Alerj convoca suplente para vaga de Thiago Rangel
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PF aponta rede de empresas ligadas ao deputado Thiago Rangel em suposto esquema de desvio de verba da Educação no RJ A Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) convocou Wellington José (União Brasil) para assumir o mandato de deputado estadual no lugar de Thiago Rangel (Avante), removido por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) e preso na Operação Unha e Carne. O edital de convocação foi publicado no Diário Oficial do Legislativo desta sexta-feira (22). Com essa medida, a Casa volta a ter quórum completo de 70 deputados estaduais. Wellington José é o 1º suplente do Podemos, partido pelo qual ele e Thiago Rangel disputaram as eleições de 2022. No dia 12, a Alerj dissolveu o gabinete de Thiago e exonerou seus 40 assessores. Ele ainda não perdeu o mandato: o plenário teria de votar pela cassação, o que não tem prazo para ocorrer. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça Wellington José, suplente convocado Divulgação/Alerj Esquema na rede estadual de ensino Thiago Rangel está afastado por decisão cautelar referendada pela 1ª Turma do STF. Na sequência, a Mesa Diretora da Alerj também decidiu destituir o gabinete do parlamentar enquanto durar a medida judicial. Rangel foi preso no início do mês na 4ª fase da Operação Unha e Carne, da Polícia Federal (PF), que investiga um suposto esquema de fraudes em contratos de obras e serviços da rede estadual de ensino. Segundo a PF, o deputado é designado como chefe de uma organização criminosa com suspeitas de desviar recursos públicos da Educação, operar caixa 2 eleitoral e lavar dinheiro por meio de empresas e postos de combustíveis. Nos últimos dias, o g1 revelou que áudios e mensagens obtidas pela investigação mostram Thiago Rangel dando ordens dentro da estrutura da Secretaria Estadual de Educação e negociando cargas públicas para aliados e pessoas ligadas ao traficante Arídio Machado da Silva Júnior, o “Júnior do Beco”. Também nesta semana, documentos de investigação demonstraram que um diretor de escola estadual denunciou à PF sofreu pressão para liberar R$ 200 mil da conta de um colégio para a campanha eleitoral de Thamires Rangel, filha do deputado. O deputado Thiago Rangel ao lado da filha Thamires Rangel e do secretário estadual do Meio Ambiente Bernardo Rossi. Reprodução redes sociais O que diz a Alerj Em nota divulgada anteriormente, a Alerj informou que Thiago Rangel permanece afastado enquanto estiver em vigor a decisão do STF. A Casa afirmou ainda que a convocação do suplente foi adotada para restabelecer o quórum do plenário. Quem é Wellington José Segundo informações divulgadas pela Alerj, Wellington José nasceu no bairro de Ricardo de Albuquerque, na Zona Norte do Rio, e iniciou atuação política em ações sociais ligadas às igrejas católicas da região. Ele também trabalhou na Secretaria Municipal de Assistência Social do Rio de Janeiro e em outros órgãos municipais e estaduais, além de participar de projetos sociais voltados para jovens em situação de vulnerabilidade.
PF aponta rede de empresas ligadas ao deputado Thiago Rangel em suposto esquema de desvio de verba da Educação no RJ A Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) convocou Wellington José (União Brasil) para assumir o mandato de deputado estadual no lugar de Thiago Rangel (Avante), removido por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) e preso na Operação Unha e Carne. O edital de convocação foi publicado no Diário Oficial do Legislativo desta sexta-feira (22). Com essa medida, a Casa volta a ter quórum completo de 70 deputados estaduais. Wellington José é o 1º suplente do Podemos, partido pelo qual ele e Thiago Rangel disputaram as eleições de 2022. No dia 12, a Alerj dissolveu o gabinete de Thiago e exonerou seus 40 assessores. Ele ainda não perdeu o mandato: o plenário teria de votar pela cassação, o que não tem prazo para ocorrer. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça Wellington José, suplente convocado Divulgação/Alerj Esquema na rede estadual de ensino Thiago Rangel está afastado por decisão cautelar referendada pela 1ª Turma do STF. Na sequência, a Mesa Diretora da Alerj também decidiu destituir o gabinete do parlamentar enquanto durar a medida judicial. Rangel foi preso no início do mês na 4ª fase da Operação Unha e Carne, da Polícia Federal (PF), que investiga um suposto esquema de fraudes em contratos de obras e serviços da rede estadual de ensino. Segundo a PF, o deputado é designado como chefe de uma organização criminosa com suspeitas de desviar recursos públicos da Educação, operar caixa 2 eleitoral e lavar dinheiro por meio de empresas e postos de combustíveis. Nos últimos dias, o g1 revelou que áudios e mensagens obtidas pela investigação mostram Thiago Rangel dando ordens dentro da estrutura da Secretaria Estadual de Educação e negociando cargas públicas para aliados e pessoas ligadas ao traficante Arídio Machado da Silva Júnior, o “Júnior do Beco”. Também nesta semana, documentos de investigação demonstraram que um diretor de escola estadual denunciou à PF sofreu pressão para liberar R$ 200 mil da conta de um colégio para a campanha eleitoral de Thamires Rangel, filha do deputado. O deputado Thiago Rangel ao lado da filha Thamires Rangel e do secretário estadual do Meio Ambiente Bernardo Rossi. Reprodução redes sociais O que diz a Alerj Em nota divulgada anteriormente, a Alerj informou que Thiago Rangel permanece afastado enquanto estiver em vigor a decisão do STF. A Casa afirmou ainda que a convocação do suplente foi adotada para restabelecer o quórum do plenário. Quem é Wellington José Segundo informações divulgadas pela Alerj, Wellington José nasceu no bairro de Ricardo de Albuquerque, na Zona Norte do Rio, e iniciou atuação política em ações sociais ligadas às igrejas católicas da região. Ele também trabalhou na Secretaria Municipal de Assistência Social do Rio de Janeiro e em outros órgãos municipais e estaduais, além de participar de projetos sociais voltados para jovens em situação de vulnerabilidade.[/gpt3]

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