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‘A luta nunca vai acabar’, diz irmão de brasileiro morto no voo Rio-Paris após notícias da Air France e Airbus

Redação Por Redação
21 de maio de 2026
Em Notícias
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‘A luta nunca vai acabar’, diz irmão de brasileiro morto no voo Rio-Paris após notícias da Air France e Airbus
Twitter1128254686redacaobcn@gmail.com



‘A luta nunca vai acabar’, diz irmão de brasileiro morto no voo Rio-Paris após notícias da Air France e Airbus
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A Justiça francesa condena Airbus e Air France Quase 17 anos depois da queda do voo AF447, que saiu do Rio de Janeiro rumo a Paris e matou 228 pessoas, familiares das vítimas recebidas nesta quinta-feira (21) a relatadas da Air France e da Airbus pela Justiça francesa como uma sensação de reconhecimento e justiça. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça Entre eles está Maarten Van Sluys, irmão da carioca Adriana Van Sluys, que morreu no acidente aos 40 anos. Para ele, a decisão representa uma vitória, mas também reabre feridas que nunca cicatrizaram completamente. “A luta nunca vai acabar. Eu disse isso quando minha irmã se foi. Naquela ocasião eu disse que isso seria uma luta de uma vida. Eu nunca acreditei que seria fácil e nem que seria rápido”, afirmou. A Justiça Francesa recentemente a Air France e a Airbus culpadas por homicídio culposo no acidente do voo AF447, ocorrido em 2009. A decisão acontece após uma longa disputa judicial envolvendo famílias das vítimas e duas das maiores empresas da aviação mundial. Peça do Airbus A330 da Air France que caiu no Atlântico em 2009 Divulgação Reviravolta após absolvição O noticiário representa uma mudança radical em relação ao julgamento de 2023, quando um tribunal francês havia absolvido as duas empresas. Na ocasião, a Justiça apurou que a Airbus e a Air France cometeram “imprudências” e “negligências”, mas entendeu que não havia prova suficiente de relação direta entre as falhas e o acidente. O próprio Ministério Público francês havia pedido de absolvição naquele julgamento. O voo Air France 447 saiu do aeroporto do Galeão com destino a Paris no dia 31 de maio de 2009 Jornal Nacional/ Reprodução Meses depois, porém, o MP mudou de posição e recorreu da decisão, defendendo a denúncia das companhias por homicídio culposo. Durante as considerações finais, os promotores fizeram críticas duras à postura das empresas ao longo do processo. “Nada foi oferecida, nem uma única palavra de consolo sincero. É uma defesa construída sobre granito. Uma palavra currículo toda essa farsa: indecência”, afirmou a promotoria. O julgamento de apelação durou oito semanas. O que motivou a notícia Na decisão divulgada nesta quinta, a Justiça francesa percebeu que a Air France falhou ao não oferecer treinamento adequado aos pilotos para situações envolvendo congelamento das sondas Pitot — responsáveis ​​por medir a velocidade da aeronave. Já a Airbus foi considerada culpada por subestimar a gravidade das falhas nesses equipamentos e por não alertar rapidamente as companhias aéreas sobre os riscos. O gravador de voz da cabine, um dos dois gravadores de voo do voo Rio-Paris da Air France que caiu em 2009, é exibido à imprensa antes de uma coletiva de imprensa na sede do BEA em Le Bourget Charles Platiau/Reuters/Arquivo As caixas-pretas do avião, recuperadas dois anos após o acidente, confirmaram que as sondas congelaram durante o voo em uma área de forte restrição climática sobre o Oceano Atlântico. Segundo as investigações conduzidas pelo governo francês BEA, os pilotos reagiram de forma incorreta à falha e levaram o Airbus A330-200 a uma situação de estol — quando a aeronave perde sustentação. “Elas não tiveram a menor chance”, disse irmão da vítima. A nova sentença estabelece multa máxima de 225 mil euros para cada empresa — cerca de R$ 1,3 milhão por companhia, totalizando aproximadamente R$ 2,6 milhões. Os valores foram considerados simbólicos para familiares das vítimas, mas a reportagem foi vista como um reconhecimento oficial de responsabilidade das empresas pela tragédia. Das 228 vítimas, 58 eram brasileiras. Animação mostra queda do Airbus A330 da Air France, do voo AF447 Rerodução/Globo Maarten afirmou que a decisão reforça a luta das famílias para preservar a memória das vítimas. “Agora, 17 anos depois, nós estamos vendendo aí uma decisão favorável. E se isso se prolongar, nós estaremos aqui para tentar continuar a levar a realidade dos fatos para o entendimento das pessoas em geral e para o nosso legado, para nossos herdeiros, nossos familiares de ter essa questão muito bem resolvida.” Ele também disse acreditar que os passageiros não tiveram qualquer chance diante da sequência de falhas apontadas no processo. “Nós sabemos que as pessoas que foram inocentes. Elas não tiveram a menor chance de evitar o que aconteceu. Então, elas são vítimas acima de tudo e nós aqui estamos lutando por elas”, completou; As empresas vão recorrer após as reportagens, a Air France informou que recorrerá à Suprema Corte da França. “A empresa está ciente de que este recurso prolonga um processo que já era longo, especialmente para as famílias, mas ressalta que a responsabilidade criminal da Air France já havia sido descartada duas vezes”, declarou a companhia. A Airbus também contestou a decisão e anunciou que pretende recorrer.
