Após oito anos de tratamentos para reverter a infertilidade, baiana realiza sonho de maternidade e cria rede de acolhimento
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Após 8 anos tentando engravidar, baiana realizou sonho da maternidade A espera pela maternidade durou oito anos para a mentora e palestrante Yalle Roseno. Entre consultas médicas, diagnósticos inesperados, tratamentos hormonais e duas tentativas de fertilização in vitro, ela descobriu um processo que define como “avassalador”, mas que hoje se tornou combustível para ajudar outras mulheres que vivem desafios semelhantes. Natural de São Paulo, mas criada em Feira de Santana, Yalle mora atualmente em Salvador e é mãe de Laura, de 4 anos. sonho antigo. Desde a adolescência, porém, já convivia com a síndrome dos ovários policísticos (SOP) — condição que afetava o ciclo menstrual e prejuízos tratamento contínuo com anticoncepcionais. Ao g1, Yalle contou que esperava engravidar naturalmente, mas, depois de mais de um ano de tentativas sem sucesso, decidiu procurar ajuda especializada. “Eu imaginava que poderia haver alguma dificuldade, mas ainda não tinha noção do que vinha pela frente”, lembrou. profundo, mesmo sem apresentar sintomas aparentes. Enquanto lidava com os próprios exames e procedimentos, o marido também recebeu o diagnóstico de diabetes tipo 1 já na vida adulta, o casal precisava reorganizar a rotina, os planos e o emocional “Era como se um problema fosse puxando o outro. Cada exame trazia uma nova dificuldade e debilita isso muito”, ressaltou. Durante o processo, Yalle passou por cirurgias, uso de hormônios, exames frequentes e mudanças na rotina. Ela precisau compreender o corpo de forma integral para continuar tentando engravidar. Além do uso de hormônios, Yalle passou por tratamentos e procedimentos diante dos diagnósticos Arquivo Pessoal Além do desgaste físico, a infertilidade trazida impactos emocionais. Segundo Yalle, houve momentos de solidão, medo e sensação de incapacidade. “Você vai se sentir fragilizado porque percebe que não consegue controlar o resultado. Isso é mexe com autoestima, com o relacionamento e com a forma como você se vê”, afirmou. Em meio a isso, ela buscou acompanhamento psicológico, o que foi “essencial” para que conseguisse atravessar o período. Após anos de esforço, o casal decidiu seguir para a fertilização in vitro (FIV), considerada uma alternativa mais viável pelos médicos. O primeiro resultado negativo após a transferência dos embriões, no entanto, foi um dos episódios mais dolorosos do processo. “Aquele negativo foi vívido como um luto. A gente já estava há muitos anos tentando e parecia que o sonho tinha escapado de novo”. Mesmo diante das dificuldades, desistir nunca entrou em discussão. O casal chegou a conversar sobre adoção como possibilidade futura, mas mantinha o desejo de viver a gestação. “Ser mãe sempre foi algo muito forte dentro de mim. Eu sabia que, de alguma forma, esse sonho faria parte da minha vida”, disse. Gravidez e o encontro com a filha Mesmo diante das dificuldades casal chegou não dessitiu da gestação Arquivo Pessoal A gravidez veio na segunda tentativa da fertilização in vitro. O resultado positivo trouxe emoção, mas também medo. Yalle descobriu a gestação durante o período de maior confinamento da pandemia da Covid-19, em 2020, e causou episódios de sangramento preciso logo no início da gravidez. Elau usar doses elevadas de hormônios para manter a prosperidade e convivência com receitas constantes de perder o bebê “Eu imaginava que o positivo viria acompanhado de tranquilidade, mas o começo foi muito difícil. Eu tinha medo o tempo inteiro”, relatada. Após anos de esforços, Yalle gravidou de Laura que nasceu de parto normal Arquivo Pessoal Apesar dos desafios, a gravidez evoluiu de forma saudável. Laura nasceu de parto normal, como Yalle desejova. O momento em que segurou a filha pela primeira vez permanece vivo na memória. Segundo Yalle, a maternidade ajudou a ressignificar os anos de sofrimento vívidos antes da gravidez. “Hoje eu entendo que toda aquela dor também me preparou para aquilo que eu faço importante”. Dor transformada em Depois da gravidez. maternidade, Yalle passou a compartilhar a própria história nas redes sociais e criou o movimento “Mulher Inteira”, voltada ao acolhimento feminino em processos de transição, maternidade e orientação emocional. Ela afirma que muitas mulheres chegam até ela carregando sentimentos de esgotamento, culpa e perda da própria identidade. se reencontrar. Muitas vezes a gente vai deixando partes de nós pelo caminho tentando caber em expectativas e papéis”, explicou. Neste Dia das Mães, Yalle diz olhar para a filha como a materialização de um sonho que atravessou anos de dor e espera. fecundidade na Bahia, aponta IBGE Jovem de 23 anos dá à luz quadrigêmeos em Salvador e campanha de mobilização hospitalar para ajudar família com doações DPE-BA realiza mutirão de atendimento jurídico em pensão alimentícia para mães em Salvador Veja mais notícias de Feira de Santana e região Assista aos vídeos do g1 e TV Subaé 💻.
