina, frango e peixes”, disse a nutricionista Vanessa durante a audiência. Segundo o nutricionista, informação que foi emitida pelo diretor do Serviço Autônomo do Hospital Alcides Carneiro, Luiz Cruzick, e pela Secretária Municipal de Saúde, Clarissa Rippel, a empresa responsável pelo fornecimento das proteínas interrompeu as entregas porque a Prefeitura estava em débito com o fornecedor. O diretor da Sehac informou que o repasse foi feito na sexta-feira (3) da semana passada, mas que os insumos chegaram ao hospital apenas na segunda-feira (6). “Com relação ao adequado de ovo para o hospital e unidades, corroboro com a fala da Vanessa, foram servidos por 5 dias. E já na sexta fizemos os repasses para a empresa, para que ela pudesse logisticamente fazer a entrega das proteínas faltantes”, disse o presidente da SEHAC durante uma audiência. A administração financeira da SEHAC afirmou que há atualmente um subsídio de R$ 437 milhões, sendo R$ 58 milhões apenas com fornecedores. Também foi discutida a denúncia sobre alimentos estragados encontrados na unidade pelo vereador Léo França (PT), que encaminhou o caso à Justiça. A direção do hospital afirmou que uma equipe técnica fiscaliza diariamente mais de 50 quilos de alimentos hortifrúti armazenados na unidade. Segundo a administração, os produtos encontrados ainda não foram fornecidos no passado por essa fiscalização e, por isso, não seriam oferecidos aos pacientes. “No dia da vistoria, ao passar pela área da salada, onde constavam as caixas de tomate, foi verificado, conforme o registro, um tomate com sinal de bolor. Porém, antes de qualquer preparo é feita uma seleção do hortifrúti, para assim ser consumido”, esclareceu um nutricionista da unidade. O juiz da 4ª Vara Civil, Jorge Luiz Martins, classificou a situação como “gravíssima” e afirmou que o caso viola os direitos subjetivos do cidadão. Na audiência o Ministério Público recomendou que o hospital registrasse diariamente, por meio de fotografias, os alimentos oferecidos aos pacientes e colaboradores. Essas imagens deverão ser anexadas aos arquivos da unidade, juntamente com os cardápios, para comprovar quais alimentos são servidos. Audiência na Justiça sobre alimentação oferecida no Hospital de Petrópolis Anna Beatriz Thomás
Direção de falhas na alimentação de hospital em Petrópolis A alimentação oferecida no Hospital Alcides Carneiro (HAC), em Petrópolis, na Região Serrana do Rio, foi tema de uma audiência realizada nesta quinta-feira (10) na 4ª Vara Cível. Durante a sessão, os representantes da unidade confirmaram que o ovo era a única proteína servida aos pacientes e profissionais por cinco dias devido a uma dívida da Prefeitura com a empresa responsável pelo fornecido de proteínas. A audiência foi realizada após uma denúncia encaminhada à Justiça, que apontou que o ovo era a única proteína oferecida no hospital. 📱 Siga o canal do g1 Região Serrana no WhatsApp. Durante a sessão, a nutricionista da unidade, Vanessa Wendling, afirmou que a situação ocorreu entre a quarta-feira (01) da semana passada e o domingo (05). “A questão do cardápio servir como proteína principal apenas ovo alguns dias, sinalizo que foram apenas os últimos 5 dias que anteciparam esses dados. Porquê realmente, havia sem outra opção de proteína no estoque. Como carne bovina, frango e peixes”, disse a nutricionista Vanessa durante a audiência. Segundo o nutricionista, informação que foi emitida pelo diretor do Serviço Autônomo do Hospital Alcides Carneiro, Luiz Cruzick, e pela Secretária Municipal de Saúde, Clarissa Rippel, a empresa responsável pelo fornecimento das proteínas interrompeu as entregas porque a Prefeitura estava em débito com o fornecedor. O diretor da Sehac informou que o repasse foi feito na sexta-feira (3) da semana passada, mas que os insumos chegaram ao hospital apenas na segunda-feira (6). “Com relação ao adequado de ovo para o hospital e unidades, corroboro com a fala da Vanessa, foram servidos por 5 dias. E já na sexta fizemos os repasses para a empresa, para que ela pudesse logisticamente fazer a entrega das proteínas faltantes”, disse o presidente da SEHAC durante uma audiência. A administração financeira da SEHAC afirmou que há atualmente um subsídio de R$ 437 milhões, sendo R$ 58 milhões apenas com fornecedores. Também foi discutida a denúncia sobre alimentos estragados encontrados na unidade pelo vereador Léo França (PT), que encaminhou o caso à Justiça. A direção do hospital afirmou que uma equipe técnica fiscaliza diariamente mais de 50 quilos de alimentos hortifrúti armazenados na unidade. Segundo a administração, os produtos encontrados ainda não foram fornecidos no passado por essa fiscalização e, por isso, não seriam oferecidos aos pacientes. “No dia da vistoria, ao passar pela área da salada, onde constavam as caixas de tomate, foi verificado, conforme o registro, um tomate com sinal de bolor. Porém, antes de qualquer preparo é feita uma seleção do hortifrúti, para assim ser consumido”, esclareceu um nutricionista da unidade. O juiz da 4ª Vara Civil, Jorge Luiz Martins, classificou a situação como “gravíssima” e afirmou que o caso viola os direitos subjetivos do cidadão. Na audiência o Ministério Público recomendou que o hospital registrasse diariamente, por meio de fotografias, os alimentos oferecidos aos pacientes e colaboradores. Essas imagens deverão ser anexadas aos arquivos da unidade, juntamente com os cardápios, para comprovar quais alimentos são servidos. Audiência na Justiça sobre alimentação oferecida no Hospital de Petrópolis Anna Beatriz Thomás[/gpt3]

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