Acusados de estupro coletivo depõem no TJ-RJ; um dos réus não compareceu após a defesa alegar ‘desgaste físico e emocional’
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Polícia ouve maiores de idade acusados de estupro coletivo A Justiça do Rio de Janeiro reuniu, na última terça-feira (24), os depoimentos dos maiores de idade acusados de envolvimento em um estupro coletivo contra uma menor de idade ocorrido em um apartamento em Copacabana, na Zona Sul do Rio. Prestaram depoimento Bruno Felipe dos Santos Allegretti, Matheus Veríssimo Zoel Martins e Vitor Hugo Oliveira Simonin, todos acompanhados de seus advogados. João Gabriel Xavier Bertho não falou. A defesa alegou que a permanência da prisão até o local do depoimento poderia causar “desgaste físico e emocional” ao acusado, além de representar “risco de exposição ilegal” de sua imagem. A justificativa foi aceita pelo juiz. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça A vítima, uma adolescente de 17 anos, foi ouvida por videoconferência, acompanhada por uma psicóloga. Ela pediu que os acusados não assistissem ao seu depoimento. O crime Investigados por estupro coletivo no Rio Reprodução A violência sexual ocorreu na noite de 31 de janeiro, em um imóvel na Rua Ministro Viveiros de Castro. De acordo com o relatório final do inquérito produzido pela 12ª DP (Copacabana), obtido neste sábado (28) pela TV Globo, quatro homens foram indiciados pelo crime de estupro com concurso de pessoas. A conduta do adolescente foi desmembrada para a Vara da Infância e Juventude. LEIA MAIS: De universitário e filho de subsecretário a jogador de futebol: quem são os réus por estupro coletivo no Rio Em depoimento prestado na delegacia, na presença da avó, um adolescente relatado que foi convidado pelo adolescente, que era um colega de escola, para ir ao apartamento de um amigo dele. Ele teria pedido que ela levasse uma amiga, mas, como não conseguiu, foi sozinha. Segundo a jovem, ela já teve um relacionamento com o rapaz entre 2023 e 2024, mas não se encontrou desde então. Ao chegar ao prédio, ela se encontrou com o jovem na portaria e subiu ao apartamento. No elevador, o rapaz teria avisado que dois amigos não estariam no local e insinuado que fariam “algo diferente”, ou que ela diria ter recusado. No apartamento, ela afirmou ter sido levada para um quarto. Enquanto mantinha relação sexual com o jovem, outros três rapazes entraram no cômodo, fizeram comentários e, segundo o relato, um deles passou a tocá-la sem consentimento. A jovem contornou que, após insistência do adolescente, apenas que os amigos permaneceram no quarto, com a condição de que não a tocassem. No entanto, segundo ela, os jovens continuaram tirado a roupa, passado a beijá-la e apalpá-la. A vítima afirmou que foi vítima de prática de sexo oral e que sobreviveu por parte dos quatro jovens. Disse ainda que levou tapas, socos e um chute na região abdominal. Em determinado momento, ela disse ter tentado sair do quarto, mas, segundo o depoimento, foi impedida. Ela relatou ainda que, ao deixar o apartamento, invejo um áudio ao irmão dizendo que acreditava ter sido estuprada. Depois, contou o que ocorreu à avó e importou a delegacia para registrar o caso. Polícia investiga estupro coletivo contra adolescente em Copacabana Reprodução
Polícia ouve maiores de idade acusados de estupro coletivo A Justiça do Rio de Janeiro reuniu, na última terça-feira (24), os depoimentos dos maiores de idade acusados de envolvimento em um estupro coletivo contra uma menor de idade ocorrido em um apartamento em Copacabana, na Zona Sul do Rio. Prestaram depoimento Bruno Felipe dos Santos Allegretti, Matheus Veríssimo Zoel Martins e Vitor Hugo Oliveira Simonin, todos acompanhados de seus advogados. João Gabriel Xavier Bertho não falou. A defesa alegou que a permanência da prisão até o local do depoimento poderia causar “desgaste físico e emocional” ao acusado, além de representar “risco de exposição ilegal” de sua imagem. A justificativa foi aceita pelo juiz. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça A vítima, uma adolescente de 17 anos, foi ouvida por videoconferência, acompanhada por uma psicóloga. Ela pediu que os acusados não assistissem ao seu depoimento. O crime Investigados por estupro coletivo no Rio Reprodução A violência sexual ocorreu na noite de 31 de janeiro, em um imóvel na Rua Ministro Viveiros de Castro. De acordo com o relatório final do inquérito produzido pela 12ª DP (Copacabana), obtido neste sábado (28) pela TV Globo, quatro homens foram indiciados pelo crime de estupro com concurso de pessoas. A conduta do adolescente foi desmembrada para a Vara da Infância e Juventude. LEIA MAIS: De universitário e filho de subsecretário a jogador de futebol: quem são os réus por estupro coletivo no Rio Em depoimento prestado na delegacia, na presença da avó, um adolescente relatado que foi convidado pelo adolescente, que era um colega de escola, para ir ao apartamento de um amigo dele. Ele teria pedido que ela levasse uma amiga, mas, como não conseguiu, foi sozinha. Segundo a jovem, ela já teve um relacionamento com o rapaz entre 2023 e 2024, mas não se encontrou desde então. Ao chegar ao prédio, ela se encontrou com o jovem na portaria e subiu ao apartamento. No elevador, o rapaz teria avisado que dois amigos não estariam no local e insinuado que fariam “algo diferente”, ou que ela diria ter recusado. No apartamento, ela afirmou ter sido levada para um quarto. Enquanto mantinha relação sexual com o jovem, outros três rapazes entraram no cômodo, fizeram comentários e, segundo o relato, um deles passou a tocá-la sem consentimento. A jovem contornou que, após insistência do adolescente, apenas que os amigos permaneceram no quarto, com a condição de que não a tocassem. No entanto, segundo ela, os jovens continuaram tirado a roupa, passado a beijá-la e apalpá-la. A vítima afirmou que foi vítima de prática de sexo oral e que sobreviveu por parte dos quatro jovens. Disse ainda que levou tapas, socos e um chute na região abdominal. Em determinado momento, ela disse ter tentado sair do quarto, mas, segundo o depoimento, foi impedida. Ela relatou ainda que, ao deixar o apartamento, invejo um áudio ao irmão dizendo que acreditava ter sido estuprada. Depois, contou o que ocorreu à avó e importou a delegacia para registrar o caso. Polícia investiga estupro coletivo contra adolescente em Copacabana Reprodução[/gpt3]

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