Após 8 anos tentando engravidar, baiana realizou sonho da maternidade A espera pela maternidade durou oito anos para a mentora e palestrante Yalle Roseno. Entre consultas médicas, diagnósticos inesperados, tratamentos hormonais e duas tentativas de fertilização in vitro, ela descobriu um processo que define como “avassalador”, mas que hoje se tornou combustível para ajudar outras mulheres que vivem desafios semelhantes. Natural de São Paulo, mas criada em Feira de Santana, Yalle mora atualmente em Salvador e é mãe de Laura, de 4 anos. sonho antigo. Desde a adolescência, porém, já convivia com a síndrome dos ovários policísticos (SOP) — condição que afetava o ciclo menstrual e prejuízos tratamento contínuo com anticoncepcionais. Ao g1, Yalle contou que esperava engravidar naturalmente, mas, depois de mais de um ano de tentativas sem sucesso, decidiu procurar ajuda especializada. “Eu imaginava que poderia haver alguma dificuldade, mas ainda não tinha noção do que vinha pela frente”, lembrou. profundo, mesmo sem apresentar sintomas aparentes. Enquanto lidava com os próprios exames e procedimentos, o marido também recebeu o diagnóstico de diabetes tipo 1 já na vida adulta, o casal precisava reorganizar a rotina, os planos e o emocional “Era como se um problema fosse puxando o outro. Cada exame trazia uma nova dificuldade e debilita isso muito”, ressaltou. Durante o processo, Yalle passou por cirurgias, uso de hormônios, exames frequentes e mudanças na rotina. Ela precisau compreender o corpo de forma integral para continuar tentando engravidar. Além do uso de hormônios, Yalle passou por tratamentos e procedimentos diante dos diagnósticos Arquivo Pessoal Além do desgaste físico, a infertilidade trazida impactos emocionais. Segundo Yalle, houve momentos de solidão, medo e sensação de incapacidade. “Você vai se sentir fragilizado porque percebe que não consegue controlar o resultado. Isso é mexe com autoestima, com o relacionamento e com a forma como você se vê”, afirmou. Em meio a isso, ela buscou acompanhamento psicológico, o que foi “essencial” para que conseguisse atravessar o período. Após anos de esforço, o casal decidiu seguir para a fertilização in vitro (FIV), considerada uma alternativa mais viável pelos médicos. O primeiro resultado negativo após a transferência dos embriões, no entanto, foi um dos episódios mais dolorosos do processo. “Aquele negativo foi vívido como um luto. A gente já estava há muitos anos tentando e parecia que o sonho tinha escapado de novo”. Mesmo diante das dificuldades, desistir nunca entrou em discussão. O casal chegou a conversar sobre adoção como possibilidade futura, mas mantinha o desejo de viver a gestação. “Ser mãe sempre foi algo muito forte dentro de mim. Eu sabia que, de alguma forma, esse sonho faria parte da minha vida”, disse. Gravidez e o encontro com a filha Mesmo diante das dificuldades casal chegou não dessitiu da gestação Arquivo Pessoal A gravidez veio na segunda tentativa da fertilização in vitro. O resultado positivo trouxe emoção, mas também medo. Yalle descobriu a gestação durante o período de maior confinamento da pandemia da Covid-19, em 2020, e causou episódios de sangramento preciso logo no início da gravidez. Elau usar doses elevadas de hormônios para manter a prosperidade e convivência com receitas constantes de perder o bebê “Eu imaginava que o positivo viria acompanhado de tranquilidade, mas o começo foi muito difícil. Eu tinha medo o tempo inteiro”, relatada. Após anos de esforços, Yalle gravidou de Laura que nasceu de parto normal Arquivo Pessoal Apesar dos desafios, a gravidez evoluiu de forma saudável. Laura nasceu de parto normal, como Yalle desejova. O momento em que segurou a filha pela primeira vez permanece vivo na memória. Segundo Yalle, a maternidade ajudou a ressignificar os anos de sofrimento vívidos antes da gravidez. “Hoje eu entendo que toda aquela dor também me preparou para aquilo que eu faço importante”. Dor transformada em Depois da gravidez. maternidade, Yalle passou a compartilhar a própria história nas redes sociais e criou o movimento “Mulher Inteira”, voltada ao acolhimento feminino em processos de transição, maternidade e orientação emocional. Ela afirma que muitas mulheres chegam até ela carregando sentimentos de esgotamento, culpa e perda da própria identidade. se reencontrar. Muitas vezes a gente vai deixando partes de nós pelo caminho tentando caber em expectativas e papéis”, explicou. Neste Dia das Mães, Yalle diz olhar para a filha como a materialização de um sonho que atravessou anos de dor e espera. fecundidade na Bahia, aponta IBGE Jovem de 23 anos dá à luz quadrigêmeos em Salvador e campanha de mobilização hospitalar para ajudar família com doações DPE-BA realiza mutirão de atendimento jurídico em pensão alimentícia para mães em Salvador Veja mais notícias de Feira de Santana e região Assista aos vídeos do g1 e TV Subaé 💻.[/gpt3]

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