A Justiça francesa condena Airbus e Air France Quase 17 anos depois da queda do voo AF447, que saiu do Rio de Janeiro rumo a Paris e matou 228 pessoas, familiares das vítimas recebidas nesta quinta-feira (21) a relatadas da Air France e da Airbus pela Justiça francesa como uma sensação de reconhecimento e justiça. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça Entre eles está Maarten Van Sluys, irmão da carioca Adriana Van Sluys, que morreu no acidente aos 40 anos. Para ele, a decisão representa uma vitória, mas também reabre feridas que nunca cicatrizaram completamente. “A luta nunca vai acabar. Eu disse isso quando minha irmã se foi. Naquela ocasião eu disse que isso seria uma luta de uma vida. Eu nunca acreditei que seria fácil e nem que seria rápido”, afirmou. A Justiça Francesa recentemente a Air France e a Airbus culpadas por homicídio culposo no acidente do voo AF447, ocorrido em 2009. A decisão acontece após uma longa disputa judicial envolvendo famílias das vítimas e duas das maiores empresas da aviação mundial. Peça do Airbus A330 da Air France que caiu no Atlântico em 2009 Divulgação Reviravolta após absolvição O noticiário representa uma mudança radical em relação ao julgamento de 2023, quando um tribunal francês havia absolvido as duas empresas. Na ocasião, a Justiça apurou que a Airbus e a Air France cometeram “imprudências” e “negligências”, mas entendeu que não havia prova suficiente de relação direta entre as falhas e o acidente. O próprio Ministério Público francês havia pedido de absolvição naquele julgamento. O voo Air France 447 saiu do aeroporto do Galeão com destino a Paris no dia 31 de maio de 2009 Jornal Nacional/ Reprodução Meses depois, porém, o MP mudou de posição e recorreu da decisão, defendendo a denúncia das companhias por homicídio culposo. Durante as considerações finais, os promotores fizeram críticas duras à postura das empresas ao longo do processo. “Nada foi oferecida, nem uma única palavra de consolo sincero. É uma defesa construída sobre granito. Uma palavra currículo toda essa farsa: indecência”, afirmou a promotoria. O julgamento de apelação durou oito semanas. O que motivou a notícia Na decisão divulgada nesta quinta, a Justiça francesa percebeu que a Air France falhou ao não oferecer treinamento adequado aos pilotos para situações envolvendo congelamento das sondas Pitot — responsáveis ​​por medir a velocidade da aeronave. Já a Airbus foi considerada culpada por subestimar a gravidade das falhas nesses equipamentos e por não alertar rapidamente as companhias aéreas sobre os riscos. O gravador de voz da cabine, um dos dois gravadores de voo do voo Rio-Paris da Air France que caiu em 2009, é exibido à imprensa antes de uma coletiva de imprensa na sede do BEA em Le Bourget Charles Platiau/Reuters/Arquivo As caixas-pretas do avião, recuperadas dois anos após o acidente, confirmaram que as sondas congelaram durante o voo em uma área de forte restrição climática sobre o Oceano Atlântico. Segundo as investigações conduzidas pelo governo francês BEA, os pilotos reagiram de forma incorreta à falha e levaram o Airbus A330-200 a uma situação de estol — quando a aeronave perde sustentação. “Elas não tiveram a menor chance”, disse irmão da vítima. A nova sentença estabelece multa máxima de 225 mil euros para cada empresa — cerca de R$ 1,3 milhão por companhia, totalizando aproximadamente R$ 2,6 milhões. Os valores foram considerados simbólicos para familiares das vítimas, mas a reportagem foi vista como um reconhecimento oficial de responsabilidade das empresas pela tragédia. Das 228 vítimas, 58 eram brasileiras. Animação mostra queda do Airbus A330 da Air France, do voo AF447 Rerodução/Globo Maarten afirmou que a decisão reforça a luta das famílias para preservar a memória das vítimas. “Agora, 17 anos depois, nós estamos vendendo aí uma decisão favorável. E se isso se prolongar, nós estaremos aqui para tentar continuar a levar a realidade dos fatos para o entendimento das pessoas em geral e para o nosso legado, para nossos herdeiros, nossos familiares de ter essa questão muito bem resolvida.” Ele também disse acreditar que os passageiros não tiveram qualquer chance diante da sequência de falhas apontadas no processo. “Nós sabemos que as pessoas que foram inocentes. Elas não tiveram a menor chance de evitar o que aconteceu. Então, elas são vítimas acima de tudo e nós aqui estamos lutando por elas”, completou; As empresas vão recorrer após as reportagens, a Air France informou que recorrerá à Suprema Corte da França. “A empresa está ciente de que este recurso prolonga um processo que já era longo, especialmente para as famílias, mas ressalta que a responsabilidade criminal da Air France já havia sido descartada duas vezes”, declarou a companhia. A Airbus também contestou a decisão e anunciou que pretende recorrer.[/gpt3]

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